quinta-feira, 14 de julho de 2016

FUJA DOS EXTREMISTAS



Quando vem à nossa mente a palavra "extremista", já associamos aos árabes, talibãs, judeus, etc.
   
Mas na realidade essa palavra está muito próxima de nós de várias maneiras e através de certas atitudes. O extremista é uma pessoa que busca impor de forma radical e autoritária, geralmente através do uso de violência, uma ideologia, uma causa, uma religião, etc...


Extremismo são medidas radicais tomadas para resolver os problemas sociais, políticos ou religiosos. Expressa a mais completa falta de equilíbrio, serenidade ou harmonia, em qualquer situação.


Extremo é excessivo, exagerado. 

O extremismo pode se manifestar na realidade do ser humano, na vida pessoal e tem consequências na construção da história de forma negativa. 

É um desequilíbrio que varia entre o tudo punir, ou por outro lado, o tudo permitir. Manifesta-se no comportamento humano como fanatismo, querendo impor ideologias, crenças, estilos e modos de vida, de modo a subverter os verdadeiros valores, aos quais a luz da consciência atesta.

O extremista é aquele que pretende algo semelhante a uma ruptura total com uma forma de pensamento, ou ideologia, porém de forma totalmente irracional e inflexível. 


Uma pessoa extremista sempre se posiciona no ponto mais extremo de uma ideia, cego para todas as demais possibilidades, e totalmente fechado ao diálogo. 

Na cabeça do extremista é como se o diálogo fosse na verdade um monólogo. Ele ouve os argumentos do outro com o interesse único e exclusivo de refutar e contra-argumentar, nunca para assimilar, entender e acrescentar a si mesmo tais ideias. 

O extremista não muda uma vírgula daquilo que pensa, não sai um centímetro de seu posicionamento original, não reconhece equívocos (mesmo que óbvios e claros), nunca está disposto a se transformar e modificar. 


O debate para o extremista é sempre puramente retórico, ou seja, é um mero embate de ideias, onde um tenta convencer o outro de seu ponto de vista, e nunca discutir uma ideia na busca de um consenso reflexivo.

Extremismo político e religioso é a prática de ver o mundo em preto e branco, de rejeitar de modo ativo todos os sistemas concorrentes sociais e de crenças. Essa é a marca singular desse sistema pernicioso.


O Extremismo Religioso:



O extremismo religioso é aquele que defende suas crenças, como a unica verdade do universo. Pode ser identificado em diversos grupos (e lideres) espalhados pelos cinco continentes. 

extremismo religioso é marcado pela aversão a diferenças de crenças, resultando em perseguição à liberdade de credo e pluralismo religioso. Acima de tudo, o extremismo religioso é marcado pelo fanatismo e intolerância.

Da referência histórica, entende-se que o funcionamento de um movimento extremista, é o de oposição ao entendimento do próximo, das necessidades da sociedade.  É um movimento de imposição. 




Um extremista religioso não é, necessariamente, um homicida, um terrorista no sentido literal do termo; há vários níveis de destrutivismo, que inclui o fanatismo religioso, o conservadorismo exacerbado, a fé cega e intolerante, o eucentrismo, a oposição a toda e qualquer política mais liberal e ao espoliado pelo sistema econômico. 

O extremismo religioso é destrutivo pelo o fato de que não consegue dialogar com o Outro, com o Próximo. 

O extremismo, está em acreditar que os livros sagrados são simplesmente (e unicamente) “vertical” e não “horizontal”. São os monges medievais, os ascetas puritanos, que verticalizam sua fé ao se isolarem dentro de mosteiros enquanto a humanidade sofre de dor e de fome. 


Na realidade, a intransigência religiosa tende à piorar os variados problemas sociais e políticos que alegam combater. 

Contradizem os ensinos de seus fundadores, exemplo de Maomé que pregava, entre outras virtudes, “não oprimir o estrangeiro que peregrina na vossa terra e amá-los como a vós mesmos”. 

O extremismo religioso, seja em nome do Islã, do cristianismo ou de qualquer crença, vai além do zelo excessivo pela "palavra", mostra-se irracional, caracteriza-se pela ausência de autocrítica, é arrogante e muitas vezes, desumano.

A história das religiões está repleta de casos de intransigência, que são uma desgraça para a humanidade. 


Desde a inquisição, passando pelas guerras religiosas da Europa do século XVII e dos tempos modernos, com os maus exemplos dados pelo Irã e seus xiiitas e pela Irlanda, com seus intolerantes protestantes e católicos romanos, fica demonstrado que esse extremismo religioso nunca descansa. 

As Jihad ou Guerras Santa, são um recurso extremista que as grandes religiões monoteístas têm usado ao longo da história para proteger o que consideram ameaça aos seus dogmas e a seus lugares sagrados.  Esse recurso é usado também como estratégia geopolítica de expansionismo das civilizações. As principais guerras santas, já travadas ao longo da história, tiveram origem no Cristianismo e no Islamismo. 

Atualmente, cerca de 80% dos conflitos armados que existem por todo mundo são decorrentes de questões religiosas. Em todo mundo estamos vendo o desenrolar de guerras e mais guerras em nome de algo que eles chamam de “fé”.
Radicalismo religioso, eis aí um gravíssimo nódulo cancerígeno do mundo contemporâneo. 


O Extremismo Político/Ideológico:



O extremismo, em política, refere-se à doutrinas ou modelos de ação política que preconizam soluções extremas, radicais e revolucionárias, para os problemas sociais.

Frequentemente está associado ao dogmatismo, ao fanatismo e à tentativas de imposição de estilos e modos de vida, bem como à negação radical de valores vigentes. O extremismo, unido ao unilateralismo, resulta em total fechamento ao diálogo e à negociação.

O comportamento desses grupos se concretiza historicamente por práticas, muitas vezes eversivas e violentas, que rejeitam os vínculos formais da transformação do conflito em controvérsia, próprios da tradição parlamentar.

O extremismo político é invariavelmente radical, e tende a ter entre seus líderes, ditadores totalitários.


Na história política moderna e contemporânea, o extremismo foi adotado em diferentes ocasiões, por diversos movimentos sociais e políticos, de diferentes orientações ideológicas, principalmente em épocas críticas de intensa mobilização social e de profundas transformações econômicas e institucionais.

A extrema-direita por exemplo, tem historicamente favorecido uma sociedade elitista, baseada na crença da legitimidade do domínio de uma minoria supostamente superior sobre as massas inferiores.

O termo extrema direita emprega-se em política para descrever a pessoas ou grupos que apoiam as posições da direita política, defendendo de forma violenta suas idéias ou sendo adeptos do uso destes meios. Seus partidários costumam caraterizar-se pela defesa de ideologias conservadoras, nacionalistas ou de exclusão.


As políticas da extrema-direita geralmente envolvem posturas anti-imigração e anti-integração contra grupos que são considerados inferiores e indesejáveis.

Com relação as medidas sócio-culturais (cultura, nacionalidade e migração), uma posição de extrema-direita assume a opinião de que certos grupos étnicos, raciais ou religiosos deveriam ficar separados, e que os interesses do próprio grupo devem ser priorizados.




Extrema-esquerda é um termo empregado em muitos países da Europa e das Américas para designar correntes políticas situadas ainda mais à esquerda dos partidos socialistas e dos partidos comunistas tradicionais.

Geralmente são partidários de realizar reformas radicais do sistema social, político e econômico e uma distribuição equitativa da riqueza e do controle dos meios de produção.

As vertentes de extrema-esquerda são mais favoráveis a Ditadura do Proletariado, defendendo um Estado provisório porém centralizador, de caráter marxista-leninista.

Embora geralmente defendam reformas radicais do sistema social, político e econômico, distribuição equitativa da riqueza e descentralização do controle dos meios de produção, não são necessariamente marxistas, ainda que frequentemente sejam relacionadas ao marxismo. 

Para certos setores da extrema esquerda, os partidos comunistas expressam a degeneração do regime soviético em capitalismo ditatorial de Estado ou se converteram em partidos burgueses, ao aceitar a participação no modelo parlamentar usual. 


Radicalmente oposta à extrema-direita no espectro ideológico, atualmente uma das linhas de atuação da extrema-esquerda é a oposição, de caráter internacionalista, às políticas de globalização financeira e ideológica.

Entre suas atividades estão desde as ações individuais (incluindo ações violentas) até o boicote, a desobediência civil ativa e ocasionalmente atividades terroristas sistêmicas, como as dos grupos terroristas, como ETA na Espanha, as FARC na Colômbia, ou as Brigadas Vermelhas do Japão por exemplo.

Esquerdistas mais extremistas procuram abolir todas as formas de hierarquia, nomeadamente a distribuição desigual de riqueza e poder. A extrema esquerda procura uma sociedade em que todos têm oportunidades econômicas e sociais iguais e ninguém tem mais riqueza ou poder do que qualquer outra pessoa, mas que todos, sem exceção estejam sob o julgo de seus lideres.



Fuja dos extremistas. Pessoas com esse perfil perderam a capacidade de questionar. Perderam o censo crítico. 




São mero repetidores doutrinados, que na histeria de sua idolatria (politico/religiosa) se transformaram em massa de manobra acéfala e disforme.

Fuja dos extremistas....








Fonte:https://pt.wikipedia.org/wiki/Extremismo
https://gustavosb86.wordpress.com/2012/07/09/radical-ou-extremista-qual-e-a-diferenca/
http://agazetadoacre.com/noticias/extremismo-religioso-e-politico/
https://colunas.gospelmais.com.br/o-extremismo-religioso-e-seus-males_9715.html

Um comentário:

  1. Todo extremista é um seguidor cego e burro! Simples assim!

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