quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Asteroide pode ser o protagonista da extinção da raça humana



Especialistas alertam sobre asteroide que pode ser o protagonista da extinção da raça humana em alguns séculos.

Um asteroide gigante pode atingir a Terra e causar destruição incalculável, aponta estudo publicado na edição de agosto da revista científica Nature.




O dia 16 de março de 2880 pode ser o último dia da espécie humana. 

Neste dia, segundo cálculos científicos, um grande asteroide se chocará contra a Terra e a destruirá por completo. 

Cientistas da Universidade de Tennesse, na cidade de Knoxville, Estados Unidos, descobriram que um asteroide gigante e de forças nunca antes encontradas pode atingir a Terra no ano de 2.880, causando grandes danos – podendo marcar o “fim do mundo”. As informações são do Daily Mail.



A Universidade de Tennessee conta com um grupo de especialistas encarregados de observar o curso dessa rocha gigantesca, que viaja a uma velocidade brutal e que, contrariando todas as expectativas, ainda não se desfez em mil pedaços - o que talvez, pode nunca ocorrer. 

Apesar de as chances de choque ser de apenas 0,3%, os estudiosos já pesquisam uma forma de combater o asteroide, evitando qualquer desastre. 

E caso a força das partículas que mantêm o asteroide inteiro for mantida, a Terra poderá dar adeus a seus dias de existência.



Como possui 1000 metros de diâmetro e gira numa velocidade impressionante, o corpo celeste deveria se despedaçar em vários pedaços, mas isso não está acontecendo. Desta forma, os cientistas descobriram que ele pode ser unido por uma força de coesão chamada de van Der Waals. 


Isso significa que o asteroide tem gravidade negativa.

Por causa desse fator, os cientistas não sabem lidar com a destruição desse asteroide. A existência de van Der Waals tem sido prevista em pequenos asteroides, mas as evidências nunca foram vistas, antes desse imenso corpo celeste.



Com seus mais de mil metros de diâmetro, o asteroide demora apenas duas horas e seis minutos para orbitar em volta de si mesmo. 

E mesmo assim, infelizmente, não se desintegra. Alguns cientistas mais otimistas, como Ben Rozitis, afirmam que entender os motivos da coesão das partículas deste asteroide seria a melhor maneira de criar uma estratégia para evitar possíveis futuros impactos. 



Apesar de tudo, a imensa pedra avança contra a Terra a uma velocidade de 15 quilômetros por segundo e seu impacto poderia ser comparado à explosão de 44.800 megatons de dinamite.


O asteroide foi detectado pela primeira vez em 1950 sendo nomeado 1950 DA e só foi visto depois no dia 31 de dezembro de 2000. A comunidade cientifica espera encontrar uma solução antes de sua fatídica chegada.

Os cientistas afirmaram que não há motivos para preocupação, já que as chances da rota do asteroide coincidir com a Terra são mínimas. Ademais, desde 2000, o nosso planeta foi atingido mais de 20 vezes por estes corpos celestiais. 





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