domingo, 30 de novembro de 2014

LUZES DO MUNDO - IVAN ILLICH



Ivan Illich - Por uma Sociedade sem Escolas 



Ivan Illich foi um pensador e polímata austríaco. Foi autor de uma série de críticas às instituições da cultura moderna. Pensador da ecologia política foi também uma figura importante da crítica da sociedade industrial.  

Ivan Illich como um um ex-padre que tinha umas idéias bem interessantes (e radicais) sobre diversas áreas como educação, desenvolvimento tecnológico e econômico, fontes de energia, transportes, ecologia, medicina, trabalho...

Ele era, antes de tudo, um pensador que se situava em um contexto histórico particular, o dos anos 60 do século XX – período caracterizado por uma crítica radical da ordem capitalista e de suas instituições sociais, notadamente da escola. 

Era, também, uma personalidade complexa. Dizia-se, à época, que Ivan Illich era um homem inteligente, que gostava de se cercar de gente inteligente e que lhe era difícil dissimular seu desprezo pelas pessoas que considerava estúpidas. 



Ele podia tanto se mostrar extremamente cordial, quanto levar ao ridículo, brutalmente, aqueles que o interpelavam. Trabalhador incansável, poliglota, cosmopolita, professava ideias, fosse sobre a Igreja e sua evolução, sobre a cultura e a educação, sobre a medicina ou sobre os transportes nas sociedades modernas, que suscitavam controvérsias, que acabavam por fazer dele uma das figuras mais emblemáticas da época.


Seus escritos explosivos foram atacados tanto pela esquerda quanto pela direita. Criticava abertamente os malefícios da institucionalização, monopólios, commoditização e profissionalização de áreas chaves da sobrevivência humana. Desdobrou também a idéia da contraprodutividade - na qual uma instituição estimula o oposto do seu propósito.


Entretanto, era o próprio Illich que provocava, em parte, a polêmica, por sua personalidade, seu  Estilo, seus métodos de trabalho, ou pelo radicalismo de suas ideias. 

Para os especialistas da educação, Ivan Illich é o pai da educação sem escola, o autor que condena, imperdoavelmente, o sistema escolar, considerado, por ele, como uma das múltiplas instituições públicas que exercem funções anacrônicas, que não se adaptam à celeridade das transformações e que não servem senão à estabilização e à proteção da estrutura social que as produz.



Ivan Illich nasceu em Viena no ano de 1926.Filho de pai jugoslavo e mãe com ascendência judia, teve de abandonar a Áustria quando tinha cinco anos. A família mudou-se para Roma, onde Illich completou os seus estudos: física (Florença), filosofia e teologia (Roma) e doutoramento em História (Salzburgo). 

Entre 1936 e 1941 viveu a maior parte do tempo com seu avô materno em Viena. Estudou histologia e cristalografia na universidade de Florença.

Entre 1932 e 1946 estudou teologia e filosofia na Pontifícia Universidade Gregoriana do Vaticano, e trabalhou como padre em Nova Iorque.

Durante a infância e juventude conviveu com o círculo de nobres russos que se refugiaram na capital italiana depois de terem saído do seu país aquando da revolução comunista de 1917. 

Foi também em Roma que Illich entrou para o seminário (1951), onde teve como colegas muitos dos futuros diplomatas do Vaticano e onde se ordenou sacerdote. 

O Cardeal Spellman, arcebispo de Nova Iorque, convidou-o para seu auxiliar. Por ser fluente em dez línguas, Illich tornou-se intérprete do Cardeal e teve como função preparar sacerdotes e religiosas para a comunidade hispano-americana. 



Nos anos 60 mudou-se para o México onde criou o Centro Intercultural de Formação (CIF), com o objectivo de sensibilizar missionários para trabalhar na América Latina. 

Na década de 70 foi co-fundador do Centro de Informação e Documentação (CIDOC), espécie de universidade aberta, especialmente voltada para os problemas da educação e independência cultural do Terceiro Mundo, sobretudo da América Latina.

Depois de 10 anos, as posturas do CIDOC entraram em conflito com o Vaticano, e em 1976 o centro foi fechado com o consentimento daqueles que dele faziam parte. 

A notoriedade de Illich, que remonta a esse período, está ligada, de início, à crítica que ele fazia à Igreja institucional, definida por ele como uma grande empresa que forma e emprega profissionais da fé para assegurar sua própria reprodução. 

Ele extrapolou, em seguida, essa visão, aplicando-a à instituição escolar e desenvolveu a crítica que devia conduzi-lo, durante alguns anos, a trabalhar sobre a proposição da sociedade sem escolas. Suas opiniões sobre a desburocratização da Igreja no futuro e sobre a desescolarização da sociedade fizeram do Cidoc, rapidamente, um lugar de controvérsias religiosas, o que explica porque Illich secularizou o centro, em 1968, e abandonou o sacerdócio, em 1969. 



A partir de 1980, dividiu o seu tempo entre o México, os Estados Unidos e a Alemanha. Nos últimos anos de sua vida, Illich foi professor convidado de filosofia, de ciência, tecnologia e sociedade no estado da Pensilvânia, sendo também docente na Universidade de Bremen.

Seus últimos anos foram marcados pela luta contra um câncer na face que o levou à morte em 2002. Seguindo sua crítica à medicina tradicional utilizou tratamentos alternativos para enfrentar o câncer, que batizou de "Minha mortalidade".



Seu livro mais famoso é Sociedade sem Escolas (1971), uma crítica à institucionalização da educação nas sociedades contemporâneas. Através de exemplos sobre a natureza ineficaz da educação institucionalizada, Illich se mostrava favorável à auto-aprendizagem, apoiada em relações sociais intencionais, e numa intencionalidade fluida e informal:

"A educação universal por meio da escolaridade não é possível. Nem seria mais exequível se se tentasse mediante instituições alternativas criadas segundo o estilo das escolas atuais. 
Nem novas atitudes dos professores para com os seus alunos, nem a proliferação de novas ferramentas e métodos físicos ou mentais (nas salas de aula ou nos dormitórios), nem mesmo a intenção de aumentar a responsabilidade dos pedagogos até ao ponto de incluir a vida completa dos seus alunos, teria como resultado a educação universal. 
A busca atual de novos canais educativos deverá ser transformada na procura do seu oposto institucional: redes educativas que aumentem a oportunidade de cada um transformar cada momento da sua vida num outro de aprendizagem, de partilha e de interesse. Acreditamos estar a contribuir trazendo os conceitos necessários a quem realiza tais investigações sobre as grandes linhas na educação – e também para quem procura alternativas para outros tipos estabelecidos de serviços."

As últimas frases deixam claro o que o título do livro sugere, que a institucionalização da educação marca uma tendência de institucionalização da sociedade, e as idéias de desinstituicionalização da educação poderiam ser um ponto de partida para a desinstitucionalização da sociedade. 




Como pensador holístico, de inteligência formidável e erudição católica ampla, Illich sempre propôs as suas análises nos termos mais amplos possíveis.

Em Educação sem Escola, Ivan Illich faz uma análise crítica das instituições educativas atuais e das suas características e propõe a criação de um sistema alternativo que rebata a figura da escola na de uma aprendizagem não enquadrada institucionalmente. 

Segundo Illich, o atual sistema educativo converteu-se num sistema burocrático, hierarquizado e manipulador, tendo como função primordial a reprodução e o controle das relações econômicas. 

“Por toda a parte, o aluno é levado a acreditar que só um aumento de produção é capaz de conduzir a uma vida melhor. Deste modo se instala o hábito do consumo dos bens e dos serviços, que nega a expressão individual, que aliena, que leva a reconhecer as classes e as hierarquias impostas pelas instituições”

"Os alunos estão sujeitos a currículos extensos e repetitivos, dados de forma demasiado rápida e superficial. Os professores, já habituados a esta rotina, não dão a possibilidade de aprofundar um ou outro tema que mais interesse os alunos, nem são capazes de atender às necessidades específicas de cada aluno. A  escola passa assim a ser um local de desigualdades e de conflitos, uma vez que alguns se adaptarão melhor do que outros."



Segundo Illich, o fato de a escolaridade ser obrigatória só agrava a situação. Aqueles que não conseguem se adaptar aos temas curriculares obrigatórios e aos métodos de ensino vigentes, arrastam-se durante anos na escola, nada aprendem de válido, perdem a sua auto-estima. 

Quando finalmente deixam a escola, os alunos não estão preparados para ingressar no mundo do trabalho. Assim, deparamo-nos com jovens desanimados e desapontados, sem grandes perspectivas de futuro. Caso os alunos decidam abandonar a escola antes de terminarem a escolaridade obrigatória, deparam-se com problemas ainda mais graves, porque se, com a escolaridade mínima ainda têm a possibilidade de arranjar emprego mesmo sem formação específica, sem certificação escolar, ainda que mínima, o emprego torna-se quase impossível, ou então, sujeitam-se a empregos menos bons e mal remunerados.

Illich defende que, apesar de muitas pessoas terem já consciência da ineficácia  e da injustiça patentes no sistema educativo moderno, não são ainda capazes de imaginar alternativas nem de conceber uma sociedade descolarizada. 

Daí que se torna necessário "criar entre o homem e aquilo que o rodeia, novas relações que sejam fontes de educação, modificando simultaneamente as nossas reações, a ideia que fazemos do desenvolvimento, os utensílios necessários para a educação e o estilo da vida quotidiana" 

O livro é mais do que apenas uma crítica, contém propostas para reinventar toda a aprendizagem em várias instâncias da sociedade e também na esfera individual. 

Possui destaque a sua proposta, feita em 1971, de criar as "redes de aprendizagem" apoiadas em tecnologias avançadas. Muitas das características das "redes de aprendizagem" recordam o uso da internet em geral e em particular o trabalho e idéias da própria Wikipedia.



Ivan Illich é um crítico feroz das instituições existentes. Se é certo que o aparecimento das instituições se deve às necessidades da própria sociedade, a verdade é que a sua criação origina problemas e novas necessidades a que a sociedade responde com a criação de mais instituições. 


A solução que Ivan Illich propõe passa pala inversão das instituições. Assim, as atuais instituições deveriam desaparecer e, em seu lugar, ser criados órgãos que estivessem radicalmente à serviço de cada  indivíduo. Illich exemplifica detalhadamente este processo no que diz respeito à escolaridade onde propõe uma verdadeira revolução. Na verdade, ao propor  a criação de novas instituições que permitam a qualquer pessoa adquirir os conhecimentos desejados, ao seu próprio ritmo, ao considerar que qualquer pessoa pode aprender e ensinar, que a aprendizagem pode ser efetuada em qualquer local e incluir todos os tipos de competências profissionais,  preconiza uma transformação absoluta, ou mesmo extinção, da Escola tal como ela se tem configurado. 

O que é curioso é que, apesar de as teses de Illich relativamente ao sistema educativo poderem ser consideradas radicais ou pouco realistas, muitas delas encontram-se hoje parcialmente concretizadas, pelo que é de reconhecer neste autor um certo carácter visionário. 

Com efeito, a internet, de uso cada vez mais frequente  e tida como indispensável nos dias de hoje, assemelha-se em muitos aspectos às redes de informação e comunicação propostas por Illich, já que permite ao indivíduo o livre acesso a toda a informação que pretenda adquirir sobre os mais variados assuntos, bem como o contacto entre pessoas de diferentes pontos geográficos que partilhem determinado interesse. 

De igual modo, o recente reconhecimento da importância das escolas profissionais e politécnicas e a valorização dos cursos profissionalizantes, vêm de encontro ao ensino de carácter mais prático e profissionalizante defendido por Illich. 

Não obstante, a nossa sociedade continua, de uma forma geral, assente na instituição Escola que, de algum modo, alicerça a estrutura e a estabilidade econômica e social do mundo atual. Esta escolarização profunda situa-nos longe do grito de libertação preconizado por Illich.

A obra de Ivan Illich compreende numerosos temas da relação entre o indivíduo, a sociedade com a ciência e a técnica.




Uma boa amostra são as citações:

"Não há movimento de verdadeira libertação que não reconheça a necessidade de adotar uma tecnologia de baixo consumo energético."

"Diga-me a que velocidade se move e te direi quem és? Se não pode contar com seus próprios pés para se locomover, é um marginal, porque o veículo se converteu em símbolo da segmentação social e em condição para a participação da vida social. Ao conseguir propiciar aos motoristas a quebra de uma nova barreira de velocidade a indústria do transporte está patrocinando, inevitavelmente, novos privilégios para uma minoria e agonia para a maioria."

"Chegou a hora de tirar das mãos do médico a seringa, como se tirou a pena das dos escritores durante a Reforma. A maioria das doenças que temos hoje em dia podem ser diagnosticadas e tratadas por pessoas comuns. Para a maioria essa declaração é muito difícil de ser aceita, porque a complexidade do ritual médico lhes ocultou a simplicidade de seus próprios instrumentos básicos..."

"A escola parece estar destinada a ser a igreja universal de nossa cultura em decadência..."

"A escola é um rito iniciático que introduz o neófito à carreira sagrada do consumo progressivo..."











sábado, 29 de novembro de 2014

O Sétimo Sentido Humano




Para experimentarmos o mundo, sobrevivermos e respondermos a ele, a natureza nos equipou com cinco sentidos: audição, tato, visão, paladar e olfato. E assim através dos sons, da música, da nossa e da voz das pessoas e de tudo ao nosso redor, ouvimos. Sentimos através do tato a textura, a maciez, o calor, o frio, a pressão a espessura e aspereza das coisas. 

Pelos olhos, as janelas de nossa alma, enxergamos a luz, os outros, os objetos e os caminhos. Com o paladar sentimos os sabores, os gostos e experimentamos o prazer de matar a fome e saciar a sede. Com o olfato sentimos o cheiro, dos perfumes, a fragrância das flores, o fedor dos apodrecimentos, mas aspiramos também profundamente o bálsamo do ar que respiramos.




Além dos sentidos sensoriais surge então o sexto sentido que é chamado de intuição. Ela é uma forma de conhecimento que está dentro de todos nós, o senso comum ainda considera a intuição um conhecimento de risco porque depende do nosso mundo interior e da confiança que temos em si. Se nossa auto-estima é frágil assim também será a nossa intuição. 

A intuição vem do termo latim intueri e significa “ver por dentro”. É uma informação interna e aparece na forma de uma profunda emoção e autoconfiança. Segundo.Jung a intuição é uma capacidade inconsciente de perceber possibilidades: "Sei que o caminho é por ali, mas não sei explicar o motivo".



Intimamente ligado dentro dos comumente aceitos cinco sentidos que o nosso corpo utiliza para recolher informações sobre o mundo externo, encontra-se um território inexplorado no mundo metafísico, contendo percepção extra-sensorial e os nossos chacras. Só recentemente que o nosso 6º sentido chegou à consciência coletiva da humanidade. Mas você sabia que tem um 7º sentido ?

A evolução humana trouxe para o intelecto humano o sétimo sentido. Durante muitos séculos a discussão a respeito da consciência giravam em torno da moral cristã e da razão humana até que surgiu Freud e sua teoria do superego.

Para ele durante a formação normal da mente de uma criança internaliza-se dentro dela a autoridade através da figura dos pais. Com essa descoberta ele tira das mãos de Deus a responsabilidade pelos nossos atos e joga nos braços da família o encargo de formar a personalidade dos filhos. O superego é o nosso "super-eu", inibe (através de punição ou sentimento de culpa) qualquer impulso contrário às regras e ideais por ele ditados.




O superego é aquele que nos faz comportar de acordo com as regras e leis, é aquela voz que diz não mesmo quando estamos sozinhos. É ele que, sem que percebamos, processa, julga e executa sentenças de acordo com os nossos atos. Ele nos acusa e nos pune. Ele é a culpa.

Diz coisas para você como : “Chega de perder tempo”, “Você pode se dar mal”. E alguns de nós tem um superego mais violento, que não para de martelar na cabeça o que pode até gerar depressão. Porém a consciência não é como superego.


A consciência não é o medo, mas o amor de cuidar de nossas relações afetivas , um senso de obrigação que tem base na ligação emocional do carinho, da compaixão e da ternura. A consciência nos faz se preocupar com o meio- ambiente, com o ar que respiramos e o que nossos filhos vão respirar, faz passeatas contra a guerra ou movimentos e associações para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Opõe- se ao ódio e nos ensina a paz porque nos coloca no lugar dos outros.

Por isso ela é capaz de transformar o mundo, despoluir rios, manter casamentos, alimentar cães e a escrever textos como os meus por querer ajudar as pessoas. A natureza humana é de querer dominar, mas também de querer cuidar. Nós, o que temos consciência, somos jovens e velhos, somos pessoas que já partiram e bebes que ainda vão nascer. 





No entanto, porque a ciência não é avançada o suficiente para detectar e medir os 6º e 7º campos de energia dos sentidos, tais fenômenos foram considerados equivocadamente como paranormais e até mesmo ridicularizados. Lentamente isso está começando a mudar. 

É creditado a Aristóteles a classificação dos cinco órgãos dos sentidos: visão, olfato, paladar, tato e audição. Esses órgãos dos sentidos contêm receptores para estímulos específicos que estão ligados ao sistema nervoso do seu corpo que então envia os dados para o seu cérebro, fornecendo-lhe informações úteis sobre o seu mundo físico/externo. Mas e sobre o seu mundo interno/essencial ?

Budistas consideram a mente como sendo um órgão de sentidos, para além dos cinco sentidos. Processando simultaneamente os dados coletivos dos primeiros cinco sentidos, a mente torna-se uma porta de entrada, fazendo um salto exponencial ou fractal a um espectro mais amplo de percepção que inclui o seu sistema sensorial interno. Este sistema extra-sensorial tem sido referido como o reino psíquico.

O nosso 6º sentido foi temido e reverenciado desde que os humanos eram uma espécie muito primitiva, dependendo em que período da história que você nasceu. Se você teve a sorte de nascer em uma tribo de nativos americanos, você pode ter reconhecido o seu gênio interior sendo exaltado como xamã de sua comunidade.

Mas, historicamente, a maioria das pessoas desconhece seu sistema de orientação interna e aqueles que estão sujeitos à cultura e ao condicionamento só reconhecem as fontes de alimentação externas, muita desinformação gerada pelo medo foi disseminada ao longo dos séculos, levando muitos a um infeliz ostracismo social e até mesmo morte. 

Mesmo nos tempos modernos, ainda existe muito pouca informação que pode ser chamada de qualidade. E para aumentar o mistério, um 7º sentido está vindo à luz a medida que a humanidade continua a sua evolução para formas superiores de consciência.



O sétimo Sentido nada mais é que o despertar dessa nova consciência interior. É aquilo que nos faz sentir conectado a tudo e todos, vai além de uma sensação ou percepção, é uma tomada de consciência de nossa unicidade com o cosmos.

Para contatar o sétimo sentido é preciso despir-se de conjecturas intelectuais. Seu acesso é constituído de conteúdos imperceptíveis à mente concreta, pois são formados pela consciência imaterial das partículas dos diversos planos da existência.


ALÉM DO ESPAÇO E TEMPO



A maior dificuldade para os cientistas em recolher dados empíricos é que o 6º e 7º sentidos funcionam fora do espaço e do tempo. A dificuldade para os não cientistas é que os fenômenos discrepantes ainda estão relacionados a forças externas ou entidades de canalização, espíritos (bons ou maus), extraterrestres, etc, em vez da experiência anômala que está realmente acontecendo no seu interior.

Experiências sensoriais do 6º sentido variam de intuição, déjà vu, presciência, a vidas passadas paralelas. Como a nossa mente consciente está sempre tentando criar uma história linear de nossas experiências, temos a tendência de olhar para a causa e efeito para explicar um evento multidimensional. Quando nossa mente não pode concluir que dois mais dois são quatro, chamamos isso de coincidência.

Para demonstrar a complexidade contida dentro de seus sentidos, não há sequer consenso científico sobre o número de sentidos por causa de diferentes definições. A Wikipédia afirma que os sentidos são divididos em exteroceptivo e interoceptivo.

Exteroceptivo inclui os tradicionais cinco sentidos enquanto interoceptivo é sobre sensações nos órgãos internos neurologicamente ligados ao cérebro com a finalidade de regular funções corporais, ou seja, regular a respiração, a sensação de plenitude, corar de envergonhado e muito mais. Adicione a estes subgrupos, a sensibilização do corpo ao equilíbrio, dor, temperatura, pressão, que são derivados a partir da síntese de múltiplos sentidos.

Alguns “sentidos” podem fazer tudo isso, quando você entende que os seus sentidos são inseparáveis de seu sistema de chacras. 



Chacras são vórtices multidimensionais de energia, como os níveis de consciência, ressoando em frequências específicas que também se alinham como as notas em uma escala musical. Os chacras agem como uma interface entre o mundo físico denso e o mundo não físico da consciência pura. Existem sete notas em uma escala musical, nós temos sete chacras e também temos sete sentidos.


IGNORANDO O SEU MUNDO FÍSICO

Enquanto o seu 6º sentido utiliza os sentimentos do seu corpo para informá-lo quando a sua intuição está ligada ou desligada do alvo, o seu 7º sentido é a sua porta de entrada para o Eu superior via consciência da UNIDADE. 




Ignorar a fisicalidade é o acesso direto a todas as informações contidas no seu interior em relação a todo o Universo com o seu mundo físico. Sem intermediários ou canalização envolvida. 

Ele tem sido chamado de Registro Akáshico por alguns, ou o Salão de Registros. Outro termo cunhado é Biblioteca Universal.

O Registro Akáshico é o registro individual de uma Alma desde o momento que deixa seu ponto de origem até que a ele regresse. 

No momento em que tomamos a decisão de experenciar a vida, é formado um campo de energia com a finalidade de gravar todos os pensamentos, palavras, emoções e ações geradas por cada uma das experiências vividas. Esse campo de energia é denominado Registro Akáshico. 




Akáshico porque está composto pelo Akasha, que é a substância energética da qual toda a vida está formada. AKASHA é uma palavra de origem sânscrita, que se utiliza para denominar um plano da consciência cósmica que atua como arquivo. Registros, pois tem como objetivo gravar todas as experiências vividas.

É uma das ferramentas mais poderosas disponíveis no Planeta para nos ajudar a recordar a nossa condição de Unidade Divina. Quando nos ascendemos à energia do sétimo sentido, abrimos um canal à comunicação direta com nossos Mestres internos.



Dentro desta dimensão espiritual mais alta, somos capazes fazer perguntas, obter explicação e orientação. Também podemos identificar outras experiências de vida que nos afetam nesta.

Estas “memórias” revelam situações que no presente ajudam a revisar as situações kérmicas, conhecer o propósito de nossa vida, esclarecer os vínculos, as passagens nesta vida, pois estão formadas por uma massa de informações acumuladas das encarnações vividas, para nos auxiliar na elevação e, também, para o bem de todos que nos cercam.

Este "instrumento" nos permitirá perceber a limitação de nossos padrões e crenças, que criam véus de ilusões ao redor da nossa verdadeira alma.

À medida que desvendamos estes véus e aprendemos nossas verdades, voltamos mais conscientes do que verdadeiramente somos, recuperando a própria Divindade, nosso poder, a conexão com tudo que existe. Estaremos livres para permitir à alma voar a níveis mais altos.


Para visitar o Registro Pessoal, é essencial o recolhimento para poder atingir níveis mais altos. É necessário estar uno com a alma para recuperar a Divindade, abraçar sua essência e centralizar-se na Luz do amor de que faz parte.




Como você sabe se está acessando o seu 7º sentido ? 
Todo o ser humano de forma intermitente usa o seu 7º sentido, mas a maioria faz isto inconscientemente. Você está usando o seu 7º sentido quando você faz uma pergunta ao Universo e recebe a resposta como o seu próprio pensamento com tanta clareza, que não há dúvida. Ele é puro conhecimento. 

Você cultiva o seu sétimo sentido quando conscientemente faz uso de todos os recursos disponíveis para você no Universo. Literalmente, nada pode ser escondido de você por qualquer parte da Criação no passado, presente ou futuro. Tudo que você tem a fazer é tocar em seu 7º sentido e perguntar. 

Isso acontece sentando-se calmamente em contemplação, ou permanecendo em um estado de admiração/agradecimento. A maravilha de uma criança ainda está contida dentro de você, como você e é uma porta de entrada para um maior conhecimento. Na realidade, tudo na vida é uma porta de entrada para uma consciência mais elevada ou iluminação/Autoconhecimento.



Quer saber como o Universo funciona ? Ou a verdadeira história da humanidade ? Pergunte ! A informação fluirá para você em um nível em que você pode entender, o espectro se amplia quando você é capaz de ir mais fundo. 

Esteja ciente que a informação é relativa ao plano físico como uma versão mais abrangente da realidade, mas não é completa de maneira alguma. Nenhum sistema nervoso humano tem a capacidade para conter a totalidade da luz.



Vídeo: Registros Akáshicos





Fonte: http://verdademundial.com.br/o-setimo-sentido-humano/
http://www.portaldascuriosidades.com/forum/index.php?topic=34645.0

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

GOTAS DE PAZ



Muitos buscam a paz nos templos religiosos, outros em viagens a lugares exóticos, outros nos vícios e outras formais mais. 

A verdadeira paz que tanto se busca está na verdade dentro de cada um de nós. 



A paz é um sentimento que cultivamos dentro de nós, por isso jamais a encontraremos fora de nós, no mundo exterior. 

A paz advém da nossa consciência tranquila, da confiança e da certeza de todos somos divinos. 



Façamos todo o bem que pudermos a quem quer que seja, em qualquer lugar, a qualquer hora. 

Esse é o caminho para encontrarmos a paz.



Sejamos o bem que queremos ver a nossa volta. Sejamos a paz e a luz.

Lembremo-nos de que todo o bem que fizermos ao próximo será a nós mesmos que estamos fazendo, pois estamos todos interligados nessa infinita rede cósmica.



Quem planta o bem só pode colher o bem e em consequência uma grande sensação de paz tomará conta do seu ser!




Fonte: http://www.gotasdepaz.com.br/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Encontradas evidências de 2 planetas desconhecidos em nosso sistema solar



A possibilidade de um planeta à espreita nos confins do sistema solar ganhou novo terreno, com base nas órbitas de objetos recentemente descobertos. Há uma nova reviravolta para a última prova, no entanto, com sugestões de não um, mas dois grandes planetas a distâncias alucinantes do Sol.

Encontradas evidências de 2 planetas desconhecidos em nosso sistema solar




A busca por um “Planeta X” além de Netuno vem acontecendo há mais de um século. Recentemente, dois planetas anões (Sedna e 2102 VP113) foram identificados com órbitas que se estendem até distâncias de centenas de vezes mais longe do Sol do que o nosso.

Distante como essas órbitas são, esses objetos estão muito perto de ser parte da Nuvem de Oort, uma coleção de cometas que orbita principalmente a distâncias superiores a 5.000 UA (1 UA = 1 unidade astronômica, ou a distância Terra-Sol).




Em vez disso, pensa-se que estes objetos se formaram mais perto do sol. A influência gravitacional de um grande planeta é uma explicação de como suas órbitas mudaram. A teoria tem seus próprios problemas – se não podemos explicar como objetos como estes passaram a orbitar a tais distâncias, então é igualmente incerto como um planeta teórico foi parar ali.

Scott Sheppard, da Instituição Carnegie para a Ciência, e do Observatório Gemini Chad Trujillo, notou uma aglomeração nas órbitas mais distantes de entidades conhecidas do sistema solar. Dez objetos do Cinturão de Kuiper, e os planetas menores Sedna e 2012 VP113, têm órbitas que cruzam o plano do sistema solar em ângulos que variam de superficiais a íngremes.



No entanto, todos esses objetos distantes atingem o seu ponto mais próximo do sol apenas quando eles estão perto do plano que os planetas circulam. Os cientistas  consideraram uma coincidência improvável , e especulam que poderia ser um sinal de um planeta que influencia todas as suas órbitas.

Os irmãos Carlos e Raul de la Fuente Marcos, da Universidade Complutense de Madrid, foram um passo além. “A análise de diversos cenários possíveis sugere fortemente que pelo menos dois planetas trans-plutonianos devem existir”, concluem.



Ainda mais recentemente, Lorenzo Iorio, do Ministério da Educação, Universidades e Pesquisas italiano argumentou na mesma revista que se o planeta X existe, ele deve estar muito mais longe do que Trujillo e Sheppard propuseram. O quão longe depende de sua massa, mas um objeto desconhecido duas vezes mais pesado do que a Terra não poderia estar a menos que 500 UA do Sol, Iorio explica.

Outros astrônomos são mais cautelosos. David Jewitt, da Universidade da Califórnia, disse ao Science News, “O sistema solar exterior pode estar cheio de todos os tipos de coisas invisíveis e interessantes”, Jewitt diz “, mas o argumento… para um planeta grande é um pouco intrigante”. Jewitt observa que, se há um objeto influenciando as órbitas, pode muito bem ser Netuno. 



Sedna e 2012 VP113 estão muito longe para que isso seja verdade, mas é muito mais fácil de explicar duas órbitas como coincidências que doze.

Enquanto a questão só pode ser finalmente resolvida pela descoberta de um grande planeta à espreita no espaço, um número de equipes redobrou seus esforços para encontrar objetos de tamanho modesto cujas órbitas possam nos ajudar a dar crédito, ou rejeitar, as teorias propostas até agora. 






Fonte: http://www.iflscience.com/space/signs-planet-x-and-maybe-y
http://ocientista.com/encontradas-evidencias-de-2-planetas-desconhecidos-em-nosso-sistema-solar/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Metade - Por Oswaldo Montenegro




Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
A outra metade é silêncio


Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Pois metade de mim é partida
A outra metade é saudade





Que as palavras que falo
Não sejam ouvidas como prece nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas como a única coisa
Que resta a um homem inundado de sentimentos
Pois metade de mim é o que ouço
A outra metade é o que calo





Que a minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que mereço
Que a tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que penso
A outra metade um vulcão





Que o medo da solidão se afaste
E o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável
Que o espelho reflita meu rosto num doce sorriso
Que me lembro ter dado na infância
Pois metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade não sei




Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o seu silêncio me fale cada vez mais
Pois metade de mim é abrigo
A outra metade é cansaço





Que a arte me aponte uma resposta
Mesmo que ela mesma não saiba
E que ninguém a tente complicar
Pois é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Pois metade de mim é plateia
A outra metade é canção
Que a minha loucura seja perdoada
Pois metade de mim é amor
E a outra metade também


















Nossos eternos agradecimentos a Cecy- Lazzuly Blue

domingo, 23 de novembro de 2014

LUZES DO MUNDO - BRIAN WEISS




BRIAN WEISS - A CURA PELAS VIDAS PASSADAS



Dr. Brian Weiss é médico diplomado pela Universidade de Yale, estagiou no campo de medicina interna, na New York University Medical Center, retornando posteriormente à Yale para dois anos de especialização em Psiquiatria.


Foi professor de Medicina em várias faculdades americanas e publicou mais de quarenta ensaios científicos nas áreas de psicofarmacologia, química cerebral, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, distúrbios causados pelo abuso de drogas e mal de Alzheimer.

Diretor emérito do Departamento de Psiquiatria do Mount Sinai Hospital, em Miami, Dr. Weiss viaja constantemente para promover palestras e workshops sobre seu trabalho. 



Após algumas décadas de carreira, Dr. Weiss conduziu seus estudos à problemática de existência do ser após a morte, permanecendo atuante na vertente do reencarnacionismo até os dias atuais.

Suas pesquisas incluem os temas reencarnação, terapia de vidas passadas, regressão a vidas passadas e sobrevivência do ser humano após a morte.

Contribui para diversas publicações acadêmicas, jornais e revistas, como The Boston Globe, The Miami Herald, The Chicago Tribune e The Philadelphia Inquirer, entre outros.


Além disso, ele é diretor de uma clínica particular em Miami que conta com psicólogos e assistentes sociais altamente capacitados e treinados para aplicar a Terapia de Vidas Passadas (TVP).

Dr. Weiss foi responsável pela popularização da TVP, embora ela já fosse utilizada por alguns psicanalistas na tentativa de curar pacientes com problemas psicológicos mais graves. A publicação do livro Muitas Vidas, Muitos Mestres foi decisiva para este processo.



Weiss vive atualmente com sua esposa Carol em Miami, Flórida, onde escreve e realiza seminários públicos sobre o tema da reencarnação. É o presidente emérito do Departamento de Psiquiatria da Mount Sinai Medical Center, em Miami, e professor clínico associado do curso de psiquiatria da Universidade de Medicina de Miami.

O envolvimento do Dr. Brian Weiss com a Terapia de Vidas Passadas começou em 1980 com uma paciente a quem ele chama de Catherine. 

Após quase um ano de terapia convencional, a moça não havia feito grandes progressos em seu tratamento. Dr. Weiss sugeriu, então, tentar a hipnose. Foi aí que, em vez de regredir à infância, celeiro dos maiores traumas da vida adulta das pessoas, Catherine voltou 4.000 anos no tempo, lembrando-se com riqueza de detalhes de sua vida no Egito Antigo.

O psiquiatra não acreditava em reencarnação até então, contudo, após a confirmação de elementos das histórias de vidas passadas de Catherine por meio de pesquisas em arquivos públicos, convenceu-se da sobrevivência de um elemento da personalidade humana após a morte.



Tal teoria de sobrevivência da alma ao corpo após a morte deste último existe desde as doutrinas mais primitivas que povoaram este planeta, tendo tido o ápice de sua discussão a partir de 1857, após a publicação do ensaio de Allan Kardec, denominado O Livro dos Espíritos.

Todavia, muitos outros estudiosos, desde os tempos antigos, preocuparam-se sobre a doutrina da reencarnação e publicaram teses sobre a mesma, dentre eles filósofos como Platão, o qual estabeleceu a doutrina da reminiscência, uma espécie de "lembrança" possuída pela alma; tais lembranças precedem e sobrevivem ao corpo do homem e, após a morte deste, vão para um plano distinto ao plano material em que vivemos, onde a alma contempla a realidade de todas as coisas.

Até o episódio com Catherine, Dr. Brian Weiss afirma que não era um homem religioso, nem acreditava que reencarnação fosse algo real. 

Porém, ele teve de se curvar diante das provas evidenciadas por sua paciente. A partir de então, o psicanalista passou a usar a Terapia de Vidas Passadas como seu principal método de trabalho. 



A história completa de Catherine e de seu tratamento está registrada no livro Muitas Vidas, Muitos Mestres.

Homem simples e carismático, de notável sabedoria e serenidade em seu modo de ser e falar, Brian Weiss declara em seu livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, como foi difícil escrever sobre um tema que parece completamente fora do que comumente é considerado aceitável dentro dos conhecidos cânones da psiquiatria corrente: “Isto requer uma coragem que muitos cientistas não têm, porque o medo de ser criticado e mesmo ridicularizado trava a decisão de enfrentar o paradigma científico vigente”. 

Quando o assunto é religião, Brian Weiss declara “Apesar da religião poder ajudar a indicar o caminho, a viagem é interna. Nós temos de manter a mente aberta e o coração aberto para aprender com a experiência

Desde 1980, Dr. Weiss afirma ter feito regressão a diversos pacientes. Ele defende os benefícios terapêuticos da regressão hipnótica, manifestando também sua convicção de que muitas fobias e doenças estão enraizadas basicamente experiências de vidas passadas; o fato de o paciente tornar-se consciente ("lembrar-se") dessas experiências tem, segundo Dr. Weiss, um efeito curativo sobre o estado de saúde na sua vida atual e viabiliza que o paciente leve uma vida não apenas mais saudável, como mais consciente acerca de si mesmo e do plano no qual vive.


Em seu livro Muitas Vidas, Uma Só Alma, Dr. Weiss apresenta uma nova concepção sobre a teoria reencarnacionista: o estado hipnótico de progressão a vidas futuras. 

Segundo o psiquiatra, tais progressões poderiam ser consideradas alucinações se não houvessem concordância com a realidade, contudo, afirma o psiquiatra que milhares de seus pacientes que chegaram neste estágio hipnótico acabaram por revelar semelhança entre os fatos que viam, como o reconhecimento de si mesmo nessas ações futuras, sendo elas consequências das escolhas feitas pelo indivíduo no decorrer de sua vida atual ou de muitas de suas vidas. 

Dentro das mais variadas acepções filosóficas e religiosas, tal noção de que ações são imbuídas de consequências iminentes sempre se fizeram presentes, muito embora estando estas sob outras nomenclaturas.

Dr. Weiss é por mais de três décadas um convidado frequente em talk shows das emissoras de televisão americanas e em programas de estações de rádio. 


Brian Weiss já esteve no Brasil por diversas vezes. Uma das visitas o motivou a escrever: A Cura Através da Terapia de Vidas Passadas, conforme o próprio autor narra em seu livro. 

Outra passagem do Dr. Weiss pelo Brasil foi narrada por ele em Muitas Vidas, Uma Só Alma. O autor também concedeu entrevistas à veículos de comunicação em suas diversas visitas ao país, ao qual eventualmente retorna para realizar conferências.



O psiquiatra Brian Weiss ganhou renome a nível internacional com a sua investigação sobre o poder de cura da regressão a vidas passadas, relatada nos seus best-sellers cativantes. 



Principais Obras:

Muitas vidas, Muitos Mestres:
Com mais de dois milhões de livros vendidos no mundo, 500 mil só no Brasil, “Muitas vidas, muitos mestres” se tornou um marco ao contar uma história real que mais parece ficção: um médico de renome coloca sua carreira em jogo ao se ver diante de evidências da reencarnação.

Psiquiatra e pesquisador consagrado, o Dr. Brian Weiss viu suas crenças e sua carreira virarem pelo avesso ao tratar de Catherine, uma paciente com fobias e crises de ansiedade. Durante uma sessão de hipnose, ela falou de traumas sofridos em vidas passadas que pareciam ser a origem de seus problemas. 

Cético, o Dr. Weiss não acreditou no que estava presenciando até que Catherine começou a narrar fatos da vida dele que ela jamais poderia conhecer e a transmitir mensagens de espíritos altamente desenvolvidos – os Mestres – sobre a vida e a morte. Transformado por essa experiência, ele surpreendeu a comunidade científica ao publicar este livro demonstrando o potencial curativo da terapia de vidas passadas. 

Para muitos, a maior contribuição de Muitas vidas, muitos mestres foi apresentar os princípios da reencarnação a milhões de pessoas que, por falta de oportunidade ou por preconceito, nunca teriam acesso a esta rica e transformadora filosofia espiritual. Emocionante e inspirador, este livro já ajudou pessoas de todo o mundo a superar a dor de suas perdas e a adquirir uma nova compreensão da vida e da morte.



A Divina Sabedoria dos Mestres:
Diane, uma enfermeira, encontrou no ombro de um paciente um sinal em forma de quarto crescente exatamente igual ao de um filho que perdera numa outra vida. 

Ela e o paciente são agora marido e mulher. Jim foi recrutado à força para a guerra do Vietname. Mais tarde recorda que, numa vida passada, fora um soldado americano assassinado por índios – era essa a origem da sua relutância em combater. Carole foi acordada a meio da noite por um telefonema. 

A voz do outro lado da linha, que pergunta pela sua família, era a do seu pai – que morrera alguns dias antes. Estas histórias, e todas as outras que constam deste livro, revelam uma verdade simples mas profunda. E ninguém melhor do que o Dr. Brian Weiss, psiquiatra e autor de renome, para a revelar. Trata-se das mensagens transmitidas pelos Mestres, seres altamente evoluídos, almas não físicas que sempre nos acompanharam. 

Em A Divina Sabedoria dos Mestres, várias pessoas partilham testemunhos íntimos e surpreendentes sobre o poder miraculoso do amor. Esta é a principal revelação que nos fazem os Mestres – que o amor é a força essencial da vida no universo e a suprema energia curadora.


Muitas Vidas, Uma Só Alma:
Com este livro fascinante e inovador, o Dr. Weiss revela como o contacto com as vidas que viveremos no futuro pode transformar o nosso presente.

Todos nós já vivemos existências anteriores; todos viveremos outras no futuro. Aquilo que fazemos nesta vida terá influência sobre as nossas encarnações futuras, ao longo do caminho evolutivo até à imortalidade.

Recorrendo a exemplos de dezenas de casos clínicos, o autor apresenta os benefícios terapêuticos da progressão a vidas futuras, da mesma forma que já havia demonstrado que a regressão a vidas passadas pode curar as feridas físicas e emocionais que sofremos no presente.

"Muitas Vidas, Uma Só Alma" é uma obra revolucionária que aprofunda as descobertas feitas pelo Dr. Weiss e revela como uma visão holística das nossas vidas passadas e futuras pode transformar o nosso presente, enchendo-o de paz, harmonia e equilíbrio.


Às Vezes os Milagres Acontecem:
O Poder de Cura das Nossas Vidas Passadas O Dr. Brian Weiss, terapeuta e autor de diversos best-sellers de enorme sucesso em todo o mundo, transmite poderosas lições de cura física, mental e espiritual através da regressão a vidas passadas. 

O trabalho que desenvolveu nas últimas décadas é uma prova incontornável dos benefícios a que podemos aceder se abrirmos a mente à possibilidade da reencarnação.

Às Vezes os Milagres Acontecem é uma recolha de incríveis histórias verdadeiras testemunhadas pelo Dr. Weiss ao longo da sua experiência clínica. 

Cada história é acompanhada de comentários elucidativos, e pode ser usada como ferramenta terapêutica pelo leitor, de forma a potenciar o seu desenvolvimento emocional e espiritual. 

A derradeira lição do trabalho do Dr. Weiss é de que não devemos temer a morte, pois todos somos seres imortais e espirituais. A compreensão deste fato permite-nos ter uma vida mais plena, harmoniosa e realizada.

O Passado Cura:
Servindo-se de estudos de casos de regressão a vidas passadas absolutamente reais, este notável psiquiatra mostra-nos como a terapia de regressão pode curar a dor, criar relações de maior amor, descobrir talentos ocultos e, em última análise, mostra como as experiências de quase-morte e extracorporais ajudam a confirmar a existência de vidas passadas.