sábado, 5 de dezembro de 2015

TRINDADES



A utilização do triângulo como símbolo de realidades espirituais é muito antiga e pode ser recenseada em todas as tradições religiosas da antiguidade. 

Na religião dos povos da Suméria, por exemplo, o universo era dividido em três regiões, cada qual sob o domínio de um deus. O céu cabia ao Deus Anu, a terra era governada por Enlil e as águas estavam sob o domínio da deusa Ea. Eles formavam a tríade das deidades construtoras e governantes do mundo.

Também no Hinduísmo, a ideia de uma trindade de deuses a construir e governar o universo é bastante antiga. Essa ideia sustenta que o mundo é construído e sustentado por uma trindade de deuses chamados de Brhama, Vishnu e Shiva.  Brhama é o deus da criação, Shiva é o deus da destruição e Vishnu da preservação. 

Na religião solar dos egípcios, essa trindade era composta por Osíris, Ísis e Hórus, sendo Osíris o Sol, Ísis a Lua e Hórus, o filho que deles nasce, ou seja o universo com todas as suas manifestações.



Mas é na tradição gnóstica dos neoplatônicos que a ideia da trindade iria ser trabalhada na sua forma espiritual mais elaborada.


Várias concepções, todas convergentes para uma única ideia, foram desenvolvidas pelos filósofos gnósticos para explicar como o princípio trinitário constrói e sustenta o universo.

Para o pensamento gnóstico, o primeiro ponto representa o eon (átomo) fundamental, origem de tudo o que existe, também conhecido como o Uno, a Mônada, o Princípio Fundamental, a Unidade, ou seja, o Espírito de Deus.




Os dois pontos inferiores são a dualidade que dele deriva, também conhecidas como Demiurgo e Sophia, deidades gnósticas que representam os princípios, masculino e feminino, que são gerados pelo primeiro ponto e a ele se juntam para dar nascimento ao universo físico.

A idéia gnóstica de um princípio trinitário dando origem ao universo foi inspirada na filosofia de Platão. Foi aquele filósofo grego que teve essa clareza, ao intuir que o universo se assentava sobre um triângulo virtual que eram as Idéias Separadas, o Demiurgo e a Matéria. 


Segundo Platão, toda a matéria elementar é composta de triângulos combinados. O três representa a solidez, estabilidade. Estabelece os princípios de harmonia e equilíbrio em um mundo dual.

O número três, tido por Pitágoras como o príncipe dos números, é pleno de significação e beleza. É um numero que rodeia a existência.


Por isso, é usado pra representar o aspecto Divino, através da Trindade, presente em várias culturas:

Cristianismo: Pai, Filho e Espírito Santo 
Hinduísmo: Brahma, Vishnu e Shiva (trimurti) 
Egito: Ísis, Osíris e Hórus 
Irlanda: Morrigan, Badb e Macha (facetas da Deusa da batalha) 
Celtas: Virgem, Mãe e Anciã (Aspectos da Mãe Terra) 
Espiritismo: Deus, princípio espiritual (Espírito) e princípio material (matéria) 
Platão: Ser (modelo perfeito, original), o demiurgo (cópia do modelo) e a matéria (espaço, lugar)
Cabala: Chokmah,  Binah,  Kether


Cristianismo:



A Trindade ou a Santíssima Trindade é o ponto central da doutrina cristã, um de seus mistérios mais difíceis de decifrar e de entender. Embora o Cristianismo seja uma religião monoteísta, contraditoriamente ela defende o ponto de vista da Trindade – um só Deus na forma de três seres diferentes: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. 

O Judaísmo e o Islamismo, bem como outras igrejas cristãs, igualmente monoteístas, não professam esta mesma fé na Trindade. Os que acreditam neste dogma baseiam-se em passagens da Bíblia, principalmente as que se referem ao batismo de Jesus, durante o qual uma pomba branca, supostamente o Espírito Santo, teria se derramado sobre o Messias. Esta expressão, porém, não está presente em nenhum ponto dos textos bíblicos, ou seja, é uma denominação criada exclusivamente pela Igreja Católica.


Estas três pessoas que integram a Trindade têm em comum a mesma natureza sagrada, igual nobreza, generosidade e santidade. Mas a Igreja também designa para cada uma delas tarefas distintas. Ao Pai cabe a Criação do Universo, a salvação tem mais a ver com o Filho e o processo de purificação espiritual é um papel desempenhado pelo Espírito Santo. Todos têm o mesmo poder e nenhum deles se sobrepõe ao outro. Este dogma católico é inquestionável, pois é determinante na crença cristã.

A Trindade, ou seja, as três pessoas subsistentes em um só Deus, constitui um dos maiores mistérios da Divindade. Não pode ser entendida nem explicada à luz da lógica humana. A infinitude de Deus não cabe na finitude do homem.

O Pai, o Filho e o Espírito estão nos fiéis, mas são presenças diversas. O Pai é o princípio na Trindade e, como tal, o começo de tudo. Mas é o Espírito que está no início da vida cristã, porque através dele o Pai e o Filho entram em comunhão com o ser humano. O Pai se dá, desde toda a eternidade, entregando-se ao Filho. Na encarnação, o Pai nos entrega o Filho, cuja vida nos é comunicada mediante a efusão do Espírito. O Espírito cria nossa comunhão com Jesus, o Filho. Assim entramos na própria vida de Deus, na Trindade. O Espírito nos torna filhos no Filho, ou seja, nos faz participar da própria vida de Jesus, por isso, com Jesus, podemos chamar Deus de Pai, Abba.


A missão do Espírito é configurar o mundo e o cristão a Cristo, o Filho, para que o cristão entre na relação do Filho com o Pai. Por causa do Espírito, Paulo e Cristo estão unidos: "Cristo vive em mim". Pelo Espírito, Cristo vive em Paulo. O Espírito cria a relação dos fiéis com o Pai e o Filho. É o mediador da relação dos cristãos com o Pai e o Filho. Cristo, por sua vez, é o mediador da comunhão dos homens com a Trindade.


Para os Gnósticos, Jesus identificou-se com o Cristo, “O Verbo por quem todas as coisas foram feitas”. Para as igrejas, esse fato divino tornou-se em data histórica de quem consideram a divindade encarnada (o Cristo Místico). Assim como o Cristo dos Mistérios, O Logos, a Segunda Pessoas da Trindade, é o Macrocosmos, assim também o Microcosmos encerra e representa o segundo aspecto do Espírito Divino, chamado, por isso, Cristo.

O segundo aspecto do Cristo dos Mistérios é, portanto, a vida do Iniciado, a vida do Segundo Nascimento no Reino Interno. Durante esta Iniciação Interna, o Cristo nasce no homem e, mais tarde, exalta-se, para tornar mais intelectual ao Iniciado a natureza do Espírito nele.

Hinduísmo:



Trimúrti (em sânscrito: Trimurti, lit. "três formas") é a parte manifesta tripla da divindade suprema, além das representações do Brahma, fazendo-se tripla no intuito de liderar os diferentes estados do universo. A trimúrti é composta pelos três principais deuses do hinduismo: Brahma, Vishnu e Shiva, que simbolizam respectivamente a criação, a conservação e a destruição.

O conceito de trimúrti desenvolveu-se na época do chamado período purânico. Embora Vishnu e Shiva atraiam fortes cultos e adorações, respectivamente o vixnuísmo e o xivaísmo, Brahma tende a arrastar-se para um plano absoluto, como um Deus criador. Freqüentemente, a trimúrti é retratada como uma figura de três cabeças, devido a uma encarnação dela em Dattatreya.

Nos Vedas, o Criador do Universo, Jagadisvara, é visto possuindo as formas masculina e feminina. Sendo a essência para a criação, o aspecto masculino e a matéria para a criação, o aspecto feminino.


Assim Deus é criador, mantenedor e transformador (destruidor), ou seja, Brahma, Vishnu e Shiva respectivamente.

Brahma:



É o criador do universo, é a inteligência criadora, representa a mente cósmica.

Brahma tem quatro cabeças e está sentado em uma flor de Lotus. Os Puranas dizem que ele criou Sarasvati (sua consorte, Deusa do conhecimento) e que ela corria de um lado para o outro e para cada lado que ela corria nascia uma cabeça, assim ele é representado com quatro cabeças significando os quatro vedas e todas as direções do conhecimento.
A tradição Védica usa alguns exemplos para explicar a criação. É dito que o “Criador é como a aranha tecendo a teia” . O Criador é a inteligencia e o material da criação. Ele retira de si mesmo o material da criação. Assim a criação é a manifestação do criador.
A base de Brahma é Sarasvati, o conhecimento. Assim Brahma também aparece sentado num cisne. O cisne tem a capacidade de separar o leite da água, assim como, o conhecimento é a capacidade de separar o real do não real (absoluto de maya).
Em suas quatro mãos Brahma sustenta um lotus, os vedas, um vaso contendo amrita e abaya mudrã. O lotus representa o símbolo da pureza. Os vedas são as escrituras sagradas contendo todo o conhecimento da criação e o meio para o conhecimento. O amrita é o néctar da imortalidade e abaya mudrã abençoa com destemor.


Vishnu:



É o poder de manutenção do universo.

Sua natureza é lila ,ou a representação. Assume diferentes formas à sua vontade. Ele está em pé sobre um lotus de mil pétalas com uma concha, um disco, uma massa e um lotus nas mãos. Estes quatro instrumentos são essenciais para a diversão da vida.
A concha é o instrumento que devolve a união de todos os sons da criação, representa o som puro , Om, que traz a liberação para os seres humanos.
O disco ou chakra é o anel de luz que rodopia no dedo indicador de Vishnu. Ele é o símbolo do Dharma, o dever de fazer o que é certo e correto, também representa a roda do tempo.


A massa ou clava é um instrumento para atacar os desejos, fonte de todo o sofrimento e insegurança. O lotus é mostrado para que não esqueçamos a nossa meta que é encontrar a nós mesmos. O lotus cresce no lodo e permanece luminoso, radiante, inafetado pelo ambiente, abre suas pétalas ao primeiro raio de sol e fecha-se com o último raio de sol.
A consorte de Vishnu é Laksmi a Deusa de todas as riquezas da criação, incluindo as riquezas da mente e todas as virtudes. Com ela Vishny matém toda a criação.



Shiva:



É o poder de destruição ou transformação. 

A palavra destruição aqui pode ser mal interpretada. Devemos entender que somente será destruído aquilo que for possível de ser destruído. O Eu, ser absoluto é sempre existente, é Brahma, este não é destruído por nada. A destruição de shiva é a destruição daquilo que é aparente e que encobre a realidade absoluta, é a destruição da nossa ignorância. Shiva é o Deus da disciplina, criador do yoga, assim ele vem mostrar de que forma podemos destruir a ignorância e atingir Moksha, a liberação do ciclo de nascimento e morte.




Shiva é representado meditando nas neves do monte Kailasa. A brancura da neve representa a mente sattvica ou purificada necessária para meditar; seus olhos estão entreabertos mostrando que sua mente está absorta no ser enquanto seu corpo se relaciona com o mundo; em seu pescoço ele carrega uma cobra enrolada, esta representa o ego (é venenoso quando ataca) sob controle usado como adorno somente; em sua cabeça a lua como enfeite (lua = memória,ego); sua arma é o trishula ou tridente simbolizando não só a destruição do ego e seus três tipos de desejos: fisicos, emocionais e mentais, mas também a transcendência dos três mundos, dos três gunas (sattva, rajas e tamas) e dos três períodos de tempo (passado, presente e futuro). 

Pendurado no trishula está o tambor de Shiva ou Damaru que representa o som, o fenômeno da criação do qual fazem parte da manutenção e a destruição. No movimento do trishula, ou das gunas, o tambor toca e a criação ocorre. O cabelo comprido mostra seu poder, todos os tipos de energia concentrados na busca do conhecimento. Do topo de sua cabeça nasce o ganges (conhecimento, amrita); seu corpo está coberto de cinzas simbolizando a queima da ignorância, da ilusão e de todos os desejos; ele está sentado sobre uma pele de tigre, que morreu de morte natural, porque o sábio senta-se no corpo (não está identificado com ele) enquanto os mortais sentam-se no chão. 


Shiva possui vários mãlas (colares e pulseiras) de rudrãkshas (representa o olhos de shiva) que servem para disciplinar a mente e preparar para a meditação.
Egito:



A trindade egípcia era formada por pai-Osíris, mãe-Isis e filho-Hórus.

Na mitologia egípcia, Isis e Osíris representavam os mais antigos soberanos do delta do Nilo em tempos imemoriais. Osiris era filho do Deus da Terra e da mãe do Céu. Isis era sua irmã, a Deusa da Lua. Em seu reinado, o Egito floresce, porque as duas divindades civilizaram essa terra e sua gente, aí introduzindo a agricultura, artes, ofícios, templos e a correta veneração dos deuses. 


Os egípcios, de todos os períodos dinásticos, acreditavam em Osíris que, sendo de origem divina, padeceu a morte e a mutilação sob as potências do mal, após grande combate com essas potências e voltou a levantar-se tornando-se, dali para adiante, rei do mundo inferior e juiz dos mortos e acreditavam que, por ele ter vencido a morte, os virtuosos também poderiam vencê-la. 

Osíris, todavia, possuía um rival e inimigo: seu irmão gêmeo Set ou Typhon, que em grego significa “insolência” ou “orgulho”. Set queria governar o país e estava constantemente conspirando contra a família real. Durante uma viagem de Osíris, quando Isis governava sozinha, Set tramou, com 72 conspiradores, a morte do Rei.


Osíris é a união do Sol e da Lua e foi morto e esquartejado em 14 pedaços por seu irmão Set, filho de Seb e Nut e marido de Néftis, que espalhou seus membros por todo o Egito, isto é, todo o Universo pois, ao separar a dupla original, o Sol e a Lua, Set dá origem aos planetas, às estrelas fixas, a todos os seres da Natureza, tudo isso nascido dos membros de Osíris, que foram arrancados e disseminados por todo o Universo, o Egito. 

Entretanto Osíris, ligado à morte, é o mundo atado, petrificado, privado da liberdade e submetido às leis da Natureza e aos ritmos implacáveis do Destino. 



Sua irmã, e esposa, Ísis, o trouxe de volta à vida depois de muito trabalho e esforço utilizando as fórmulas mágicas que lhe dera Tot, Isis deita-se sobre o esposo e ali concebe seu filho  divino, Hórus, que ao nascer foi associado ao Falcão, cujos olhos brilham a luz do sol e da lua. Horus  cresceu e combateu Set venceu-o e assim vingou o pai. 


Osíris passou a ser igual, ou maior, que Rá. Ele representa para os homens a idéia de um ser que era, ao mesmo tempo, deus e homem, e tipificou para os egípcios, de todas as épocas, a entidade capaz, em razão de seus padecimentos e de sua morte como homem, de compreender-lhes as próprias enfermidades e a morte. 



Originalmente, encaravam Osíris como um homem que vivera na terra como eles, comera e bebera, sofrera morte cruel e, com a ajuda de Ísis e Horus (seu filho), triunfara da morte e alcançara a vida eterna ao subir aos céus .

Por mais que se recue no tempo das crenças religiosas egípcias sempre há a crença na ressurreição e a morte física pouco importava, pois o morto atingia o Além que é a representação da terra ideal no céu e, por isso, era importante a conservação do corpo, pois o morto renascia no além. 

Durante 5.000 anos no Egito, mumificaram-se os homens à imitação da forma mumificada de Osíris e eles foram para os seus túmulos crentes que seus corpos venceriam o poder da morte, o túmulo e a decomposição, porque Osíris os vencera. 
A principal razão da persistência do culto de Osíris no Egito foi, provavelmente, ele prometer a ressurreição e a vida eterna aos fiéis.  

Este mito representa entre outras coisas a lealdade extrema de Isis, a esposa ao seu amado marido e sua obstinação em salvá-lo. É o mito da família unida, pai-Osíris, mãe-Isis e filho-Hórus, na luta do bem contra o mal.

Irlanda:

Morrigan é uma deusa da batalha, luta, e da fertilidade. Seu nome pode ser traduzido como "rainha fantasma ', que é inteiramente apropriado para ela. Morrigan aparece tanto como uma única deusa ou um trio de deusas, que inclui o Badb  e Macha. Morrigan freqüentemente aparece na forma de um corvo ornitológico com capuz. 

Nas lendas irlandesas, Morrigan é a deidade invocada antes das batalhas, como a Deusa do Destino humano. Dizia-se que quando os soldados  a escutavam ou a viam sobrevoando o campo de batalha, sabiam que havia chegado o momento de transcender. Então, davam o melhor de si, realizando todo o tipo de ato heroico, pois depreciavam a própria morte. Para eles, a morte não era um fim, mas um recomeço em um Outro Mundo, o início de um novo ciclo.


Sua função na guerra é difundir a força e a ira entre os soldados. Seu nome significa "Grande Rainha" ou "Rainha do Espectro". Esta deusa também representa a renovação, a morte que dá lugar a uma nova vida, o amor, e o desejo. A vida e a morte estão muito ligadas no universo Irlandês. 


Morrighan é virgem, mãe e viúva (tríade). Pertence ao grupo dos Tuatha De Danann, os seres mágicos que viveram na Irlanda antes dos irlandeses atuais. Nas guerras, ela se transforma em corvo. É uma deusa completa que forma uma tríade sombria com Badbh e Macha, as três a mesma deusa, com características diferentes em cada manifestação. 

Morrigan ou Morrigu, Macha e Badb formam a triplicidade conhecida como as "MORRIGHANS", as FÚRIAS da guerra na mitologia irlandesa.

Morrigan, como todas as deidades celtas está associada as forças da Natureza, ao poder sagrado da terra, o Grande Útero de onde toda a vida nasce e depois deve morrer para que a fecundidade e a criação da terra possam renovar-se.


Dotada do poder da transformação, Morrighan também era deusa dos rios, lagos e de toda as águas doces.

É com freqüência vista como uma divindade trinitária, embora as associações desta tríade variem: a mais freqüente dá-se de Morrígan com Badb e com Macha.

Tradição Celta:

A concepção da deusa representada em três formas, a deusa tríplice, ocorrem em muitas lendas dos velhos ancestrais celtas e estão presentes também na crença de muitos grupos pagãos. A mitologia grega, concebia a deusa tríplice manifestada em Ártemis (que encerra a Lua), em Selene (Lua Cheia) e Hécate (Lua Minguante). Na verdade, os antigos gregos nos fornecem a maior fonte de consulta sobre as deusas.

Originário das tradições Celtas, ele representa as três faces da Grande Mãe, a energia criadora do universo, cujas três faces são a Virgem, a Mãe e a Anciã. Também representava as estações do ano, que antigamente era dividido em três fases, primavera, verão e inverno.


Dentre as 3 faces da Deusa, Donzela ou, como também é chamada, a Virgem é a mais jovem, relacionada com os descobrimento e aspectos mais criativo de nossa personalidade. Ela é a inocência e despreocupação, a alegria de viver.

A face Mãe da Deusa é tida como a da eterna doadora da vida. Esta foi uma das primeiras representações religiosas expressas pelos seres humanos.
Sem a Virgem não há começos, sem a Mãe não há vida e sem a anciã não há o fim. A Deusa Anciã é o aspecto menos compreendido e o mais temido, já que nos leva inevitavelmente a refletir sobre a morte.




A Anciã foi reverenciada nas antigas culturas como regente do submundo, visto antigamente como um lugar de descanso das almas entre as reencarnações. Obviamente todos nascemos e morremos e a função da Deusa Anciã é nos acompanhar durante a última etapa de nossa vida, preparando-nos para o Outro Mundo.









Doutrina Espírita:



A Doutrina Espírita, com raízes profundas na mais insuspeitada tradição filosófica, apresenta-nos sua trindade, formada porém de substâncias, de essências, e não de pessoas: Deus, Espírito e Matéria. São, em verdade, três hipóstases , isto é, três essências ou substâncias, que se oferecem à análise da razão.
Os antigos sistemas valeram-se primordialmente do mito para explicar a origem de tudo. As narrativas acabavam envoltas em mistério, mas encantavam aquelas mentes em formação, que se inebriavam com as tradições dos ancestrais, num clima de sonho e magia.


Allan Kardec nos informa que todas as coisas que existem no universo podem ser sintetizadas em três elementos fundamentais, a que ele deu o nome de Trindade Universal. 
Esses elementos são: 
Deus;
Espírito; 
Matéria;
Assim, o espírito, na definição da Doutrina Espírita, é o princípio inteligente do universo, individualizado, com moralidade própria. O espírito é distinto de Deus, seu criador, e da matéria, à qual se une para se poder manifestar.

A Matéria
Define-se matéria, como sendo tudo o que tem massa e que ocupa lugar no espaço. De acordo com este conceito, tudo aquilo que pode ser pesado, medido, etc., é considerado matéria. Existem outros elementos a considerar, porém, como o som, a luz, o calor. Estes são denominados energia. 
Habitualmente, costuma-se afirmar que a energia é a capacidade que os corpos possuem para produzir um trabalho ou desenvolver uma força. Sabe-se que a energia não pode ser "criada" e nem "destruída", mas sim transformada. Toda a forma de energia que existe no Universo é a transformação de uma outra anterior.
Partindo da Teoria da Relatividade de Einstein tem-se observado que, na realidade, matéria e energia estão diretamente relacionadas. 
A matéria é a energia condensada e a energia uma forma de apresentação da matéria.
Na definição da doutrina espírita matéria é "tudo sobre o qual o espírito exerce a sua ação". André Luiz no livro [Mecanismos da Mediunidade] referindo-se ao tema diz-nos:
“A matéria é energia tornada visível e toda energia, originariamente, é força divina de que nos apropriamos para interpor os nossos propósitos aos propósitos da criação."

No homem existe mais do que apenas matéria. O homem pensa e tem consciência plena da sua existência; relaciona ideias, estabelece conceitos, elabora juízos, constrói raciocínios, tira conclusões, e, servindo-se de um instrumento maravilhoso, que é a linguagem, comunica tudo isto aos seus semelhantes. Nada que a isto sequer se pareça ocorre no mineral ou num monte de matéria inanimada.



A matéria por si mesma não pensa; então lógico será pensar que, existe em nós, além do corpo material, algo mais, que é o agente do nosso pensamento, e que se chama alma ou espírito.



Esse raciocínio, perfeitamente lógico e conforme a mais pura razão humana, deveria ser suficiente para que nenhuma dúvida existisse no homem a respeito de que nele vive essencialmente um espírito.

Então Deus, na sua infinita bondade e amor, concedeu ao homem, com as manifestações espíritas, as provas cabais de que no ser humano vive um espírito, que pré- existe ao corpo e sobrevive à morte física.


No Espiritismo, não há nada de mítico, nada de místico, nada de sobrenatural, mas tudo passado pelo crivo da razão, que dá validade e consistência ao pensamento manifestado. Por isso, abordando a questão das três substâncias que formam a trindade universal, Herculano Pires as considerou "princípios da cosmogonia espírita, na qual se integra a teoria da gênese e formação do espírito, mostrando que está aí colocada a origem de todas as coisas. Espírito e matéria são os elementos gerais do Universo e Deus, acima deles, a causa primária de tudo o que existe.


A trindade Platônica:




Para Platão três princípios eternos constituem o todo, - as idéias separadas, o Demiurgo, a matéria.

Por acréscimo dão-se as formas criadas, - ditas sombras enquanto se modelam nos arquétipos, - com vistas a ordenar o matéria informe todavia eterna, de onde resulta o cosmos e as almas que nele vivem.

Os três princípios eternos constitutivos do todo se apresentam como sendo uma Trindade. Futuros desdobramentos poderão sintetizar esta Trindade, reduzindo-a à unidade. Ou, inversamente, poderão desenvolvê-la para estabelecer em Deus a Trindade das pessoas.


O sistema metafísico de Platão centraliza-se e culmina no mundo divino das idéias; e estas contrapõe-se a matéria obscura e incriada. Entre as idéias e a matéria estão o Demiurgo e as almas, através de que desce das idéias à matéria aquilo de racionalidade que nesta matéria aparece.

Por exemplo, as idéias separadas poderiam situar-se em um só ser, chamado Deus.  O divino platônico é representado pelo mundo das idéias e especialmente pela ideia do Bem, que está no vértice. 

A alma, assim como o Demiurgo, desempenha papel de mediador entre as idéias e a matéria, à qual comunica o movimento e a vida, a ordem e a harmonia, em dependência de uma ação do Demiurgo sobre a alma.

O mundo material, o cosmos platônico, resulta da síntese de dois princípios opostos, as idéias e a matéria. O Demiurgo plasma o caos da matéria no modelo das idéias eternas, introduzindo no caos a alma, princípio de movimento e de ordem. O mundo, pois, está entre o ser (ideia) e o não-ser (matéria), e é o devir ordenado, como o adequado conhecimento sensível está entre o saber e o não-saber, e é a opinião verdadeira. 
Conforme a cosmologia pampsiquista platônica, haveria, antes de tudo, uma alma do mundo e, depois, partes da alma, dependentes e inferiores, a saber, as almas dos astros, dos homens, etc.

Daí Platão dizer que o universo é constituído de “formas criadas”, sombras projetadas pela mente do Demiurgo, que se formatam em idéias (arquétipos), e estas em realidades materiais. 


Talvez o primeiro objetivo de Platão, nos diálogos, seja tentar explicar à Humanidade como o mundo e a vida foram criados por Deus para poderem ser o que são e como são hoje. A presença de Deus dá-se na experiência do Mundo, permeada pela consciência da unidade da Vida.

A trindade platônica, que em si é meramente um rearranjo de trindades mais antigas, que remontam aos povos anteriores, parece ser a trindade filosófica racional de atributos que deram origem às três hipóstases ou pessoas divinas ensinadas pelas igrejas cristãs. 


Cabala:



A Trindade Criadora cabalística: Kether, a Origem, distante de tudo e ao mesmo tempo inerente a tudo; Chokmah, o Pai, e Binah, a Mãe. Kether é para os cristãos o próprio Cristo. Não a pessoa Jesus, mas a essência crística, o fogo divino que habita na alma do Iniciado, o Ungido, o desperto espiritualmente. Dessa Trindade as outras sephiroth se originam.

Na cabala, a Árvore da Vida também é dividida em três colunas. A da esquerda é conhecida como pilar da severidade, é o pilar feminino; a da direita é o pilar da misericórdia, é o pilar masculino; e o pilar central é o pilar do equilíbrio, contrastando as emanações dos pilares direito e esquerdo. 

Kether - Coroa
Kether se situa na posição central superior da árvore. É a coroa. É o potencial puro das manifestações que acontecem nas outras dimensões. Representa a própria essência, atemporal e livre. É a gênese de todas as emanações canalizadas pelas outras Sephiroth.

Chokmah - Sabedoria
Chokmah se situa no topo da coluna direita, o pilar da misericórida, é conhecido como Abba, o grande Pai. É a sabedoria. Chokmah é a energia pura ainda não materializada. Tem caráter masculino e infinitamente expansivo. É o salto quântico da intuição, que deriva as manifestações artísticas. Analogamente, é o lado direito do cérebro, onde flui a criatividade e o mundo das idéias.

Binah - Entendimento
Binah se situa no topo da coluna esquerda, o pilar da severidade, é conhecida também como Amma, a grande Mãe. É o entendimento. Binah foi a primeira manifestação da forma sobre a força (Chokmah). Ela fez com que a força infinita de Chokmah se tornasse limitada, e com isso, equilibrando-se reciprocamente com ele. É a lógica que dá definição à inspiração e energia ao movimento. Analogamente, é o lado esquerdo do cérebro, onde funciona a razão, organizando o pensamento em algo concreto.



Para cabala o número 3 ou tríade  nos conecta diretamente aos 72 Nomes Sagrados de Deus, 72 sequências de 3 letras que Moisés usou como instrumentos metafísicos para dividir o Mar Vermelho.

Os 72 Nomes Sagrados são , na realidade, mais atributos de Deus do que propriamente nomes. E 72, de acordo com os cabalistas, é a completa manifestação da vida. 

A seqüência que engloba os 72 Nomes Sagrados de Deus é derivada de 3 versos no livro de  Êxodo que descreve a abertura do Mar Vermelho (capítulo 14, versos 19, 20 e 21). Cada um destes 3 versos contém 72 letras. 

Mais uma vez o aspecto do número 3, demonstrando o sistema de 3 colunas. O 3 denota o potencial de transformação e unificação das 2 polaridades onde o espiritual governa o físico e a mente governa a matéria. 

Para Alquimia:



Alquimia é a arte e ciência que procura a transformação do corpo e da mente com a finalidade de converter, o indivíduo que a pratica, num canal cristalino para uma nova consciência. Essa consciência, diferentemente daquela que está presente no homem natural, outorga uma percepção do mundo na qual a unidade é a característica fundamental. O alquimista percebe o elo indivisível entre a trindade: o Criador, o Universo e a Natureza Humana. 

Esse novo “estado de ser” foi conhecido pelos antigos como a descoberta e desenvolvimento da Pedra Filosofal.
Três são as etapas básicas no desenvolvimento alquímico,  ou seja, a trindade da alquimia: NIGREDO, ALBEDO e RUBEDO.


A primeira fase é a de ignorância e a do crítico acordar. É pela qual todos nós, em momentos importantes de transformação biológica, passamos de maneira natural. Nesta forma vem como nascimento e morte, ou bem aparece nas transformações que o corpo sofre na transição entre menino e adolescente, ou deste a jovem e daí à clássica crise dos quarenta ou à velhice.

Não obstante, o alquimista ativa por seus próprios meios o processo de transformação mais importante: a morte do ego ilusório. Durante vidas nos identificamos a uma infinidade de conceitos e intentamos faze-los rígidos, estáticos. Refugiamo-nos numa torre de apegos que em vão tentamos defender dos estragos da mudança perpétua ao que se vê submetido o mundo material.

Durante essa fase, de autêntica putrefação de antigos padrões habituais de comportamento, perfila-se pouco a pouco o alvorecer de um novo estado, no qual nossa verdadeira natureza se revela.

Este é ALBEDO, palavra que provém do termo latino “Alba”. Saindo da escuridão das nossas próprias sombras, entramos na dimensão da plena objetividade, em que o momento presente surge como a única realidade na qual vivemos. Vivendo nesse estado o corpo se transforma gradualmente até chegar a uma completa regeneração que ocorre paralela à purificação da alma que nos leva a ALBEDO, pois mente e corpo são partes de uma realidade indivisível e o que sucede em um, tem seu reflexo no outro.

A regeneração, em seu momento definitivo, nos leva ao estado de RUBEDO, o “vermelho”. Neste estado a iluminação se faz patente, um mundo novo se abre ante o “olho interior” e o estado de consciência cósmica se estabelece definitivamente. É a fase de contato pleno com a eternidade e a retificação total da alma. A Grande Obra se vê cumprida e o alquimista, cheio de amor por todos os seres, dedica-se a emanar luz a seus colegas, contemplando-os compassivamente desde as alturas da mais alta realização.



O objetivo final, que é a culminação do que se chama Grande Obra, tem lugar no momento em que sua integração com o Cosmos e o Criador é tal que seu corpo chega a um estado de total espiritualização. Em dito momento o alquimista se liberta e ascende, através dos planos de existência, em direção a um estado de ser onde as condições são de plena bem-aventurança em comunhão com o infinito.

A chave para alquimia compreensiva é perceber aquele pensamento alquímico é extremamente dinâmico e acontece imediatamente em três níveis: o físico, o psicológico, e o espiritual.

Dianteira assim virando em ouro significou mudando fisicamente não só o metal básico no metal nobre, mas também transformando hábitos básicos e emoções em pensamentos dourados e sentimentos, como também transmudando nossas almas escuras e ignóbeis na luz dourada de espírito.

Maçonaria:



Para qualquer Maçom a tríade ou número “3” tem uma relevância especial, pois este é um número cujo o seu carácter esotérico encontra presença na Arte Real.

O número TRÊS reflete a unidade da vida, do que existe por si próprio, do que é perfeito.

Mas o número “3” também representa a “Trindade”. Não uma trindade apenas, mas as várias trindades existentes sejam elas de cariz religioso, social ou filosófico. E é quase sempre nesta forma que ele aparece à Luz profana.

No mundo maçônico, os três pontos assumem diversos significados. Em termos estritamente filosóficos eles são representativos das três virtudes que sustentam o edifício filosófico e moral que a Maçonaria se propõe a construir: esses alicerces são a Liberdade, a Igualdade e a Fraternidade. Moralmente são também as três virtudes de caráter que todo maçom deve desenvolver: Justiça, Tolerância e Fraternidade.

Simbolicamente eles também formam o Delta Sagrado, sendo o ponto superior correspondente ao Oriente em Loja, local sagrado, onde fica o Venerável Mestre, e os dois pontos inferiores correspondem ao Ocidente, onde estão as duas colunas,  que correspondem ao mundo material. Ali estão os dois Vigilantes. Essas duas colunas são o sustentáculo do Templo. Os três pontos também têm uma correspondência astrológica interessante. Eles correspondem à constelação de Virgem, que é cercada por três estrelas em forma de triângulo, que são Régula, Spica e Arcturo. Essa disposição geométrica é reproduzida no “céu maçônico”, presente em todos os Templos.

Na Maçonaria  o “3” tem presença “obrigatória”, ou seja:


Nos três princípios Maçônicos: Liberdade, Fraternidade e Igualdade.
As três Luzes da Loja Maçônica: Venerável Mestre, Primeiro Vigilante e Segundo Vigilante.
As três Ordens Arquitetônicas Gregas usadas nas colunetas maçônicas: Dórica, Jônica e Coríntia.
As três qualidades maçônicas: Sabedoria, Força e Beleza.
Os três pontos usados nas Abreviaturas e Códigos Maçônicos.
A célebre frase latina que aborda a aprendizagem maçônica (na qual são citados os três principais sentidos): “Audi, Vide et Tace”.
O Triângulo Equilátero (também ele, símbolo da Divindade).
As romãs que se encontram sobre as Colunas que estão à entrada do Templo…

E principalmente nos seus deveres principais de um Maçom (outra manifestação da presença do “3”):


O respeito pelos Usos e Costumes da Maçonaria Regular, A vontade em aprender, trabalhar e em progredir como Ser Humano,e finalmente, o guardar absoluto silêncio do que assistir ou ouvir em sessão maçônica, principalmente nunca revelando a condição de um Maçom.


Numerologia

Para a numerologia o número "Três" é mágico e misterioso. o número três é o lado divino. Seria a representação da divindade, ou seja, a tríade que é a “trindade”. 

O número 3 representa o princípio manifestado, Espírito.
A Trindade de todas as tradições, o triângulo equilátero, o Verbo Solar, Mundo dos Efeitos, três mundos, Imperatriz, três esferas, o Sol do Pai-Mãe-Filho, equilíbrio universal, a palavra pensada, dita, Lei Maior, expressão, comunicação, escrever, falar, representar, harmonioso, simpático, alegre, pintura, teatro, sensibilidade, clareza, paz, entendimento, harmonioso, intelectual, tranquilidade.

Indica uma expansão mental através de um trabalho construtivo e regenerador. Relação com grandes intuições, com revelações do conhecimento. É a inteligência que acompanha o amor em seu sentido mais elevado.


Quando fala-se de sua relação com a vida de Jesus, percebe-se que o "Três" teve uma participação um tanto curiosa, para não dizer mística.

TRÊS foram os Reis Magos que levaram presentes quando Jesus era um recém-nascido. 

Revelou que Pedro o negaria TRÊS vezes.


Jesus foi crucificado entre dois bandidos, eram TRÊS no Calvário, TRÊS cruzes. 

Foi pregado na Cruz na TERCEIRA hora, morreu com 33 anos . 




TRÊS mulheres foram cuidar de seu corpo; Maria Madalena, Salomé e Maria mãe de Thiago (a outra Maria), ressuscitou no TERCEIRO dia ...



O número TRÊS está relacionado diretamente com a TRINDADE, a concepção do próprio Deus cristão;  ação Divida de Jesus,  Deus Pais e o Espírito Santo.








5 comentários:

  1. MUITO ESCRARECEDOR,MUITO BOM ,MUSICA DE FUNDO DE OTIMA QUALIDADE !

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  2. Corpo-Alma-Espirito = HOMEM, sendo que são 3, porém um. e quando morrer, vai continuar apenas um.
    Pai - Filho - Espirito Santo ::DEUS, somente um. Quando Jesus Cristo veio. Corpo -Filho - Alma-Pai - Espirito Santo:: Deus..... Vê não existe 3. será sempre um por todos e todos por um.
    Deus o Eterno Espírito Santo Criador, jamis poderá ser visto, porém ele quer andar em tudo que ele criou e quer cuidar... para isso ele é o Pai e quer se divertir sendo ele o Filho de todas as coisas, feitas por ele mesmo. e ninguém agora precisa temer a Deus, pois ele se vez visível para que todas possam Amar a Deus sob todas as coisas e ao próximo como a ti mesmo.

    Então Deus somente poderá ser visto em espirito e em verdade, como Pai..... poi o Cristo que ele se fez filho agora é o Pai da Eternidade, e todo aquele que que ser chamado de filho de Deus, terá que aceitar a receber o Cristo vivo em seu coração e se tornar um filho do Amor do Pai em Deus. todas as culturas todos os povos recebeu a informação da Trindade pré existente. porém todos vão ter que entender que tudo se cumpriu em Jesus Cristo, e ninguém precisa deixar seu Pais para receber o filho em seu coração, basta somente crer e amar a Deus...... pois ele esta e vai continuar para sempre com todos os povos e todos os idiomas, não é exclusivo de nenhuma religião, até porque ele é Judeu de nascença e faz parte de um povo. o Povo de Israel, e todos nós devemos nos tornar Judeus de coração e não de nação........

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  3. O simbolismo do número três é um dos mais curiosos e complexos nas mais diversas culturas e seus simbolismos. O três significa “A Criação”, a natureza tríplice de Deus (criação – conservação – destruição). Pode significar também o desenvolvimento ordenado do Universo em sua total harmonia e os três principais ciclos da vida: nascimento, apogeu e morte.

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  4. Obrigado pelo trabalho, texto bom e bem amplo!

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  5. Estou montando um trabalho e o seu é uma otima fonte de esclarecimento e de consulta. COMO ESTAMOS ESTUDANDO A TRINDADE VOU EXPRESSAR MINHA GRATIDÃO.
    OBRIGADO, OBRIGADO E OBRIGADO. PRA O TRABALHO . MMM AAA RRR AAA VVV III LLL HHH OOO SSS OOO.

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