terça-feira, 19 de julho de 2016

VAMPIROS PSÍQUICOS EMOCIONAIS: SUGADORES DE ENERGIA VITAL



Algumas pessoas são capazes de esgotar suas reservas de otimismo e boas vibrações.
Você já deve ser se encontrado com algumas pessoas que transmitem bons valores e atitudes positivas. Normalmente, tendemos a querer ser amigos e estar em torno de tais pessoas, por razões óbvias.

Não, não duvide. O assunto é sério. Há inclusive especialistas em psicologia e comportamento humano que dizem ser nossa sociedade moderna constituída em boa parte de vampiros. Essa boa parte é feita de gente que, por várias razões, perdeu a capacidade de se nutrir em fontes de energia natural e que, por isso, vive sugando a força de vida dos outros.




O que significa nutrir-se em fontes de energia natural? Todo ser vivo, seja ele humano, animal ou vegetal, não se alimenta apenas de comida sólida e líquida, aquele franguinho ao molho pardo e as bramas de cada dia. Nutre-se também de comida gasosa, através do ar que se respira, e de comida energética, representada pelas energias e vibrações que absorvemos e que são produzidas pelo telurismo do planeta terra; pela natureza - florestas, rios, mares, animais, minerais -; por outros corpos celestes como o Sol e demais planetas, e pelo próprio cosmo.



Cada um de nós é um microcosmo químico-energético-psicológico, um complexo sistema de energias interagindo constantemente com uma miríade de outros sistemas. De forma permanente, trocamos energias com esses sistemas externos, absorvendo deles cargas energéticas necessárias à nossa subsistência, e descarregando neles cargas desnecessárias tais como nossos “detritos” energéticos. Ao mesmo tempo, cada um de nós interage com os outros seres humanos que de nós se aproximam, estabelecendo com eles as mais variadas combinações de campos energéticos, influenciando-os e por eles sendo influenciado.

Para isso serve o nosso “corpo energético” ou “corpo de energia sutil”: para possibilitar todos esses enlaces de energia responsáveis pela manutenção e desenvolvimento da vida. De modo análogo ao corpo físico, feito de matéria densa, o corpo sutil possui também uma anatomia e uma fisiologia. Possui órgãos - os chacras - para captar e armazenar energias externas e eliminar energias internas espúrias, e para processar essas energias, da mesma forma que o aparelho digestivo absorve, processa e armazena o alimento sólido e líquido, e o aparelho respiratório capta, processa e armazena o alimento gasoso.



O processo de nutrição energética acontece em geral de modo inconsciente, automático, orientado e regulado pela inteligência instintiva do nosso corpo. Mas esse processo também pode ser incrementado de modo consciente e voluntário. Para isso existem muitos métodos desenvolvidos ao longo das eras pelas diferentes culturas e civilizações. Exemplos de métodos voluntários de nutrição energética são certas iogas, como a hatha ioga indiana, certas artes marciais, como o tai chi chuan, certas técnicas de respiração como as do sistema oriental do pranaiama.



Pessoas equilibradas, sadias - tanto no aspecto físico quanto, principalmente, no psíquico - nutrem-se diretamente das fontes naturais de energia. Da energia das árvores, do ar, das águas doces e salgadas, do Sol, etc. Mas pessoas desequilibradas, que por terem perdido o contato com a sua própria natureza interna mais profunda perderam também a capacidade de absorver e processar o alimento energético natural, muitas vezes precisam, para sobreviver, lançar mão de um expediente horrível: sugar a energia vital de outras pessoas. São eles os “vampiros de energias”. Na nossa sociedade moderna seu número aumentou de modo alarmante devido a vários fatores, entre eles a perda do contato direto com o mundo natural.




Os vampiros energéticos são de dois tipos principais: os conscientes e os inconscientes. Os primeiros são mais raros. Exatamente por serem conscientes, sabem das consequências nefastas que a prática do vampirismo energético acarreta para o próprio vampiro. Sabem que essa prática significará para eles uma angustiante situação de dependência, na qual não mais poderão viver distantes de suas vítimas. E muitos deles conhecem uma lei elementar da magia, a “lei do retorno”, pela qual todo aquele que rouba será, mais cedo ou mais tarde, roubado. Mas os segundos, os vampiros inconscientes da sua condição, são numerosos. Na verdade, quase todos nós, num momento ou outro de nossas vidas, sobretudo quando nos encontramos num estado de desequilíbrio neurótico, acabamos nos comportando como vampiros da energia vital alheia.




A principal característica psicológica de um vampiro é o egocentrismo. Quanto mais a pessoa estiver voltada para si mesma, concentrada em si mesma, mais terá dificuldade em estabelecer contato com fontes naturais de nutrição energética, e mais tenderá a sugar a energia vital das pessoas que lhe estão próximas.

Todos nós, por outro lado, somos naturalmente dotados de mecanismos de defesa contra a perda de energia vital. De todos esses mecanismos o mais poderoso e eficaz é o da manutenção do equilíbrio interno. 
Quando nosso ponto de gravidade interior está em seu lugar certo - no centro do nosso ser biológico-psicológico-energético-mental -, isso cria um estado de harmonia no corpo sutil capaz de impedir e até mesmo rechaçar  qualquer tentativa de invasão externa com finalidades predatórias. Mas, quando perdemos a posse do nosso centro de gravidade, quando o projetamos para fora de nós mesmos, isso altera e debilita a estrutura do corpo sutil, tornando-o permeável àquela invasão. “Fulano está fora de si”, diz a voz popular, significando que o sujeito está doido. Além de doido, torna-se presa fácil de vampiros de energia vital.




Os vampiros são sagazes e sabem disso. De modo consciente, ou instruídos pelo seu instinto rapace, sabem que para melhor sugar alguém devem, antes, desestabilizar as defesas da vítima. Devem “tirar a vítima do seu eixo”. Lançam mão, para isso, de vários estratagemas, todos eles com o objetivo de fazer com que a vítima perca o contato com o seu centro interno e, dessa forma, escancare as portas de entrada do seu corpo sutil à sanha do predador.




QUAIS SÃO AS TÉCNICAS DOS VAMPIROS
PARA FAZER VOCÊ SAIR DO SEU EIXO!



Muitíssimas. Além daquela já descrita do vampiro grilo falante, as mais comuns são:


Vampiro lamentoso - Ataca pelo lado emocional e afetivo. Faz tudo para despertar comiseração. Sua vida é um mar de lágrimas, gemidos e prantos. Cheio de mágoas, coloca-se sempre na posição de vítima sofredora para quem o mundo é um carrasco. 
Também pode assumir a forma de pessimista inveterado. Sempre vê a vida com o copo meio vazio, tudo parece negativo e você vai sofrer horrores para convencê-lo de que está sendo pessimista demais … porque ele sempre prepara um contra-argumento que “prova” que a existência não vale a pena.

Se você conviver com este tipo de pessoa, pode acontecer de você acabar se convencendo de que a sua visão das coisas estava errada e se tornar também uma pessoa pessimista, negativa e sem esperança de melhoras.

Defesa: diga logo a ele que você detesta lamentos porque queixumes nunca resolveram nenhum problema. Se ele insistir, diga que conhece um livro onde o autor descreve vários métodos de suicídio e de eutanásia. Não dê moleza.



Vampiro inquiridor - Dispara uma pergunta atrás da outra. Se você tenta responder, ele corta sua resposta fazendo outra pergunta, talvez de assunto completamente diverso. Esse vampiro não tem nenhum interesse em respostas. Quer apenas desestabilizar o equilíbrio da mente da vítima, perturbando o fluxo normal dos pensamentos dela.

Defesa: Corte-lhe as investidas reagindo com perguntas, de preferência idiotas,  absurdas ou contundentes. Por exemplo: “Você já transou com pessoa do mesmo sexo?”




Vampiro exigente - Cada fala ou gesto desse vampiro contém uma reclamação implícita ou explícita. Opõe-se a tudo, exige, reivindica, protesta sem parar. Mas como suas reclamações têm pouco ou nenhum fundamento, ele raramente dispõe de argumentos sólidos para defender e justificar os seus protestos.

Não só se encarrega de apontar suas falhas como também contraria tudo o que você faz ou diz. O seu objectivo principal é fazer você se sentir inferior a ele. Você está sempre errado e ele sabe a verdade de tudo. Além disso, se você questionar a sua atitude, o normal é que ele se justifique dizendo que “só quer o melhor para você.”
Este tipo de vampiro emocional é tão intransigente que acaba sendo irritante e pode levá-lo a um estado emocional terrível. Tenha cuidado para não se infectar e começar a criticá-lo também!

Defesa: Mande logo ele parar de torrar a paciência.



Vampiro cobrador - Cobra sempre, principalmente aquilo que não lhe é devido. Apresenta-se como credor do mundo; acha ter direito a tudo, sem nada dar em troca. Ao cruzar com você na rua, um vampiro desses não irá lhe dizer: “Oi, que bom te ver. Como vai, tudo bem?” Ele vai de imediato cobrar-lhe alguma coisa, tipo: “Você esqueceu que eu existo? Há meses espero um telefonema seu.”

Defesa: Não vista a carapuça de culpado de desatenção pessoal que o vampiro quer lhe enfiar na cabeça. Não fraqueje. Cobre de volta. Responda rápido: “Tinha decidido nunca mais lhe telefonar antes de você me ligar para saber se estou vivo”.



Vampiro crítico - Seu lema é: maldizer sempre, elogiar sinceramente nunca. Critica negativamente a tudo e a todos. Transmite para a vítima uma visão feia e negativa das coisas, das pessoas e do mundo. A crítica impiedosa e negativa cria no ouvinte um estado de alma escuro e pesado, e isso é outro jeito fácil de abrir uma jugular energética e se banquetear com os fluidos da vítima.

Defesa: Diga ao vampiro, sem medo de parecer ridículo: “Coitado, como você está infeliz! Veja que dia (ou noite) lindo! O Sol (a lua-cheia, as estrelas) brilha no céu e você só vê escuridão! Vá se benzer.”



Vampiro puxa-saco - É um adulador. Amacia o ego da vítima, cobrindo-a de falsos elogios. Lembra-se de O corvo e a raposa, fábula de La Fontaine? O corvo, no alto da árvore, carrega no bico um belo naco de queijo. A raposa esperta diz ao corvo que sua voz é magnífica, e pede a ele que cante. Lisonjeado, o corvo abre o bico, emite um triste grasnado e... deixa cair o queijo. A raposa abocanha o petisco, e ainda faz sermão ao tolo corvo: “Aprenda que todo adulador vive às custas de quem o escuta”. Cuidado com os aduladores. Dentro de cada um deles está um vampiro à espreita.

Defesa: Não caia na conversa de puxa-saco. Se ele insistir, conte-lhe a fábula de La Fontaine.





Vampiro fuxiqueiro - A fofoca é uma das armas mais perversas dos vampiros de energia. Ele se achega, com ar sacana, e conta segredos da intimidade dos ausentes. Fala como quem lhe dá um presente. Mas na verdade planta na sua alma as sementes da maledicência, da traição e da calúnia, demônios perigosos para a sua estabilidade energética.    

Defesa: não se divirta com as falsas prendas do fuxiqueiro. Diga que você vai conferir as informações com a pessoa ausente. Ou, se estiver com pouca paciência, mande ele cantar em outra freguesia.



Vampiro pegajoso - A porta de entrada que ele procura arrombar é a da sua sensualidade e sexualidade. Aproxima-se como se quisesse lamber você com os olhos, com as mãos, com a voz. Fuja rápido dessa situação. Esse vampiro é muito perigoso. Ele irá sugar suas energias seja conseguindo seduzi-lo com seu jogo perigoso, seja provocando em você repulsa e náusea. Em ambos os casos você estará desestabilizado e ele irá alcançar seu intento.

Defesa: Diga que você é uma pessoa neurótica e detesta ser tocada. Se ele insistir, diga algo capaz de cortar qualquer tesão indesejado: “Preciso ir urgente ao banheiro”.



Vampiro hipocondríaco - Cada dia aparece com uma doença nova. Diz que é vítima constante daquela dor que anda pelo corpo, e que cada hora está num lugar diferente. É o seu jeito de chamar a atenção dos outros, despertando neles preocupação e cuidados. Deleita-se em descrever nos mínimos detalhes os sintomas dos seus males e todo o seu penar. Quando termina o relatório está ótimo. E quem lhe deu ouvidos está péssimo.

Defesa: Dê a ele o telefone de um bom homeopata. Esses médicos têm uma paciência de Jó para tratar de hipocondríacos.



Vampiro encrenqueiro - Para ele, o mundo é um campo de batalha onde as coisas só podem ser resolvidas na base do tapa. Polemiza sobre tudo e qualquer coisa, mas não quer, ao contrário do que possa parecer, minar as defesas da vítima insuflando nela os sentimentos do medo e da insegurança. Quer contaminar a alma da vítima com a raiva, a ira e a agressividade. Provoca para obter uma reação, para que a vítima compre a briga. Com isso a desestabiliza e pode sugar à vontade.
São pessoas que reagem violentamente sem motivo. Se você dizer ou fazer algo que não lhes parece bom como, por exemplo, um gesto mal interpretado ou por um comentário fora de contexto, isso poderia ser o suficiente para acender a sua fúria.


Suas reações são desproporcionais, de modo que pode ser um problema grave se você não tiver cuidado com o que faz ou diz. É claro que conviver com uma pessoa que o obriga a calcular milimetricamente tudo o que você faz ou diz não é positivo para a sua saúde mental. E, escusado será dizer, que você vai se sentir esgotado após dez minutos de conversa com o vampiro agressivo.

Defesa: Esse vampiro tem, sobretudo, uma personalidade infantil. Ofereça para ele um guaraná, um docinho, uma mamadeira. Ou conte-lhe uma piada de papagaio. Se ainda assim insistir em polemizar, ofereça-lhe um café adoçado com Lexotan.


Vampiro catastrófico Esse tipo de vampiro é muito alarmante.  Esta personalidade leva o pessimismo ao extremo, para eles qualquer fato ou situação leva a uma escala apocalíptica.

Seus tópicos de conversação favoritos se referem a catástrofes e matanças que ouviram nos programas de notícias ou mesmo desastres que não ocorreram, mas que na sua opinião, acreditam que poderiam acontecer.
Este tipo de vampiro acredita firmemente que a vida se resume a enfrentar uma longa lista de perigos iminentes e infortúnios. Se você tiver a infelicidade de conviver com alguém assim, vai logo perceber que se sente exausto com frequência e, na pior das hipóteses, pode começar a incorporar algumas de suas paranóias




O principal problema que os vampiros psíquicos emocionais causam não é apenas a atmosfera nublada da sua presença, mas como interagimos com eles diariamente, isso acaba gerando altos níveis de estresse e fadiga emocional.

Devemos considerar que o estado emocional das pessoas ao nosso redor, eventualmente, nos afeta: as emoções são contagiosas, tanto para o bem quanto para o mal. E quando as emoções negativas se mantém por um bom tempo, os problemas psicológicos (e até algumas doenças) podem começar a aparecer.

É por esta razão que, se não tivermos outra escolha a não ser conviver com um vampiro emocional, precisamos aprender a identificar as suas características distintivas e saber lidar com as suas más vibrações.




Por isso é muito difícil manter um bom estado emocional se o vampiro  é uma pessoa que faz parte do nosso círculo interno: família, amigos ou cônjuge. Quando mais próxima for a relação, mais ela vai lhe causar efeitos nocivos.

O vampiro psíquico emocional sabe como escapar.
Normalmente, o vampiro  tenta humilhar ou desqualificar os outros, mas muitas vezes se escondem atrás de justificativas e pretextos para demonstrar o seu ponto de vista e ”provar” para os outros como é bom.

Alguns vampiros podem não estar cientes de que estão roubando a sua energia emocional
No entanto, é claro que podem haver casos em que a personalidade do vampiro p.emocional não é experimentada conscientemente. Alguns vampiros  não são capazes de perceber que se comportam assim, e não estão cientes dos efeitos negativos de suas ações sobre as pessoas ao seu redor.




Às vezes não percebem que o seu comportamento pode ser causado por situações ou eventos traumáticos que viveu anos atrás (ou talvez também por imitar comportamentos e atitudes  disfuncionais que viu em seus pais), e o produto disso é que suas relações com outras pessoas é influenciada por esses mecanismos de defesa que foram adquiridos e consolidados como parte de sua personalidade.

Cabe a você avaliar se o vampiro psíquico emocional merece uma segunda chance
Naturalmente, o fato de que alguns vampiros  não estarem completamente cientes de que estão sugando o seu bem-estar emocional não é desculpa para irrelevar o dano que causam em você.

É uma questão de detectar o problema cedo e tomar as medidas adequadas e justas: em alguns casos, uma conversa sincera pode surtir efeito e consertar a situação. Em outros casos, a melhor solução é se distanciar deles.




1- Não sinta pena deles : Esse tipo de personalidade é especialista em obter certas respostas emocionais das pessoas. Eles tentam se fazer de vítimas para que você sinta pena delas e se sinta mal com isso. Não caia nessa, evite ao máximo essa sensação e se afaste.

Se quiser realmente ajudar essa pessoa, ou não tem certeza se há um motivo por trás do que ela está fazendo, tem uma forma de verificar. Depois que ela contam o que está acontecendo em suas vidas, tente oferecer conforto e sugira soluções. Se elas se recusam a ser consoladas e não se interessam por dar um jeito na coisa, entenda isso como a sua deixa para se afastar.

2- Coma e durma bem: Manter seu corpo abastecido para aguentar o tranco da vida é crucial para se manter saudável e também seguro contra os vampiros de energia. Sempre ouça seu corpo e suas necessidades.

3- Recarregar as baterias depois de ficar perto de um deles: Certifique-se de beber bastante água, comer ou relaxar depois de lidar com um vampiro energético. Eles tentam virar as pessoas do avesso. É importante desfazer qualquer coisa que eles tenham feito para te afetar antes de seguir com o seu dia. Nunca subestime a extensão dos danos — às vezes podem ser bem sutis.

4- Evite-os se estiver se sentindo para baixo ou vulnerável: NUNCA se envolva com um vampiro emocional se não estiver se sentindo 100%. Mesmo se as circunstâncias estiverem favoráveis, eles são capazes de arrastar a pessoa com eles ao seu nível baixo. Se se sentir deprimido, vulnerável, agitado, lide com esses sentimentos antes de entar em contato ou falar com eles. Se não, eles dificultam que você se recupere desses estados.


5- Ajude-os: Essa opção só se faz disponível em algumas circunstâncias. Vai depender de você testar a validade do desejo deles de mudar as coisas. Pode até ser um esquema para drenar ainda mais energia de você e conseguir mais atenção. Positividade, apreço e reconhecimento vão ser necessários da parte deles para que o comportamento mude. Conforme o processo evolui, tire períodos para descansar, porque vai ser extenuante.

6- Sorria: A melhor forma de lidar com a formações negativas é reconhecê-las pelo que são, sorrir e mandar bastante compaixão para elas, depois deixar que se vão. Elas não estarão prontas para esse golpe de positividade e vão ficar desarmadas, deixando você livre para sair.

7- Mantenha-se positivo quando perto deles: Afirme-se constantemente quando estiver preso perto de um vampiro. Repira mantras mentalmente, mande muito amor e positividade para si mesmo. Não deixe a peteca cair, porque isso também dá energia para eles.

8-Medite: Use a meditação para reforçar suas defesas internas e recuperar qualquer coisa perdida no confronto. Certifique-se de que o foco está em você e de que é positivo. Não tente “diminuir” o vampiro, porque isso só o alimenta mais.

9- Limpe sua aura: Defender-se de um agressor espiritual pode deixar sua aura suja ou exaurí-la. Há muitas técnicas para limpá-la ou recarregá-la: tomar um banho, fazer uma defumação com sálvia, meditar, tomar banho de sol, recitar mantras ou comer. Mesmo ficar sentado, apenas, em silêncio, pode te ajudar, contato que você saiba que está em processo de cura. Estar consciente é a chave.

10- Use técnicas visuais: No campo das emoções e pensamentos, há técnicas de visualização que podem lhe proteger em diversas situações. Imagine uma luz dourada emanando do meio de você e de sua cabeça. Faça com que a luz se intensifique. Quando ela ficar o mais brilhante possível, faça com que ela te encapsule, como uma bolha. Pode até usar suas mãos para “selar” as aberturas. Depois que a situação perigosa passar, “saia” da bolha para que sua energia possa fluir naturalmente de novo.

Sobretudo, não brinque com os vampiros. Eles são sagazes. E famintos. Melhor ficar longe deles. E não esqueça, para desencargo de consciência, de fazer uma autocrítica honesta para ver de que lado você está. Por que, em matéria de vampiros, toda vítima tem, de vez em quando, o seu dia de algoz...




VÍDEOS INTERESSANTES SOBRE O TEMA, CONFIRAM:











Fontes: - psicologiaymente  traduzido e adaptado por Psiconlinews
             - Perfeito
               - Brasil 247
             - Cura e Ascensão
              -Canal : Arly Cravo
              -Canal : Estudo Espírita em Ação



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