domingo, 28 de setembro de 2014

LUZES DO MUNDO - STANISLAV GROF


Stanislav Grof é um psiquiatra com mais de 40 anos de experiência em pesquisa dos estados incomuns de consciência e seus potenciais curativos. 

Cientista genial, esse psiquiatra tcheco, nascido em Praga em 1931 e radicado desde os anos 1960 nos Estados Unidos, é um dos principais protagonistas da moderna pesquisa da consciência.

Ele é também um dos fundadores e principais teóricos da Psicologia Transpessoal. É fundador da ITA (International Transpersonal Association), da qual é hoje presidente.

Atualmente vive na Califórnia, e conduz a formação em Psicologia Transpessoal e Respiração Holotrópica™, além de manter constantemente uma vasta e importante produção teórica. È professor de Psicologia no programa de doutorado no Califórnia Institute os Integral Studies (CIIS), em São Francisco, e dá conferências e seminários pelo mundo.



No ano de 1993, recebeu Prêmio Honorário da ATP (Association for Transpersonal Psychology) pelas importantes contribuições no desenvolvimento do campo da Psicologia Transpessoal.

É autor de 17 livros, entre eles “Além do Cérebro”, “A aventura da Auto-descoberta”, “O Jogo Cósmico”, “Emergência Espiritual”, “Psicologia do Futuro”, “A Mente Holotrópica”, “The Ultimate Journey : Consciousness and the Mistery of Death”, “When the Impossible Happens”, entre outros. 

Tem 140 artigos publicados em jornais científicos. Seus livros e artigos têm sido publicados em alemão, francês, italiano, espanhol, inglês, holandês, sueco, dinamarquês, russo, polonês, grego, turco, japonês, chinês, búlgaro e tcheco.



"A consciência não deriva da matéria. É um atributo primordial de toda a existência. Dizer que o mundo é material e que não existe dimensão espiritual não é um fato científico, mas uma suposição metafísica”.

Stanislav Grof iniciou sua pesquisa da consciência na antiga Checoslováquia, no ano de 1956. Ele trabalhava então no Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Praga. E recebeu do Laboratório Sandoz, da Suíça, um kit com uma substância recém-sintetizada; o LSD. O laboratório queria sua opinião sobre o potencial que a droga oferecia para o tratamento dos distúrbios psíquicos.

Nas duas décadas seguintes, Grof coordenou mais de 4 mil sessões, nos quais testou a substância em milhares de voluntários. 

A investigação foi realizada no Instituto de Pesquisa Psiquiátrica, da Checoslováquia, e, depois, na Johns Hopkins University, no Maryland Psychiatric Research Center e no Esalen Institute, dos Estados Unidos, onde Grof passou a residir a partir de 1967. 

Stanislav Grof, desenvolveu nos EUA pesquisas sobre os estados alterados de consciência (EAC), através de experiências com o ácido lisérgico, LSD, como meio de atingir esses estados. 



Segundo o médico, quando pacientes atingiam outros estados de consciência, emergia-se o subconsciente de maneira intensa, importante para a recuperação da saúde mental, visto que experiências traumáticas e demais bagagens emocionais desfavoráveis poderiam ser trabalhadas de forma mais incisiva e direta. 


Ao término de sua experiência pessoal com o composto químico, o paciente era capaz de ter uma complexa cadeia de novas compreensões pessoais, "insights", que ajudavam na sua recuperação. 

Sua conclusão foi que a droga não induzia formas específicas de alucinação, como se imaginava. Ela funcionava, isto sim, como catalisadora e amplificadora das atividades da psique. 

Em outras palavras, tudo aquilo que as pessoas experimentavam durante as sessões eram seus próprios conteúdos psíquicos, muitos dos quais haviam permanecido inconscientes por toda a vida. 

Quando o LSD passou a sofrer restrições legais. Grof deixou de utilizá-lo e, junto com sua segunda mulher, Christina, desenvolveu uma nova e poderosa técnica de ampliação da consciência, que batizou com o nome de respiração holotrópica. Ela dispensa o emprego de qualquer substância química e consegue alcançar seu objetivo por meio da combinação de três ingredientes: uma forma específica de respiração, a audição de músicas de forte poder evocativo e intervenções corporais localizadas.

Em 1973 foi convidado para ser professor residente do Instituto Easalen, na Califórnia, onde viveu por 14 anos. Foi onde desenvolveu, junto de sua esposa Christina, a Respiração Holotrópica™.




Respiração holotrópica:
Técnicas respiratórias com o objetivo de ampliar a consciência foram empregadas, ao longo de milênios, por praticamente todas as grandes tradições espirituais e místicas. Grof foi o primeiro cientista a utilizá-las metodicamente como via de acesso à vastidão do mundo psíquico. Dezenas de milhares de voluntários passaram pela respiração holotrópica sob sua coordenação direta. Comparativamente ao LSD, a respiração holotrópica tem a vantagem de exigir dos indivíduos uma participação muito mais ativa e responsável, mobilizando, além da mente, também as estruturas corporais.

O objetivo não é apenas o autoconhecimento, mas também a autotransformação. Ao acessar, por meio da respiração holotrópica, seus conteúdos físicos, biográficos, perinatais ou transpessoais, o participante não apenas entra em contato com seus traumas, mas também com os recursos internos para superá-los. Muitas vezes, uma única sessão de respiração holotrópica permite desatar nós que permaneceram ocultos em anos de psicoterapia convencional, abrindo caminho para o processo de cura.



Em décadas de trabalho, Stan conduziu pessoalmente milhares de sessões com pacientes em estado ampliado de consciência, relatadas como casos de estudo. Estas informações o levaram a criar uma nova cartografia da consciência humana, que influenciou e embasou o surgimento da Psicologia Transpessoal.

“Eu acredito que nenhum trabalho incorporou tão bem as descobertas de Freud, Jung e Rank, incluindo novos insights, usando métodos que estes psicoterapeutas ainda não podiam imaginar. Não tenho dúvidas que outros pesquisadores neste campo encontrariam nas descobertas de Dr. Grof base para estratégias inteiramente novas de pesquisa.” - Joseph Campbell



Quando se fala em pesquisa da consciência, o primeiro nome a ser lembrado é o de Stanislav Grof. Nenhum cientista tem feito mais na área do que esse psiquiatra checo radicado nos Estados Unidos. 

Ao longo de quatro décadas de investigações sistemáticas, ele acompanha dezenas de indivíduos, de diferentes meios culturais e crenças, que tiveram acesso ao que chamou de "estados inusuais de consciência". 

"As experiências psíquicas vividas nessas condições desafiam a visão de mundo materialista e compõem um quadro que coincide com os ensinamentos das antigas tradições espirituais".

Segundo o pesquisador, a psique atua de dois modos diametralmente opostos. Recorrendo a uma analogia simplista, mas útil para a compreensão do fenômeno, pode-se dizer que ela possui um dispositivo interno que funciona de modo semelhante a um interruptor de corrente elétrica. 

Quando giramos a chave para um lado, a consciência se restringe, tornando-se focalizada, analítica, atenta aos detalhes. Essa é a posição com a qual operamos usualmente em nosso dia-a-dia. Ela nos leva a ver a realidade como um conjunto de eventos, que ocorrem no espaço tridimensional e se sucedem num tempo linear. 

Quando giramos a chave para o outro lado, porém, a situação se altera de maneira radical. A consciência liberta-se das amarras do espaço-tempo, da identificação restritiva com o corpo físico e o ego racional e expande-se indefinidamente.

Caem as barreiras entre o "eu" e o "outro", entre o "aqui" e o "ali", entre o "antes" e o "depois". 




A consciência passa a englobar domínios cada vez mais amplos da realidade. No limite, ela abarca toda a criação e pode até mesmo identificar-se o Criador. Esse é o estado no qual surgem as grandes inspirações artísticas, científicas e filosóficas, a iluminação mística e os dons proféticos. Grof o chama de holotrópico, do grego holos (todo) e trepein (mover-se em direção a).

Para Stanislav Grof, a consciência pode apresentar vários estados, além da vigília e do sono. Ela se divide em dois modos, sendo que uma pessoa saudável alterna entre ambos. Permanecer apenas em um deles constitui dificuldades de relacionamento com o mundo. Seja com aspectos práticos da realidade, no caso de alguém fica somente no hilotrópico, ou com aspectos da espiritualidade genuína, no caso de uma consciência voltada totalmente para o holotrópico

Hilotrópico - "Hilo" significa matéria. É o modo de consciência orientado para a matéria, que estamos acostumados a perceber o cotidiano e a realidade material. Existem objetos e entes separados entre si, o tempo se move do presente para o futuro, o espaço é tridimensional e sólido. A consciência de si mesmo é de alguém isolado e separado do mundo e dos outros. 

Holotrópico - "Holos" quer dizer totalidade, todo. Nos estados holotrópicos (termo cunhado por Stanislav Grof) a consciência se expande além dos limites temporais e espaciais da realidade cotidiana. Quando se expande até o estado holotrópico, nos percebemos conectados e em relação direta com uma vastidão de imagens, símbolos, arquétipos e experiências, além da nossa compreensão e do nosso controle. 



Fenomenologia - Aquilo que se apresenta, sob o ponto de vista do sujeito. Todas as descrições das experiências são relatadas sob o ponto de vista daquele que a experimenta, e não de um observador externo. A fenomenologia de uma matriz perinatal descreve como é estar sob influência dela, do ponto de vista do sujeito. 

Perinatal - O domínio perinatal do inconsciente é um intermediário entre o inconsciente individual e o inconsciente transpessoal. É um "imã" de emoções, sensações, imagens relacionadas ao reviver do parto biológico e também do renascimento psicoespiritual. 

Não nos encontramos em contato apenas com as memórias e fantasias do inconsciente individual, como aquele descrito por Sigmund Freud. Temos acesso a arquétipos, padrões experienciais, através dos quais podemos ultrapassar o limite individual e nos identificar com outros seres, nas mesmas condições que experienciamos. O prefixo "peri" significa próximo ou ao redor, e "natal" quer dizer nascimento. Assim, perinatal diz respeito ao período que vai desde que o feto é concebido, até a sua saída completa pelo canal de parto, para o mundo.

Parece fantástico. Mas, como demonstrou de maneira exaustiva a pesquisa de Grof, os estados holotrópicos, ou inusuais, são potencialmente acessíveis a todo ser humano. 



Eles hibernam como ursos poderosos nas cavernas da psique. E tendem a despertar pelos mais variados motivos. Podem irromper fugaz e espontaneamente em meio às atividades cotidianas, provocadas pela visão de um céu estrelado, pela audição de um concerto de Bach ou pela leitura de um verso de William Blake, por exemplo. Podem ser metodicamente preparados, desencadeados e estabilizados por meio de rigorosas disciplinas espirituais, como as iogas indianas. Podem ser temporariamente induzidos por substâncias psicoativas e técnicas de forte impacto, como a "respiração holotropófica", desenvolvida por Grof e sua mulher Christina.

Nesses elevados patamares de consciência, o mundo material e o mundo espiritual apresentam-se como elos de uma corrente contínua, que as tradições místico-filosóficas nomeiam como a "grande cadeia do ser". E a matéria e o espírito mostram ser apenas diferentes manifestações da divindade única. 

"Quando experimentamos essas dimensões que estão ocultas à nossa percepção diária, percebemos, de maneira direta e irrecusável, o caráter divino da existência", enfatiza Grof.




Durante quatro décadas, desde quando transferiu-se da Checoslováquia para os Estados Unidos, em meados dos anos 60, Stanislav Grof promoveu inovações na pesquisa transpessoal, tendo como epicentro de suas investigações os domínios perinatais (que focalizam experiências de nascimento e morte) e transpessoais (que está além do nível biográfico-rememorativo). 

Grof ao lidar com esta “cartografia transpessoal da psique” enfrentou um duplo desafio: por um lado, utilizar a exploração dos diversos níveis perinatais e transpessoais como processo terapêutico, de alta eficiência na solução de problemas psiquiátricos e transtornos de diferentes matizes no universo da psicopatologia. 

Por outro, o Dr. Grof deveria “Caminhar o caminho místico com pés práticos”, isto é, manter-se no plano da pesquisa científica e do acompanhamento racional dos dados, ainda que estivesse superando o mecanicismo das leis e parâmetros da Ciência moderna. Como ele próprio definiu “precisava manter a psicologia transpessoal à altura dos trabalhos de seus pioneiros Carl Gustav Jung, Roberto Assagioli e Abraham Maslow”.





A enorme quantidade e a desconcertante variedade de experiências propiciadas pelas sessões de respiração holotrópica exigiram de Grof um exaustivo trabalho de sistematização e interpretação. 

O resultado foi uma revolucionária teoria da psique, que incorpora e supera os modelos de Sigmund Freud e Carl Gustav Jung e lança uma ponte entre a ciência de vanguarda e a sabedoria milenar das tradições espirituais.

A aguda consciência da necessidade desse intercâmbio o levou a fundar a International Transpersonal Association (ITA), ou Associação Transpessoal Internacional, uma entidade engajada na busca de novos paradigmas e no diálogo entre cientistas, artistas e líderes espirituais.

À frente da ITA, Grof organizou grandes congressos internacionais, que reuniram personalidades da estatura do físico David Bohm, do psiquiatra R.D.Laing, do Dalai Lama e de Madre Teresa de Calcutá.

O que se observa no trabalho de Grof é o reconhecimento da importância dos aspectos espirituais da mente, ou seja, da transpessoalidade do psiquismo humano, tanto para o mapeamento das patologias que fogem a dimensão biográfica da existência, quanto para a construção dos fundamentos teórico-metodológicos de uma Psicologia que remete o homem a sua constituição cósmica. 

Trata-se de uma Psicologia que supera o reducionismo cerebrocêntrico, que houvera reduzido a experiência psíquica ao jogo cego das forças bioquímicas e a realidade neuronal. Em uma palavra, é possível dizer que a Psicologia Transpessoal, tal como demonstrada por Stanislav Grof em seu revolucionário “Além do Cérebro” é a Psicologia do Futuro: um conhecimento psicológico que reintegra o individual no coletivo, o essencial e o existencial, a diversidade em um sistema cósmico unificado.



Seu estudo da psique desvendou espaços interiores jamais explorados pela ciência, confirmou ensinamentos das grandes tradições espirituais e ajudou milhares de indivíduos a superar seus traumas e encontrar a saúde e a auto-realização.


Stanislav Grof - Experiência Cósmica com LSD (leg pt)


Despertando o Interior Divino - Legendado 

sábado, 27 de setembro de 2014

O ELO ENTRE UFOLOGIA E ESPIRITUALIDADE



Mas afinal o que ufologia tem a ver com espiritualidade??

Segundo alguns ufólogos, o conhecimento da ação alienígena na Terra está intimamente ligado à espiritualidade do homem.

Desde sempre o homem observa maravilhado as estrelas longínquas, a brilhar nas noites escuras, geração após geração, refletindo sobre o que são, que segredos guardam ou simplesmente porque causam tanta fascinação ou saudade. 

Essa busca de compreensão, apesar de passar pela mente racional, toca fundo o coração e acende as mais profundas paixões que passam pela astronomia, astrologia, Ufologia e mesmo o misticismo. 




Em todos os livros sagrados é evidente a ligação de seres celestes com os humanos, resultando na criação de vários cultos, seitas e religiões. Qualquer pesquisa elementar pode revelar na Bíblia, no Alcorão e no Rig Veda ligações inequívocas, entre as forças extraterrestres, a espiritualidade e o homem.


Ao se tentar compreender integralmente a Ufologia, é preciso recorrer a um pensamento do filósofo e matemático René Descartes: “Para atingirmos a verdade, é preciso uma vez na vida nos desfazer de todas as opiniões aceitas e reconstruir novos sistemas do próprio conhecimento, desde seu fundamento”. 

O fenômeno dos UFOs está intimamente ligado ao universo místico e sobrenatural. Por ser difícil obter dados credíveis para estudo dos objetos que fazem parte desse fenômeno, a pesquisa feita por ufólogos não é considerada de caráter científico, apesar de cientistas das mais diversas áreas estarem envolvidos nas pesquisas.

A Ufologia tem como objeto de estudo as naves e os seres que nos visitam, supostamente extraterrestres e possuidores de uma tecnologia até então misteriosa para nós.



Na História da civilização humana são encontrados registros da presença de seres procedentes de fora da Terra, que várias vezes foram rotulados como deuses, anjos, mensageiros divinos ou demônios – e que ainda hoje causam controvérsias. 

Como se não bastasse o caráter polêmico da temática ufológica, dois segmentos até certo ponto antagônicos se dedicam ao seu estudo para tentar esclarecer os fenômenos que têm sido observados em nossos céus. Suas abordagens se completam algumas vezes, mas, em outras, se contrariam.

A primeira corrente, ufologia clássica, estuda os efeitos físicos produzidos ou associados a este tipo de fenômeno (fotos; filmes; gravações radiofônicas; marcas no solo e em pessoas; distúrbios eletromagnéticos e climáticos; aparições a olho nu ou em radares; abduções – sequestros praticados por entidades alienígenas , implantes de chips nos humanos e outras evidências consideradas autênticas).


Para isso, foram criadas metodologias específicas em sua pesquisa, e através delas procurou-se legitimar o fenômeno enquanto Ciência. Seus membros desenvolvem um estudo reconhecidamente sério e fundamental para a conscientização da realidade extraterrestre.

O segundo segmento da pesquisa ufológica é denominado Ufologia Holística, Mística, ou Avançada.  



Os membros deste segmento da Ufologia utilizam ferramentas pouco convencionais para manter contatos com seres do espaço. Fazem uso de práticas que se mantiveram confinadas por longo tempo às escolas iniciáticas [Instituições dedicadas ao estudo dos fundamentos da realidade e às práticas metafísicas]. Suas práticas são assim determinadas por não adotarem uma teoria que as esclareça.


Esse segmento da Ufologia utiliza ainda telepatia, canalização, mediunidade, psicografia, viagem astral, telestesia [Fusão de duas ou mais consciências pertencentes a níveis evolutivos diferentes, visando a transmissão de informações], e outros recursos do gênero. 

Tais ferramentas promovem um intercâmbio informativo, que pode ser visto com um certo ceticismo pelos ufólogos mais tradicionais, devido aos meios empregados. 



Independente do ramo da ufologia, todos concordam que sim, fomos e estamos sendo visitados há muitos anos, por seres de outros planetas. Alguns desses seres são altamente desenvolvidos para os padrões da terra, não só tecnologicamente, como espiritualmente.

Estudar os fenômenos ufológicos, é estar aberto a novos paradigmas existenciais. Seres de "outras esferas" estão constantemente entrando em contato conosco, deixando mensagens e vários tipos de ensinamentos.

As identidades desses seres, ora tidos como anjos, guias, espíritos de luz, ora como seres intergaláticos, seres interplanetários ou interdimensionais, acabam por se confundir, ao longo desse fenômeno.

Configura-se entretanto uma unanimidade a ideia de que além da matéria, existe um espaço onde orbitam as mais extraordinárias inteligencias e que elas estão tentando nos ensinar alguma coisa. 



Os espíritas por exemplo, aceitam a existência de vidas e inteligências extraterrenas. Não crêem que os inúmeros planetas existentes sejam matéria inerte e sem vida. Mas, isso não significa que pensem ser a vida nestes mundos igual à terrena.

“Assim como o rosto de nenhum homem é igual ao de outro”, dizia Kardec, “da mesma forma são diversas as civilizações espalhadas pelo espaço. Elas divergem segundo as condições que lhes foram prescritas e de acordo com o papel que cabe a cada uma no cenário universal”.

Para haver vida verdadeira, não se faz necessária a matéria. Portanto, ao se aceitar abertamente a tese espiritualista, o campo de investigação estará muito mais aberto à constatação de fatos nunca antes imaginados na história humana.  

Ademar José Gevaerd





Para Ademar José Gevaerd, um dos maiores ufólogos brasileiros : "Sim, acredito que a espiritualidade dispõe de ferramentas que podem, e precisam, ser usadas na investigação do Fenômeno UFO, ou seja, da presença e manifestação alienígena na Terra. 

Está mais do que óbvio, após 65 anos de existência da Ufologia, que apenas a ciência não oferece todas as respostas para o mistério e que devemos buscar em outras searas uma forma mais completa de se entender a ação em nosso planeta destas outras formas de inteligência. 

Na verdade, tanto a ciência quanto a espiritualidade não oferecem, isoladamente, as respostas que menciono. Deve-se, assim, empregar ambas as disciplinas para isso. Mas com seriedade e responsabilidade. 

O Fenômeno UFO é o maior desafio da humanidade em todos os tempos, é algo complexo e intrincado, que terá gigantesca repercussão em nossa vida quando finalmente revelado em sua totalidade. Assim, vale abrir mão de todos os recursos possíveis para compreendê-lo em sua completa extensão, ou seja, usar todas as ferramentas tanto da ciência quanto da espiritualidade.



Além do que, não nos esqueçamos de que nossos visitantes extraterrestres são todos, ou pelo menos 99% deles, praticamente idênticos fisiologicamente a nós, o que pressupõe que nós e eles temos uma relação muito próxima ou mesmo comum, uma ligação que ainda não conhecemos. É como se eles fossem primos distantes, mas ainda assim da “família”. E se nós, seres humanos, somos essencialmente espirituais, muito além da matéria física, uma conclusão razoabilíssima é de que “eles” também sejam espirituais. Talvez até bem mais do que nós. 

E desta forma, a espiritualidade se torna um meio óbvio de se tentar conhecê-los.


Jan Val Ellam: da Ufologia à Espiritualidade
Trechos da entrevista dada por Jan Val Ellam à Revista UFO

Por onde passa, Ellam esforça-se em ajudar a despertar as pessoas para que reflitam sobre a temática ufológica despida de apegos a conceitos e crenças. Para ele, na Ufologia não cabe crença e nem egocentrismo de opiniões pessoais porque, “sejam quais forem as cores do fenômeno ufológico, elas simplesmente representam a verdade que nos rodeia”.


"Talvez estejamos ofendendo de tal maneira a dignidade da vida, além de estarmos estragando este belo berço planetário que sustenta a estupidez existencial que, partindo da premissa de que realmente os ETs existem e já estão por aqui desde há muito, sejam eles quem forem, seguramente devem ter uma certa reticência em nos contatar. Afinal, vivemos como monstros, matando-nos uns aos outros sob as mais enlouquecidas argumentações, o que certamente deve espantar a quem quer que nos observe de fora.


O interessante é que muita gente na Terra tem medo dos ETs quando, na verdade, devem ser eles que “morrem de medo” da espécie biológica que domina nosso planeta. Muitos aliens já vieram à Terra e deram as suas vidas com o objetivo maior de, mais que ensinar, testemunhar o único modo que o ser terráqueo tem à sua disposição para evoluir, que é o de construir o comportamento elegante – sob a perspectiva das leis e dos costumes siderais – que marca a conduta de qualquer cidadão cósmico minimamente evoluído. Nesse ponto eu falo da postura amorosa para com o próximo e para com tudo mais que o envolve."





A espiritualidade não se baseia na participação em nenhum tipo de religião ou seita, muito menos se restringe à crença em mundos e seres superiores ou de outras dimensões. Ela depende das crenças, valores, das experiências vividas e do modo de relação que a pessoa estabelece a todo momento, com a existência, com si mesma e com o outro.


"O mundo precisa de pensadores desinibidos, que não tenham medo de fazer especulações ousadas. Mas também precisa de engenheiros conservadores, que possam transformar as especulações dos pensadores em algo útil à humanidade."

— Arthur C. Clarke


Entrevista com o Ufólogo Ademar Gevaerd.




Fonte:http://www.ufo.com.br/artigos/o-elo-entre-ufologia-e-espiritualidade
http://conexoorbum.blogspot.com.br/2009/04/jan-val-ellam-da-ufologia.html

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Paul Hellyer Fala Sobre Alienígenas



Ex-ministro da Defesa canadense afirma que extraterrestres estão entre nós e dispostos a nos ajudar, se permitirmos.

Paul Hellyer esteve à frente do ministério da defesa canadense por 23 anos, durante três diferentes governos, e tornou-se mais recentemente a primeira pessoa a ocupar um alto cargo em uma nação do grupo G8 a falar abertamente sobre extraterrestres. 

De fato Hellyer afirma não somente que vida alienígena existe, como tem nos visitado ao longo da maior parte da existência humana.

Suas entrevistas, são sempre fascinantes e polêmicas e frequentemente o político retorna à cena com declarações ainda mais surpreendentes. 




Audiência Pública sobre a revelação dos Ufólogos (UFOs)

Paul Hellyer foi uma das várias pessoas que testemunhou no Citizen Hearing on Disclosure, em Washington, DC, que ocorreu em maio de 2013.  

Ele fez parte de um grupo de 40 pesquisadores internacionais e testemunhas - entre militares e cientistas - que testemunharam suas experiências extraterrestres diante de seis ex-membros do Congresso americano na audiência pública não governamental.

“UFOs são tão reais quanto os aviões voando sobre as nossas cabeças”. “Esta foi a minha declaração, o que me deu a chance de ser o primeiro líder de primeiro escalão no mundo a fazer esta declaração de uma maneira clara e inequívoca”, afirma Paul Hellyer.


Como parte de seu testemunho, Hellyer declarou que os “alienígenas estão vivendo entre nós e é provável que pelo menos duas espécies deles estejam trabalhando com o governo dos EUA“.  Mais especificamente, Hellyer anunciou que pelo menos quatro espécies têm estado visitando a Terra por milhares de anos.



Hellyer alertou: "Algo terrível irá acontecer se não formos mais inteligentes e mudarmos a maneira como vivemos". 



Segundo Hellyer, a humanidade precisa ter consciência de que existe vida extraterrestre. O ex-ministro afirma que, assim como as crianças estão preparadas para um dia descobrir que Papai Noel não existe, por exemplo, adultos devem ser considerados preparados para entender a nova realidade em que a humanidade vive, num cosmos compartilhado com outras espécies.

Ele ainda afirmou que cerca de 80 diferentes espécies alienígenas visitam a Terra, desde os pequenos grays ou cinzentos, o tipo alfa na classificação da Ufologia Brasileira, até os altos, nórdicos e de pele clara, quase idênticos aos terrestres, chamados de tipo beta na classificação nacional.


TRABALHANDO COM O GOVERNO NORTE-AMERICANO

Hellyer afirma que esses nórdicos têm trabalhado com o governo norte-americano, mais especificamente com a Força Aérea (USAF) no estado de Nevada, possivelmente a Área 51. 




O ex-ministro diz que, apesar de duas espécies parecerem hostis, a maioria é benevolente, contudo estão presas às suas próprias leis. Segundo Hellyer: "Eles têm regras de não interferência em nossos assuntos a menos que sejam convidados e essa é uma das razões de não termos visto mais deles até recentemente". Afirma ainda que investigações militares apontam fortes evidências de que pelos menos quatro desses povos têm visitado a Terra ao longo de boa parte da história humana.

De acordo com Paul Hellyer, existe cooperação entre os visitantes alienígenas e os governos.

Paul Hellyer diz que tais visitas se tornaram mais frequentes após a descoberta da energia nuclear: "A história dos UFOs já é antiga, com muita atividade nas últimas décadas desde a invenção da bomba atômica e eles estão preocupados que a usemos novamente. O Cosmos é uma unidade e os efeitos cairiam não somente sobre nós, mas sobre outros no Universo. Eles estão preocupados que sejamos estúpidos e utilizemos armas nucleares, o que seria ruim para nós e para eles".

VISITANTES DESEJAM AUXILIAR A HUMANIDADE

Os alienígenas aceitam que os humanos tenham o direito de administrar seu planeta, mas estão preocupados com nossas ações, segundo Hellyer: "Passamos muito tempo lutando entre nós, gastando dinheiro em armas e não em alimentar os pobres e ajudar os desabrigados e doentes, poluímos nossas águas e o ar, e brincamos com armas exóticas como as nucleares. E eles não gostam disso".

Hellyer alega que os OVNIs têm sido abatidos por ações militares e que a tecnologia alienígena tem sido agregada pelos humanos.  




Ele afirma que os extraterrestres poderiam dividir suas tecnologias com os humanos, mas temem que usemos esse conhecimento na indústria militar: "Seres de outros planetas sempre tentaram nos ajudar, e o ser humano interpretou como ameaça. Eles estão muito adiantados em relação a nós e poderíamos aprender muito com eles. Criamos muitas coisas com suas tecnologias, como luzes led, microchips, coletes de kevlar e poderíamos conseguir muito mais, especialmente nos campos da medicina e agricultura, se o fizéssemos pacificamente".


"Desde o início despachamos aviões para tentar abatê-los, mas sua tecnologia sempre foi superior o suficiente ao ponto de que não sermos capazes de fazê-lo; certamente não por algum tempo.  Durante aquele período eles poderiam ter nos invadido sem qualquer problema se quisessem.  



Assim, eu penso que ao invés de desenvolvermos nosso próprio projeto de ‘Guerra nas Estrelas’ para nos protegermos deles, nós deveríamos trabalhar com as espécies benignas, as quais são a vasta maioria deles, e contaríamos amplamente com eles, é claro, e cooperaríamos, contribuindo ao mesmo tempo.  

Eu não acho que há qualquer propósito em desenvolvermos uma força galáctica que nos levaria à tentação de prosseguirmos sozinhos e acabarmos no prejuízo, o que é algo que alguns deles se preocupam sobre nós".

E ele não é a única pessoa fazendo essas alegações.




O ex-Senador dos EUA e candidato presidencial de 2008, Mike Grave (D-Alaska), diz que há “uma influência extraterrestre que está investigando o nosso planeta.  Algo está monitorando o planeta e está monitorando muito cuidadosamente“.  

Um número de astronautas, professores, militares de alto escalão e políticos já vem afirmando o mesmo, por todos esses anos. 

Documentos oficiais liberados por agências, governos e através do ato de liberdade de informação, estão disponíveis para o domínio público e reiteram o que está sendo dito por estas pessoas.


A questão dos OVNIs é complexa e bifurca em diferentes áreas, tais como a ciência, história, política, consciência e muitas mais.  É sem dúvida um dos tópicos mais importantes que a civilização humana já encarou.

Não há dúvidas de que os seres humanos foram programados com o temor, no que diz respeito a este tópico, e há uma boa possibilidade de que isso tenha sido feito de propósito.

Chegou a hora de deixar este medo de lado, pois há uma comunidade galáctica lá fora, borbulhando com vida.

Nosso planeta e os seres nele contidos estão atualmente passando por uma mudança.  Estamos começando a ver através da cortina que cega as massas sobre todos os aspectos da vida.  

Nossa saúde, alimentação, energia e instituições financeiras são muito mais transparentes, e as pessoas da Terra estão pedindo por mudança.  Estamos reconhecendo aquilo que precisa ser mudado.  

Somos os que não concordam com este sistema atual e somos aqueles que possuem um potencial tremendo para criar algo novo.  Talvez alguns grupos de extraterrestres estejam vigiando para ver se podemos fazê-lo.  E talvez alguns não estejam.



“Há evidências abundantes de que estamos sendo contactados; que civilizações têm estado nos visitando por um longo tempo.  Que sua aparência é bizarra a partir de qualquer ponto de vista materialista ocidental.  Que estes visitantes usam a tecnologia da consciência…” - Dr. Brian O’leary, ex-astronauta da NASA e Professor de Física da Princeton.

“Sim, houve acidentes de naves e corpos foram resgatados. Não estamos sós no Universo; eles têm vindo aqui já por muito tempo” – Astronauta da Apollo 14

“Décadas atrás, visitantes de outros planetas nos alertaram sobre a direção que estamos indo e ofereceram ajuda.  Ao invés disso, alguns de nós interpretaram suas visitas como uma ameaça, e decidiram atirar primeiro e perguntar depois. 

É um fato irônico que os EUA lutam em guerras monstruosamente caras, alegadamente para trazer democracia para aqueles países, quando ele mesmo não pode mais alegar de ser chamado de democracia, quando trilhões, e eu quero dizer milhares de bilhões de dólares, têm sido gastos em projetos negros, os quais tanto o Congresso quanto o Comandante em Chefe têm mantido deliberadamente no escuro.” – Paul Hellyer



Hellyer termina suas surpreendentes declarações com o seguinte: "Acredito que muitas pessoas estão mais interessadas na tecnologia militar e acho isso errado. Essa é uma das coisas que precisamos mudar, porque precisamos trabalhar juntos, todos nós, todas as nações do planeta.  O fato de que outras espécies são mais avançadas do que nós pode nos exigir humildade, mas pode ser um passo importante para a nossa sobrevivência".

"Temos de nos comprometer a viver em paz com nossos vizinhos, aqui na Terra, tanto quanto com nossos “vizinhos celestiais”. 

Temos de nos tornar Seres Espirituais e viver de acordo com a Regra de Ouro” (Fazer aos outros aquilo que queremos que seja feito por/para nós). 






quarta-feira, 24 de setembro de 2014

HOMOSSEXUALIDADE - POR DRAUZIO VARELLA



A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.

Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. 

Apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.


Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (ou Deus) criou órgãos sexuais para que os seres humanos procriassem; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).

Se a homossexualidade fosse apenas perversão humana, não seria encontrada em outros animais. 

Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de espécies de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.

Em virtualmente todas as espécies de pássaros, em alguma fase da vida, ocorrem interações homossexuais que envolvem contato genital, que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.


Comportamento homossexual envolvendo fêmeas e machos foi documentado em pelo menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.

Relacionamento homossexual entre primatas não humanos está fartamente documentado na literatura científica. 

Já em 1914, Hamilton publicou no Journal of Animal Behaviour um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.


Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas rigorosas.

Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela simples existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por capricho individual. 

Quer dizer, num belo dia pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas como sou sem vergonha prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.


Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.

A sexualidade não admite opções, simplesmente é. 

Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.


Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. 

Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países fazem com o racismo.

Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais na vizinhança, que procurem dentro das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. 


Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal costumam aceitar a alheia com respeito e naturalidade.

Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.

Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser fascistas a ponto de pretender impor sua vontade aos que não pensam como eles.

A menos que seus dias sejam atormentados por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? 

Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu trinta anos?

Em seu canal no YouTube, o Dr. Drauzio Varella publicou  esse vídeo em que fala sobre a homossexualidade, a impossibilidade humana de controlar o desejo e a ignorância que cerca o tema.

Varella afirma que é “estupidez” achar que ser gay é apenas escolha, pois “ninguém decide a própria sexualidade”. 


“Você é heterossexual? Como é que você decidiu ser heterossexual? A sexualidade é. Ela se impõe, a gente não escolhe”, explica o médico oncologista, cientista e escritor com mais de 40 anos de atuação.


"Que diferença faz para você, para sua vida pessoal, se seu vizinho dorme com outro homem? Se faz diferença, procure um psiquiatra, pois você não tá legal!!"


O vídeo na íntegra, você acompanha logo abaixo:





* O Blog Muito Além  é a favor de toda e qualquer manifestação de apoio contra a Homofobia.