sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

HUMAN - Documentário




Filme: Human
Direção: Yann Arthus-Bertrand
Gênero: Documentário
Duração: 90 min em três volumes
Sinopse: Com testemunhos e imagens aéreas exclusivas, o introspectivo documentário aborda quem nós somos hoje em dia. Não só como comunidade, mas como indivíduos. 
Através das guerras, descriminações e desigualdades, confrontamos a realidade que também contempla discursos de solidariedade. 
Uma reflexão do futuro que queremos para nós, seres humanos, e o planeta.


O que faz de você um humano? O que faz você, eu, o vizinho e até a rainha da Inglaterra chorar, amar, rir e sonhar? 

Por três anos inteiros, o cineasta Yann Arthus-Bertrand viajou o mundo buscando entender a essência humana. 

E a encontrou nas histórias de vida de 2 mil mulheres e homens de 60 países, o que deu origem origem ao documentário HUMAN.


“Eu sonhei com um filme em que a força das palavras ampliasse a beleza do mundo. As pessoas me falaram de tudo; das dificuldades de crescer, do amor e da felicidade. Toda essa riqueza é o centro do filme HUMAN. Esse filme representa todos os homens e mulheres que me confiaram suas historias. 

O filme se tornou um mensageiro de todos eles“, afirma Arthus-Bertrand no site do projeto.




Com trabalhos produzidos para marcas como National Geographic, documentários premiados e dezenas de livros de de imagens áreas feitas em diferentes partes do globo, foi exatamente dentro de um helicóptero que Arthus-Bertand encontrou a semente de seu novo e grandioso documentário: “Human”. 



Ele se viu no meio de uma floresta no Mali depois de o helicóptero em que estava sofrer uma pane em solo. Enquanto esperava o piloto resolver a situação, conheceu um agricultor muito simples com quem, em algumas horas de conversa, se sentiu especialmente conectado. “Ele me contou, com grande dignidade, sobre o seu dia a dia, os seus desejos, medos e uma única ambição: alimentar seus filhos. Era a gênesis de “Human”.



As histórias reais, as mais diversas, versam sobre diversos tópicos, como vida, morte, amor, família, pobreza, direito das mulheres, sexualidade e guerra.

Os entrevistados, entre eles 4 brasileiros, não nos são apresentados com nome e pais de origem, escolha acertada da direção, o que torna a obra mais universal.


Os relatos variam entre histórias de vida inacreditáveis e situações corriqueiras. Casos de amor e também de ódio e vingança. 

Ao despir-se de julgamentos morais, cabe ao espectador decidir como lidar com tudo isso.


Do carismático ex-presidente uruguaio Pepe Mujica à dona Maria, uma brasileira que retrata sua felicidade e gratidão pela vida no campo, passando pela atriz americana Cameron Diaz, o filme é resultado de três anos de trabalho, o que resultou nos depoimentos emocionados de mais de duas mil pessoas em 60 países. 




“Inventamos uma montanha de consumo supérfluo. E o que estamos gastando é tempo de vida. Porque quando compramos algo não estamos comprando com dinheiro.  Estamos comprando com tempo de vida que tivemos que gastar para ter esse dinheiro”, diz Mujica.

Deste trabalho todo, Yann e sua equipe selecionaram os 200 depoimentos mais emocionantes, dentre eles, de quatro brasileiros.

Intercalando depoimentos com imagens aéreas de beleza milimetricamente calculada — de aglomerações de pessoas a paisagens naturais que vão dos Lençóis Maranhenses à peregrinações no deserto —, o filme mostra as diferentes visões de mundo de pessoas com culturas e classes sociais muito diferentes; ricos e pobres, negros e brancos, cristãos e muçulmanos, etc. 












A surpreendente colcha de diversidades ideológicas hora faz rir, hora faz chorar.

“Apesar de tanta evolução, parece que ainda somos incapazes de vivermos juntos”, afirma o documentarista. “E por que, de uma geração para a outra, continuamos a cometer os mesmos erros?”.

Ainda temos tempo de encontrar a resposta.



A estreia do filme foi feita no Festival de Veneza, e foi exibido também na sede das Nações Unidas em Nova York. 

Para tornar o projeto ainda mais universal, Yann Arthus-Bertrand fez uma parceria com o Google Cultural Institute e versões do filme em seis idiomas, incluindo o português, foram disponibilizadas no YouTube.





















Fontes:
https://humanthemovie.withgoogle.com/intl/pt-br/
http://www.blog.365filmes.com.br/2015/09/Conheca-o-projeto-Human-o-Filme.html
http://br.blastingnews.com/mundo/2015/09/human-documentario-mostra-como-vivem-e-o-que-sentem-as-pessoas-ao-redor-do-mundo-00569313.html
http://www.hypeness.com.br/2015/09/documentario-disponivel-no-youtube-investiga-as-dores-e-amores-de-sermos-humanos/





Um comentário:

  1. “Dizem que de boas intenções o inferno está cheio.
    Eu concordo tanto com esse pensamento que por um tempo fiquei meditando o tanto de mal que o excesso de caridade tem provocado na humanidade.” [William Robson]

    Em termos de natalidade brasileiros estão bem evoluídos, falta uma guinada para Direita e voto facultativo/distrital com urnas confiáveis.
    Vejam esses números, mas antes entendam que quanto maior que “2” ele for mais a população cresce.
    Se é menor que 2 a população diminui ... a não ser que receba muitos imigrantes.

    Culturas Problemáticas:
    6,67 nascimentos por mulher (2012) Somália
    5,14 nascimentos por mulher (2012) Afeganistão
    3,21 nascimentos por mulher (2012) Haiti
    3,00 nascimentos por mulher (2012) Síria

    Culturas Evoluídas:
    1,90 nascimentos por mulher (2012) Reino Unido
    1,88 nascimentos por mulher (2012) USA
    1,81 nascimentos por mulher (2012) Brasil
    1,38 nascimentos por mulher (2012) Alemanha

    Vejam que em termos de procriação brasileiros estão bem civilizados, quem sabe abracemos agora um capitalismo de melhor qualidade e comecemos a deslanchar economicamente.

    Observem que ocorrência interessante:

    “A preocupação dos israelenses com o futuro se reflete no número de bebês que põem no mundo.
    O povo de Moisés registrou fertilidade de 2,96 filhos por mulher em 2008.
    O número torna Israel um dos poucos países do primeiro mundo com taxa de natalidade próxima de 3 filhos por mulher, o que pode ser interpretado como uma resposta à pressão demográfica entre judeus e árabes.

    No território israelense, os judeus são maioria (76% da população, ou 6 milhões de pessoas), mas nos territórios palestinos ao redor a população já é de quase 4 milhões, com taxa de fertilidade que alcança 5,1% na Faixa de Gaza.
    Em Israel, as famílias árabes muçulmanas têm em média 3,8 filhos.
    Há o temor de que, num período de 10 anos, os judeus sejam ultrapassados.” [Gazeta do Povo]

    Judeus estão procriando mais para não serem substituídos por árabes.

    Dos povos pouco civilizados já está difícil convence-los da necessidade de reduzirmos a população, se os povos civilizados começarem uma corrida populacional ... os 4 cavalheiros do Apocalipse nos farão uma visita daqui há poucas décadas.
    Essa lógica entra em sua mente?

    “Os Quatro Cavaleiros são personagens descritos na terceira visão profética do Apóstolo João no livro bíblico de Revelação ou Apocalipse.
    Os quatro cavaleiros do apocalipse são Peste, Guerra, Fome e Morte.
    Que para os cristãos vai acontecer antes do fim de todas as coisas.”

    Se você tiver no máximo 2 filhos a vinda dos 4 cavalheiros permanecerá só mais uma lenda cristã.

    Amém?

    http://filosofiamatematicablogger.blogspot.com.br/2015/11/refugiados-e-o-planeta-terra.html
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