domingo, 20 de julho de 2014

LUZES DO MUNDO - HAMMED




Hammed - A LUZ DO SABER





Francisco do Espírito Santo Neto atribui a maior parte de suas obras psicografadas á seu mentor Hammed.

Hammed é o pseudônimo que ele adotou, alegando sentir-se assim mais livre para desempenhar os labores espirituais que se propõe a realizar na atualidade. 

Viveu por várias vezes no Oriente, e especificamente, na milenar Índia. Participou na França do século XVII do movimento jansenista, precisamente no convento do Port-Royal des Champs, nas cercanias de Paris, como religioso e médico. Costuma se mostrar espiritualmente ao médium ora com roupagem característica de um indiano, ora com trajes da época do rei francês Luís XIII.


"Em meus encontros com ele durante o sono do corpo físico, pude guardar com nitidez seu semblante sereno – e ao mesmo tempo firme – que facilitou a pintura de seu rosto na tela, porque pude descrever com precisão ao pintor catanduvense Morgilli, que o retratou em 1988 com muita originalidade.” (...) relata Francisco.



Francisco do Espírito Santo Neto (natural de Catanduva) é um médium espírita brasileiro. O seu "instrutor espiritual" é referido como Hammed.

Quico - como é chamado, é formado em Administração de Empresas, com formação completa em Programação Neurolingüística. É autor de diversas obras, psicografadas pelo médium, como "Renovando Atitudes", "Os Prazeres da Alma", "As Dores da Alma" e "A Imensidão dos Sentidos". Destaca-se dentre os autores espíritas pela abordagem com elementos da psicologia e da filosofia oriental.

Há mais de 25 anos fundou a Sociedade Espírita Boa Nova. Ainda hoje, dirige todas as atividades que a integram como a Creche Boa Nova, que abriga 135 crianças, o Lar Esperança, que atende 12 senhoras carentes em regime de internato, o posto médico-odontológico, além de ações voltadas para o atendimento sócio-cultural e para grupo de mães e gestantes, bem como a Boa Nova - editora e distribuidora de livros espíritas.



Trabalha ativamente na divulgação do Espiritismo, não apenas através da escrita como também com a realização de palestras em todo o Brasil e também no exterior.

Os seus livros atingiram a margem de aproximadamente um milhão de exemplares vendidos - desde seu primeiro lançamento editorial, o livro Renovando Atitudes, publicado em 1997.





Meu primeiro contato com o Espiritismo aconteceu quando eu morava na fazenda dos meus pais e era muito jovem. Naquela época notava alguns fenômenos curiosos, escutava passos e ruídos. 

Como recebi uma educação católica, acreditava que era tudo fruto da minha imaginação.  Depois, mais adiante, eu me lembro que a minha mediunidade aflorou ostensivamente quando eu fui assistir, com um grupo de amigos, a um terreiro de Umbanda. Na época, eu tinha aproximadamente 18 anos. 


Fomos assistir curiosamente à reunião umban­dista, como qualquer jovem, ávido de aventuras, experiências e com uma postura muito crítica. Todos os meus amigos participaram do círculo formado, segundo os rituais umbandistas, a fim de ver os transes, os cantos e tambores, enfim, como aconteciam as coisas ali naquele momento. 

Foi enorme surpresa. Os meus braços começaram a formigar, como se eu tivesse dormido em cima deles, tinha uma sensação de estar sem braços, ou seja, “braço bobo” como se diz no ditado popular, e depois esta sensação tomou conta do meu corpo inteiro. 

Os meus amigos disseram que eu havia recebido o espírito de um preto velho. No entanto, não me lembrava de nada, absolutamente. Aquilo me assustou muito e nunca mais voltei em qualquer terreiro de Umbanda, pois eu receava que o fenômeno se repetisse.

De nada adiantou. A partir desse fato, começaram a acontecer cada vez mais essas sensações mediúnicas que antecedem a incorporação. Fui atraído, como o ímã atrai os alfinetes.



No entanto, foi em 1973 que, pela primeira vez, tomei contato com as obras O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, e Voltei, do Irmão Jacob, psi­cografia de Chico Xavier, presentes do querido Diomar Zeviani – amigo que muito me orientou na questão doutrinária espírita.

Quando eu li esses livros, registrei que seus ensinamentos eram para mim muito familiares. Era meu primeiro contato com as obras, mas a sensação era de que já havia lido ou ouvido tudo aquilo em algum lugar. “Nada acontece por acaso”. Assim refletindo, consigo visualizar claramente toda a fase de preparação pela qual passei, a fim de poder, hoje, contribuir humildemente com meus poucos recursos de médium no trabalho iluminado do Espiritismo.

Através do estudo comecei a entender e administrar minha mediunidade. 


Já administrava minhas faculdades mediúnicas através da psicofonia, quando em novembro de 1974 recebi minha primeira página psicografada que tinha como título ‘O Valor da Oração’. Ela era assinada por Ivan de Albuquerque, espírito até então completamente desconhecido. Acredito que a psicografia requer muito estudo. É muito bom ser um instrumento de comunicação entre esse mundo e o Espiritual.

Geralmente, quando eu estou escrevendo um livro, os espíritos utilizam muito o fenômeno do desdobramento durante o sono físico para conversarem comigo. Quando eu estou levando a mensagem por um caminho inadequado ao contexto do livro, ou seja, não está como os espíritos desejam, sonho e eles me dizem que algo precisa ser mudado ou reescrito. Ao acordar, faço a correção necessária, tal qual o Espírito me orientou.


Na incorporação, quase sempre, as mensagens que recebo dos Benfeitores Espirituais são gravadas e transcritas para o papel. Acredito que a minha mediunidade funciona como uma união íntima resultante de combinação de várias mediunidades que me facilitam o desempenho medianímico.

Tenho relativa facilidade para escutar nomes, frases inteiras ditadas pelos espíritos. Registro mensagens de entidades familiares, ouço nomes e fatos que ocorreram com os espíritos. Essa mediunidade auditiva facilita muito o recebimento de mensagens.


Hammed e eu tivemos o primeiro contato no final de 1972, através da psicofonia. Tempos depois, soube que temos uma ligação espiritual muito forte, que é uma consequência de diversas experiências passadas. Antes da Era Cristã, por exemplo, já havíamos vivido várias vezes juntos no Oriente – inclusive na Índia.

Hammed é um Espírito de muita sabedoria e eu tive o privilégio da sua convivência em algumas de minhas encarnações e, na atual, a convivência mediúnica no dia-a-dia. 

Obviamente, é por isso que temos esta parceria nos livros psicografados.  Hammed tem sido para mim um professor, um pai, um terapeuta e, acima de tudo, um amigo. No entanto, eu acredito que a sua amizade para comigo é o item mais importante, pois ele respeita as minhas questões pessoais, o que eu sou, o que eu sinto, a minha forma de ser e de pensar. Ele também me indica caminhos, no entanto, não impõe e nem espera que eu os siga. 

Em uma de minhas encarnações eu convivi com Hammed na Índia, em Calcutá, no ano 1000. Ele era um sacerdote de uma seita hinduísta, por isso tem bagagens nas áreas da meditação, reencarnação, concentração e outras tantas adquiridas nas vidas pretéritas no oriente. 

É o que eu também registro: percebo que nós tivemos uma vida intensa e calorosa, no sentido de lutar por idéias, religiões, filosofias. Participamos juntos em conflitos religiosos, por exemplo, no Jansenismo, uma facção católica nascida na França no século XVII. 


Os jansenistas eram pessoas extremamente rígidas e inflexíveis quanto as suas idéias e ideais. Acreditavam numa verdade absoluta, ou seja, diziam que algumas pessoas nasciam pré-destinadas por Deus para serem salvas e, as outras que não tivessem sido pré-destinadas, por mais que fizessem nunca entrariam na glória divina. 

Era uma doutrina nascida no catolicismo, uma facção religiosa muito puritana e conservadora. Hammed participou desse movimento. Morava em um convento nos arredores de Paris onde residia a grande massa janse­nista da época, isto no século XVII. Inclusive Pascal, o grande cientista e matemático, pertenceu a facção e outros tantos indivíduos de grande signi­ficância na França daquela época.

Na segunda metade de 1600 esse convento foi dizimado por ordem do Rei Luis XIV da França. Após a morte do rei, ficou como regente sua esposa, Ana da Áustria, assessorada pelo iluminado São Vicente de Paula que é uma personagem da mesma época. Hammed, nesta existência como jan­senista, obteve amplos conhecimentos a respeito do catolicismo, do cristianismo, pois desde essa época ele fazia pontes entre as religiões orientais e as ocidentais.



Todo esses detalhes foram por mim registrados através da mediu­nidade, ou seja, por meio dos relatos dos Amigos Espirituais. Aliás, quando ele me falou do convento Port-Royal de Paris, disse-me também do outro convento que era denominado Port-Royal des Champs (do campo). Este último foi destruído e o de Paris ainda existe. 

Isso me deu mais uma certeza de que a mediunidade é algo surpreendente e maravilhoso, porque todo médium precisa ser também crítico da própria mediunidade. Tenho um lema comigo: nunca vou de cabeça nas coisas que faço. Creio que a mente tem um poder muito grande de imaginação e nós precisamos contro­lá­-la para evitar delírios ou distorção das coisas. Nossa mente é fantástica, mas desconhecida.


Vejo com muita alegria o trabalho de Hammed, porque, na realidade, tenho como formação profissional o curso de Administração de Empresas: não tenho nenhuma formação na área da psicologia. 

Meus amigos psicólogos me dizem, precisamente no livro As Dores da Alma, que não tenho noção da validade e da diversidade de conceitos e exemplos lúcidos que foram ali registrados pelas minhas mãos, através do lápis mediú­nico. O livro A Imensidão dos Sentidos é também muito admirado por eles pela abordagem psicológica com que Hammed analisa os diferentes aspectos da personalidade dos médiuns e a influência desses mesmos aspectos nas mensagens por eles transmitidas.


Os livros de Hammed estão sendo utilizados por diversos psiquiatras e psicólogos espíritas no tratamento de seus pacientes, ou mesmo no estudo de diversas casas espíritas. Isso me traz muito contentamento, porque vejo que as pessoas estão retirando conceitos importantes para a reforma íntima ou transformação moral. Digo isso sem qualquer conotação de orgulho, porque sei que estas tais não me pertencem, e sim, aos espíritos superiores.

Essas obras muito me consolam, principalmente nos meus dias de conflito. Por isso, sempre tive um grande interesse em estudar o comportamento humano. 

Para lidarmos ou termos sob controle as dores da alma é preciso prestar atenção em nossos sentimentos e emoções. Nós os relegamos a segundo plano: precisamos ser auto reflexivos.



Hammed me diz: “Nós não sentimos errado, mas sim, interpretamos errado”. Qualquer sentimento sempre é verdadeiro, pois, na realidade, eles sempre querem nos dizer alguma coisa, mas nem sempre nossa percepção é correta. 

Os espíritos dizem: “Nós não somos aquilo que pensamos ser, mas sim, somos o que sentimos”. Não adianta pensarmos que somos algo se sentimos o inverso. É a maior briga que travamos com nós mesmos: querermos ser o que pensamos ser e não o que nós sentimos.


Eu acredito que cada um de nós tem uma missão peculiar, única, e que cada um vem provido pela Divindade de sentimentos específicos para caminhar na própria estrada, ou seja, realizar tudo aquilo para o qual foi predestinado. 

Observando esses conceitos e colocando-os em prática é que conseguimos realmente abrandar as dores da alma. As dores da alma ou aflições só aparecem em nossa vida quando nós nos desviamos de nossa trajetória existencial. 

Ninguém é imperfeito, ninguém é errado, não precisamos ter medo ou receio de nossos sentimentos e emoções, porque dentro de nós não há nada de feio ou incorreto, dentro de nós existe nós mesmos - a alma em evolução. Às vezes, o nosso medo é que propicia a má interpretação de nossos sentidos internos. É preciso que prestemos muita atenção em nosso mundo íntimo.










  • Folhas de Outono: Idéias que Mobilizam os Potenciais Humanos.
  • Águas da Fonte: Máximas Extraídas dos Valores Universais.
  • Imensidão dos Sentidos: um Estudo Psicológico da Sensibilidade Humana.
  • Um Modo de Entender: uma Nova Forma de Viver.
  • Sol do Amanhecer: Citações Iluminadas Pelas Verdades Universais.
  • Espelho d’Àgua: Pensamentos Refletidos da Sabedoria Interior.
  • Além do Horizonte: Conceitos para Desenvolver uma Visão Integral.
  • Coleção Fonte de Inspiração
  • Renovando Atitudes
  • As Dores da Alma.
  • Os Prazeres da Ama
  • La Fonteine e o Comportamento Humano.




Como “olhar” além do óbvio e do que os nossos cinco sentidos podem oferecer? Como adentrar no vasto campo da sabedoria espiritual de forma natural e espontânea? 

Nesta obra, o autor espiritual Hammed mergulha o leitor no estudo e análise psicológica do vasto campo da sensibilidade humana, despertando-o para a visão integral de si mesmo e para a visão do universo cósmico que o compõe. Baseado em “O Livro dos Médiuns”.

Nessa obra, Hammed não só estuda o cinco sen­tidos, mas, especificamente, o sexto sen­tido. 

Ele diz: “Os cinco sentidos humanos são a base de todas as percepções físicas, mas, quando somamos a eles o “sexto sentido”, não só experimentamos um maior grau de consciência existencial como também passamos a descortinar os mistérios da vida invisível”, ou seja, diz que os cinco sentidos ajudam o sexto, e o sexto sentido ajuda os cinco numa relação recíproca. 

Existe uma fusão, fusão essa que proporciona ao indivíduo uma lucidez mental para se guiar na vida. Ele coloca o sexto sentido como sendo um elemento natural do ser humano que deve ser usado convenientemente. 


"... mediunidade é uma percepção mental por meio da qual a alma sutiliza, estimula e aguça seus sentidos, a fim de penetrar na essência das coisas e das pessoas. 

É uma das formas que possuímos para sentir a vida, é o "poder de sensibilização" para ver e ouvir melhor a excelência da Criação Divina." 

O caminho do autoconhecimento nos leva a uma compreensão profunda do comportamento pessoal. O autoconhecimento dá à criatura sabedoria suficiente para que saiba julgar a si própria - pré-requisito para pode entender os outros.

Em geral, conhecer a si mesmo significa reconhecer e aceitar que há em nós os dois lados de todas as coisas. Somos capazes de ter medo e valentia, de sentir raiva e ternura, de ser generosos e egoístas, frágeis e fortes. Uma das grandes bênçãos do autoconhecimento é seu poder de transformar, a longo prazo, nossa vulnerabilidade em pontos fortes, ou seja, nosso temor transforma-se em coragem, nosso sofrimento num caminho para a integridade."



Trecho do livro A Imensidão dos Sentidos - Um estudo psicológico da sensibilidade humana

Autor: Francisco do Espírito Santo Neto ditado por Hammed


"Tudo isso é uma visão muito pálida do que Hammed me transmitiu ao escrever o livro A Imensidão dos Sentidos. No entanto, minha me­diunidade funciona em tantos outros aspectos que seria impossível transmiti-los com fidelidade."







Elaborado a partir do estudo e análise de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, o autor espiritual Hammed afirma que somente podemos nos transformar até onde conseguirmos nos perceber. 

Ensina-nos como ampliar a consciência, sobretudo através da análise das emoções e sentimentos, incentivando-nos a modificar os nossos comportamentos inadequados e a assumir a responsabilidade pela nossa própria vida.

O Mestre sabia das nossa dificuldades de perceber a realidade, dos esconderijos psicológicos que edificamos como métodos de defesa e dos inúmeros papéis e jogos que cultivamos inconscientemente para não assumir responsabilidades ou para camuflar nossas diversas predisposições. 

O Evangelho à luz da obra de Kardec retém um enorme manancial para edificarmos nossos valores morais na renovação de nossas atitudes e para redescobrirmos nossas verdadeiras potencialidades, que herdamos da Paternidade Divina.

"Somente se dá aquilo que se possui. Como, pois, exigir amor de alguém que ainda não sabe amar? Como requisitar respeito e consideração de criaturas que não atingiram o ponto delicado do sentimento que é o amor? 

Quem dá afeto recolhe a felicidade de ver multiplicado aquilo que deu, mas somente damos de conformidade com aquilo de que podemos dispor no ato da doação. Há diversidades de evolução no planeta. 

Requisitar dos outros o que eles ainda não podem dar é desrespeitar suas limitações emocionais, mentais e espirituais, ou seja, sua idade evolutiva.


É dando que se recebe; portanto cabe a ti mesmo administrar tuas carências afetivas e fazer por ti o que gostarias que os outros te fizessem. 

Não peças amor e afeto; antes de tudo, dá a ti mesmo e em seguida aos outros, sem mesmo cobrar taxas de gratidão e reconhecimento. Importante é que sigas os passos de Jesus na doação do amor abundante, sem jamais exigí-lo de ninguém e sem jamais esquecer que és responsável pelos teus sentimentos. 

Quanto aos outros, sejam eles quem forem, responderão por si mesmos conforme o seu livre arbítrio e amadurecimento espiritual." 

Trecho do livro Renovando Atitudes

Autor: Francisco do Espírito Santo Neto ditado por Hammed











O médium paulista Francisco do Espírito Santo Neto, juntamente com seu mentor espiritual Hammed, desenvolve a vários anos uma literatura voltada para o estudo do comportamento humano. Em obras anteriores, como Dores da Alma e Renovando Atitudes, ele faz uma análise das imperfeições humanas à luz do Espiritismo e sugere formas de melhoria de conduta e realização da reforma íntima.

Neste seu mais recente livro o autor explora os potenciais do ser humano. Temas como: alegria, desapego, sabedoria, criatividade e amor são abordados como possibilidades reais a todos, dependendo apenas de uma melhor atitude perante a vida.


Este livro não pretende ser um guia de conduta, mas sim um referencial, a partir do qual podemos dar início a busca pela felicidade através de nossos próprios meios e segundo nossas próprias potencialidades, ou nas palavras do próprio autor: “estas páginas se propõe a ser uma jangada que transporta sobre as águas de uma margem para a outra, todavia, quando chegamos ao outro lado do rio, devemos buscar horizontes só nossos.”










O autor espiritual Hammed, através das questões de “O livro dos Espíritos”, analisa a depressão, o medo, a culpa, a mágoa, a rigidez, a repressão, dentre outros comportamentos e sentimentos, denominando-os “dores da alma” e criando pontes entre os métodos da psicologia, pedagogia e da sociologia, fazendo o leitor mergulhar no desconhecido de si mesmo no propósito de alcançar o auto-conhecimento e a iluminação interior.

Este livro nos leva a refletir e rever conceitos extratificados, ratificando ainda outros dos quais estamos  convictos a partir das  experiências pessoais. Profunda e essencial esta obra encerra, muito mais do que a  visão filosófica da doutrina espírita sobre a condição humana , encerra conceitos psicológicos de fundamental importância para nossa autocompreensão e entendimento dos outros.






2 comentários:

  1. Maravilhoso e profundo, suas obras têm sido de grande ajuda, ainda preciso melhorar e muito, .Estamos Prontos, é minha próxima leitura.Rosa Maria Quaraí-RS

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  2. Pesquisei e listei os Livros de Hammed, se quiser publicar:

    Lista dos Livros Ditados pelo Espírito Hammed

    1°- Ano 1997 – Renovando Atitudes.

    2°- Ano 1998 – As Dores da Alma.

    3°- Ano 2000 – A Imensidão dos Sentidos.

    4°- Ano 2001 – O Sol do Amanhecer – Reflexões do Livro: Renovando Atitudes.

    5°- Ano 2001 – Espelho D’água – Reflexões do Livro: As Dores da Alma.

    6°- Ano 2001 – Além do Horizonte – Reflexões Livro: A Imensidão dos Sentidos.

    7°- Ano 2003 – Os Prazeres da Alma.

    8°- Ano 2004 – Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver.

    9°- Ano 2005 – Folhas de Outono – Reflexões do Livro: Os Prazeres da Alma.

    10°- Ano 2005 – Águas da Fonte – Reflexões do Livro: Um Modo de Entender: Uma Nova Forma de Viver.

    11°- Ano 2007 – La Fontaine e o Comportamento Humano.

    12°- Ano 2008 – Lucidez: A Luz que Ascende na Alma.

    13°- Ano 2012 – Estamos Prontos.

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