domingo, 3 de agosto de 2014

LUZES DO MUNDO: GRAHAM HANCOCK



GRAHAM HANCOCK - RESGATANDO NOSSA VERDADE


Graham Hancock é um jornalista e escritor britânico, que iniciou a carreira escrevendo para jornais  como The London Times e The Economist até os anos 1980. Trabalhou também para outros periódicos britânicos, tais como The Times, The Sunday Times, The Independent e The Guardian

Nascido em Edimburgo, Hancock cresceu na Índia, onde seu pai trabalhava como cirurgião. Voltando para o Reino Unido, formou-se pela Durham University em 1973, colando grau com Louvores de Primeira Classe em sociologia.

Foi co-editor da revista New Internationalist de 1976 a 1979 e correspondente na África Oriental do The Economist de 1981 a 1983. 

Em 1989, ele publicou o Livro "Os Senhores da pobreza: o poder, prestígio e corrupção dos Negócios da ajuda internacional", que lhe rendeu uma Menção Honrosa para o jornalismo com o Prêmio Mencken.

Segundo Hancock, as “missões humanitárias” em países africanos, bem como no Haiti, já duram muito tempo e só deixam um rastro atrás de si: mais miséria. Isso o levou a chamar os grandes agentes da “ajuda internacional” de “senhores da pobreza”. 



Quanto mais pobreza, mais necessária é a presença de ONGs e de “intervenções humanitárias”. Quanto mais pobreza, mais se passa a ideia de que os negros africanos ou haitianos são completamente incapazes de se governar, o que justifica a presença das intervenções e ocupações militares. 


Ele é hoje um reconhecido pesquisador que levanta questões pertinentes sobre a história e a pré-história da humanidade, desafiando o conhecimento ortodoxo e acadêmico.



Em 1992, Hancock voltou sua atenção para as ciências alternativas e história, com a publicação de "O Sinal e o Selo: a busca da Arca da Aliança." 

Neste livro Graham traça uma linha sobre a Arca Perdida da Aliança, a partir de quando ela desaparece da Bíblia para seu lugar atual de descanso, na Etiópia. 

Hancock argumenta que a Arca teria sido armazenada na Igreja de Santa Maria de Sião em Aksum, uma cidade primitiva da Etiópia. Com base em evidências convincentes recolhidas a partir de anos de pesquisa, ele sugere que os sacerdotes judeus do templo de Salomão tenham removido a Arca durante o governo do rei apóstata Manassés (687-642 aC). 


Em seu livro meticulosamente pesquisado, Graham Hancock sugere que a Arca, e mais precisamente o seu conteúdo misterioso, pode ter sido um produto de "magia" do antigo Egito, ou melhor dizendo, de uma avançada tecnologia.

O Livro tornou-se um best-seller e direcionou Hancock em um caminho que o levaria a partir dos topos das grandes pirâmides, para o fundo do oceano, procurando e explorando mistérios antigos.


Seu próximo livro foi lançado em 1995: As Digitais dos Deuses: a evidência de civilização perdida da Terra. 

Neste volume, Hancock, basicamente recapitula a teoria que apresenta a Atlântida em um Mundo Antediluviano. Isso quer dizer que uma civilização avançada existiu na Terra, foi destruída e os sobreviventes e remanescentes podem ser vistos no avanço repentino em culturas como Egito e os Maias.

Irresistível mistura de um trabalho de investigação histórica, ciência avançada e descobertas recentes. As Digitais dos deuses revelam o quanto ainda temos que aprender sobre o passado e o que ele pode revelar sobre o futuro. 



Juntando pistas espalhadas por lugares tão distantes quanto a Antártida, Egito e América, Hancock revela não apenas as evidências da existência dessa civilização, mas também expõe as conclusões assustadoras sobre o tipo de catástrofe planetária que teria de ocorrer para destruir todos os traços de sua presença.



Neste livro (As Digitais dos Deuses), Graham Hancock encontrou todas as pistas que levam a um ponto preciso. De acordo com Hancock, as pirâmides foram construídas em todas as culturas ao redor do planeta e os seus monumentos possuem configurações astronômicas  mais ou menos óbvias. 

De antigos testemunhos de muitas comunidades – a Grande Esfinge do Egito, passando pelos misteriosos templos de Tiahuanaco, as linhas gigantes de Nazca, no Peru, as pirâmides maciças do Sol e da Lua no México – Hancock os comparou com os mitos e lendas universais, com o estudos de mapas que datam desde os tempos antigos, sugerindo a existência de um povo com uma inteligência superior que possuíam tecnologia sofisticada e o conhecimento científico detalhado, cuja “pegada”, no entanto, foram completamente exterminados pelos um desastre de enormes proporções.


"Cada cultura tem adorado os seus reis como deuses. Suas religiões foram todas destinadas a encontrar a imortalidade da alma e seus sacerdotes eram os astrônomos, com o conhecimento antecipado dos movimentos celestes. A cobra-réptil é uma figura simbólica que está presente em todas as culturas e é considerada sagrado."

Esta grande unidade cultural, de acordo com Hancock, sugere que a civilização humana não nasceu de uma saída repentina do nada, mas foi “ajudada” por alguém com conhecimento cultural e tecnologia avançada. As provas que sustentam esta teoria é a expansão da agricultura.

Descobriu-se que a agricultura nasce simultaneamente em pelo menos seis regiões do mundo sem ligação aparente entre eles: América Central e do Sul, o Crescente Fértil, África Central, Leste da China e do Sudeste Asiático.


A Mensagem da Esfinge (1996) em co-autoria com Robert Bauval, Hancock teoriza que a Esfinge e algumas outras características no planalto de Gizé foram criados em 10.500 aC. 

Esta ideia é baseada em evidência astronômica que os recursos artificiais foram construídos para replicar e modelar a estrelas 10.500 aC.

Neste relato fascinante de investigação histórica e arqueológica, os autores apresentam provas concretas de que a Esfinge, as pirâmides, e os outros monumentos de Gizé são de origem muito mais antiga do que se acreditava anteriormente. 

Trabalhando a partir da premissa de que o complexo de Gizé codifica uma mensagem, eles começam com evidências geológicas descobertas recentemente indicando que os padrões de erosão profundas nos flancos da Esfinge foram causados ​​por 1000 anos de chuva forte. 

Os autores passam a sugerir, por meio de simulações de computador do céu, que as pirâmides, que representam as três estrelas do cinturão de Orion, juntamente com calçadas e alinhamentos associados, constituem um espelho da pedra matriz celeste, no equinócio de verão em 10.500 aC .


Um tema constante em diversos trabalhos de Hancock é a exposição da "Teoria da Correlação de Órion", primeiro defendida pelo autor belga Robert Bauval e posteriormente desenvolvida em trabalhos em colaboração com Hancock, bem como em suas publicações individuais. 

A base desta teoria diz respeito á proposição de que as posições relativas das três principais pirâmides do Egito Antigo na planície de Gizé foram (por projeto) correlacionadas com as posições relativas das três estrelas da constelação de Órion, que formam o "Cinturão de Órion", conforme eram visíveis por volta de 10.500 AC.




Às suas primeiras afirmações a respeito do alinhamento das pirâmides de Gizé com Órion ("… as três pirâmides eram um mapa terrestre inacreditavelmente preciso das três estrelas do Cinturão de Órion") juntaram-se posteriormente especulações sobre a idade da Grande Esfinge.

Segundo estes trabalhos, a Grande esfinge foi construída por volta de 10.500 AC, e sua forma de leão seria uma referência definitiva à constelação de Leo. 

Conseqüentemente, a orientação e disposições da Esfinge, pirâmides de Gizé e do rio Nilo, com relação uns aos outros no chão é interpretada como uma imagem espelhada exata ou um mapa das constelações de Leão, Órion, especificamente, o cinturão e a Via Láctea, respectivamente.


As Pirâmides de Gizé e as três estrelas da constelação de Órion:

Os antigos Egípcios acreditavam que os espíritos dos Faraós vinham dessas estrelas,em Gizé as três Famosas Pirâmides são como uma imagem espelhada dessas estrelas reproduzidas no solo,  e em pedra os tamanhos de cada Pirâmide segue a intensidade do brilho de cada uma delas, a maior Pirâmide é Alnitak (Primeira há esquerda) a segunda Pirâmide é Alnilam (Estrela do meio) e a terceira Pirâmide bem menor e ligeiramente inclinada com relação as outras é Mintaka a estrela do lado direito.

O interessante é verificar que a estrela representada no Egito pela maior Pirâmide é justamente a que fica na direção exata da Nebulosa de Órion, mais mistérios existem que relacionam estas estrelas com o Egito.



As alusões à datas situadas 10.500 anos atrás são significativas para Hancock, uma vez que é nesta era que ele localiza a avançada civilização progenitora, agora desaparecida, mas que ele afirma na maioria de seus trabalhos ter existido e cuja tecnologia avançada influenciou e deu forma ao desenvolvimento das civilizações (conhecidas) da antiguidade mundial. 

A egiptologia e a arqueologia sustentam que as provas disponíveis indicam que as pirâmides de Gizé e a Grande Esfinge foram construídas durante o período da Quarta Dinastia do Egito (terceiro milênio AC) 5 ). 

Hancock não contesta a datação das pirâmides, mas afirma que elas devem ter sido projetadas com conhecimento de como as estrelas eram vistas 8.000 anos antes delas serem construídas — uma vez que a TCO afirma que elas estão orientadas naquele sentido— o que sugere haver mais indícios da influência de uma tecnologia e conhecimento não disponíveis para os construtores das pirâmides.

… "demonstramos com um corpo de evidências substancial, que o padrão das estrelas está "congelado" na superfície em Gizé, na forma das três pirâmides e a Esfinge, representando a disposição das constelações de Orion e Leo como eram visíveis no momento da aurora do equinócio de primavera durante a "Era de Leão" astronômica (entenda-se, na época em que o Sol estava "abrigado" em Leão no equinócio de primavera). "







As afirmações feitas por Hancock, Bauval e outros como Adrian Gilbert e Anthony West, a respeito do significado destas supostas correlações foram examinadas por vários cientistas, que publicaram críticas e refutações detalhadas destas idéias.


A teoria de uma Esfinge mais antiga recebeu apoio considerável da ciência acadêmica. Mais notável, o geólogo Robert M. Schoch argumenta que os efeitos da erosão pluvial na Esfinge e seus arredores significam que partes do monumento devem ter sido esculpidas originalmente no máximo entre 7.000–5.000 AC. 

Graham Hancock,  jamais aceitou a História oficial de nosso passado remoto, sempre acreditou que essas lendas tinham mais que um fundo de verdade. 

A partir de um mapa-múndi datado de 1513, com um desenho da costa da Antártida que só poderia ser feito por satélites ou antes que a atual camada de gelo de mais de um quilômetro de espessura se formasse, ele rastreou em vários continentes as marcas de uma civilização de alta tecnologia, que existiu há 15 mil anos, antes da última era glacial, e desapareceu misteriosamente.

Graham Hancock - As Piramides de Gizé e Orion 
*Ativar legendas em portugues




O Mistério de Marte (1998):

Nesta obra instigante e reveladora, os autores levam ao conhecimento do público as descobertas feitas por cientistas e astrônomos em todo o mundo a respeito das anomalias de Marte e da questão extremamente grave e premente dos cataclismos planetários. 

São levantadas questões sobre a inquietante possibilidade de ter existido uma civilização em Marte, muito similar a do antigo Egito, que teria sido destruída por um impacto cataclísmico profundo. 


"Nosso papel tem sido o de sintetizadores, conectando as evidências e os dados de muitos e diferentes campos de pesquisa. Foi só quando começamos a encaixar as peças do quebra-cabeça é que pudemos ter noção do panorama maior e das implicações verdadeiramente alarmantes que ele traz não apenas para o passado da Terra, mas também para o seu futuro."



Hancock declara em O Mistério de Marte de 1998, co-escrito com Bauval:

"Qual a probabilidade de que a centelha que iniciou a vida na Terra não tenha também deixado sua marca no vizinho e análogo Marte? Quer tenha sido a Terra deliberadamente "terraformada", quer tenha sido semeada com os esporos de vida de cometas colididos - ou se, realmente, a vida aqui surgiu espontânea e acidentalmente -, é razoável esperar que encontremos vestígios do mesmo tipo de processo em Marte.

Se tais vestígios não aparecerem, então as chances de que estejamos sozinhos no universo aumentam, e as de descobrir vida em qualquer outro lugar ficam dramaticamente reduzidas. Tal quadro implicará admitirmos que as formas de vida da Terra surgiram sob condições tão localizadas, especializadas e únicas - e ao mesmo tempo tão casuais - que não poderiam ser reproduzidas, mesmo em um mundo próximo e pertencente à mesma família solar. Muito menos provável, então, que elas pudessem ser reproduzidas em mundos alienígenas que orbitam estrelas distantes.

Por essa razão, a questão da vida em Marte deve ser lembrada como um dos maiores mistérios filosóficos de nosso tempo. Porém, com os rápidos avanços na exploração do planeta, é provável que esse mistério esteja para ser solucionado em breve."



Em Underworld 2002: As Origens Misteriosas da Civilização, Hancock restringe sua busca de uma civilização mítica perdida para o fundo do mar.

Um livro fascinante que nos leva em uma viagem submarina  para encontrar as ruínas de uma civilização perdida escondida há milhares de anos por baixo dos oceanos do mundo.

No mundo sub-aquático, Hancock continua sua busca notável, onde, de acordo com quase mil mitos antigos de todas as partes do globo, as ruínas de uma civilização perdida, engolida por um dilúvio universal, podem ser encontrados.

Guiado pela ciência de ponta e pesquisas arqueológicas mais recentes, Hancock começa a sua missão para descobrir a verdade sobre esses mitos e examina o mistério no fim da última idade do gelo.



Documentário para BBC



E, por último, em 2005, Hancock lança o monumental "Sobrenatural".

Em "Sobrenatural: Encontro com os Antigos Mestres da Humanidade" o autor dedica-se a investigar o misterioso "momento de ruptura" a partir do qual a humanidade diferiu-se do restante dos animais através da capacidade de se expressar.  

Suas inteligentes conclusões e seu envolvente texto nos conduzem na busca da verdade acerca das influências extraordinárias que moldaram a mente humana. 

Na França, na Espanha, e na Itália, o autor se encanta com belas pinturas ruprestes. Nas cavernas da África ele se vê diante de um verdadeiro tesouro da Idade da Pedra. 

Nas profundezas da Amazônia, os xamãs o guiam em experiências alucinógenas reveladoras com o uso da poderosa ayahuasca, a ponto de encontrar seres sobrenaturais idênticos aos representados nas pinturas das cavernas europeias. 

Como fonte de pesquisa para seu livro,  Hancock resolveu participar dos rituais xamânicos de povos indígenas da Amazônia e de regiões da África. 

Em "Sobrenatural" , Hancock parte da análise dos signos e símbolos pictóricos da arte rupestre para fazer uma associação fortuita desse tipo de imagem com as visões “psicodélicas” usualmente experimentadas em tais rituais, pelo menos por aqueles que efetivamente experimentam a ayahuasca, a iboga, e outras bebidas rituais que “trazem visões do outro mundo”. 

Esta associação não foi ideia original sua, mas sim de David Lewis-Williams, um professor, antropólogo e pesquisador de arqueologia cognitiva sul africano.


Graham Hancock teve a coragem de mergulhar no próprio lago em que empreendeu seu extensivo estudo.


Palestra no TED

"Depois de entediantes 6 milhões de anos, uma coisa extraordinária aconteceu com o ciclo evolucionário de nossa espécie, a menos de 100 mil anos atrás. Isso foi um tipo de emergência da consciência, na verdade, menos de 40 mil anos atrás, quando nos tornamos criaturas totalmente simbólicas.
E essa grande mudança que tem sido definida como o único e mais importante passo no avanço da evolução no comportamento humano, está intimamente associada com o aparecimento das grandes e transcendente artes em cavernas em todo o mundo.
E nos últimos 30 anos, pesquisas lideradas pelo Prof. David Lewis Williams da University of the Witwatersrand no Sul da África, e muitos outros, tem sugerido uma intrigante e radical possibilidade, que essa emergência da consciência foi desencadeada pelo encontro dos nossos ancestrais com plantas visionárias e o começo do xamanismo. 
Se analisarmos as pinturas em cavernas muitos detalhes deixam claros que tratam-se de estados alterados de consciência de visões. 
E que plantas como o cogumelo Amanita Muscaria ou o psilocybin parecem ter uma ligação direta com essa mudança repentina e radical."


 David Wilcock entrevista Graham Hancock - LEGENDADO em português




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