domingo, 11 de maio de 2014

LUZES DO MUNDO - Mães Leoas




O Luzes do Mundo dessa semana, honra aquelas que iluminam nossas vidas:
Mães simples, humildes, anonimas, guerreiras, "leoas", que nos inspiram com seus exemplos de guarra e determinação.

Mães geradoras da vida... batalhadoras, de todas as raças, todos os credos, todas as classes sociais,que levam no corpo, o segredo e a magia do Universo. Mãe, Eterno brilho que transforma o caminho.




Mães leoas...guerreiras - conheça a trajetória de mulheres que fizeram tudo pelos filhos:



Dona Zizi



Maria de Lourdes, que também atende pelo apelido carinhoso de dona Zizi, 81 anos, cadeirante, faxineira, 15 filhos, 31 netos. É considerada por toda a família um exemplo de força e amor. 

E o título com, certeza, não veio em vão. Como a renda do marido caminhoneiro não dava para garantir o sustento dos 15 filhos, Dona Zizi trabalhava como doméstica, mas também fazia salgados, fabricava ovos de páscoa, vendia pastéis e ainda cuidava de todas as crianças, já que a profissão do marido o impedia de estar sempre em casa.

Com os filhos crescidos, a vida até que poderia ter ficado mais tranquila para dona Zizi. Mas não foi o que aconteceu e a vida mais uma vez exigiu força e perseverança. Diagnosticada com diabetes, ela precisou amputar uma das pernas. 

Pouco tempo depois, às vésperas das comemorações de 50 anos de casamento, a morte de seu esposo foi um outro duro golpe, que quase a fez desistir de tudo. 

Mas o amor pelos filhos fez com que Zizi se reerguesse. "Minha mãe viu que a morte do nosso pai nos abalou muito e, quando todos fraquejaram, ela se levantou, só para nos dar força, foi uma prova de amor", conta orgulhosa a filha, Goretti Gonçalves.

Ângela Salatiel



Assim como dona Zizi, Ângela Salatiel, 57 anos, também enfrentou os desafios e obstáculos com força e perseverança. Trabalhando com feirante, ele nunca mediu esforços para que os três filhos pudessem ter as mesmas oportunidades que qualquer estudante da classe média. Ela e o marido investiram pesado na educação dos filhos com escola particular, faculdade, aulas de inglês, natação e vôlei.

Com um duro trabalho na feira, o casal acordava de madrugada de segunda a segunda, carregando peso, trabalhando no meio da chuva, sem feriados e fins de semana. 

A filha, Daphne Salatiel, conta que a mãe nunca negou um livro ou uma viagem e, quando era preciso, ela trabalhava dobrado para atender as demandas dos filhos. 

Há um ano, Ângela perdeu o marido, vítima de um câncer, mas isso não foi motivo para que deixasse de acordar de madrugada e carregar peso na feira."Com certeza ela é uma guerreira porque sei que abriu mão de muitos sonhos, conforto e alegria em função dos filhos", conta a filha.

Inês Veloso



Criar três filhos já é tarefa árdua para qualquer casal, quanto mais para uma mãe solteira. E foi isso que fez Inês Veloso, de 47 anos, que enfrentou muito preconceito, inclusive dentro da família, para superar o desafio. Sem a ajuda dos pais das crianças, ela precisou trabalhar em diversas atividades para sustentar os filhos. Foi manicure, doméstica, artesã, vendedora. Atualmente trabalhando como secretaria em uma clínica, não deixa de vender salgados para incrementar a renda. 

Mas o grande sofrimento veio mesmo quando um dos filhos teve sopro no coração. Para realizar a cirurgia, foi preciso enfrentar várias viagens a São Paulo. Ao saber do diagnóstico do filho, encarou a situação de frente. Se informou sobre a doença do filho e buscou todo tipo de ajuda.

"Foram anos de tratamentos, pois a cirurgia afetou psicologicamente meu irmão. Mas ela, como sempre, nunca desistiu e com a fé em Deus conseguiu vencer todos os obstáculos", conta orgulhosa a filha, Lidiany Veloso.

Tanto esforço é recompensado com o brilho que a mãe diz perceber nos olhos do filho. Impossível não se contagiar com o a alegria do rapaz. Para a mãe, uma alegria que não tem preço.

Dedicação, carinho, força de vontade e claro muito amor. Algumas atitudes que segundo especialistas podem fazer a diferença na luta contra alguns diagnósticos.

Nely Ferreira Martins


Nely Ferreira Martins é uma dona de casa de 53 anos, mãe de Yasmin Martins Moreira, de 10.

Aos 9 anos de idade, morando em Machacalis e com pais extremamente pobres, Nely resolveu seguir sozinha e foi morar em um município vizinho, Franciscópolis.  Sua vida toda foi de muito trabalho.

Teve sua primeira filha aos 27 anos, e, há 10 anos, nasceu a caçula, a Yasmin.  Quando ela nasceu, meses depois, Nely notou uma manchinha branca no olho direito dela, parecia um cristal.

Começou então peregrinação por médicos do serviço público para saber o que a filha tinha. O diagnóstico foi de retinoblastoma, que é um tumor ocular. 

Yasmin começou a fazer tratamento, e fez a cirurgia no olho direito. Logo depois, o olho esquerdo também estava comprometido. Apesar de passar por nove cirurgias, além de quimioterapia e radioterapia, aos 2 anos de idade, ela perdeu completamente a visão. 

Nely ficou extremamente triste porque os médicos lhe falavam que, se o diagnóstico e o tratamento tivessem ocorrido antes, sua filha poderia estar enxergando até hoje.


Mas a tristeza não lhe paralisou. Logo no início da doença, Nely passou  a ensiná-la a se movimentar, já que sua visão estava muito comprometida. E ela foi aprendendo a sentir e vencer os obstáculos. 
Em sua casa, não mudou nada de lugar, e Yasmin foi se acostumando. 

Atualmente, ela estuda no Instituto São Rafael e faz balé duas vezes por semana no Colégio Arnaldo. Não havia como trabalhar e passei a cuidar da minha filha o tempo todo, a levá-la para a escola, para cursos. Como vivemos com pensão de um salário mínimo, faço bicos, trabalho à noite em um bar como garçonete, tudo para que possamos pagar as contas de casa e dar uma vida digna para minhas filhas. Yasmin sonha em ser advogada e faço tudo para que ela realize o seu sonho. Quero que ela cresça e que possa formar-se no que quiser, sem preconceito ou discriminação. Às vezes, quando me perguntam o motivo de trabalhar tanto, digo que estou correndo atrás do futuro da minha filha, para que ela seja muito respeitada.




Meu filho mudou minha vida:
Ser mãe causou uma reviravolta na vida delas. Conheça a história de mulheres que largaram o emprego, mudaram de profissão e transformaram antigos hábitos pela maternidade.

Andréa de Jesus Oliveira



A frentista Andréa de Jesus Oliveira, 31, também é daquelas mães que fazem tudo pelos filhos. A dedicação já era grande, mas ficou ainda maior depois que o caçula, Victor, foi diagnosticado com leucemia com um ano de idade. Como precisava de cuidados muito específicos, Andréa passou a se dedicar integralmente ao filho. “Larguei meu emprego e voltei toda a minha atenção pra ele. Foi uma luta muito grande”, conta ela, que também é mãe de Hellen, de 8 anos.

Depois do abalo inicial, Andréa resolveu arregaçar as mangas e fazer de tudo pela saúde de Victor. Além da rotina hospitalar – foram mais de 15 internações no período de dois anos –, em casa, ela também não tem descanso. 

Andréa prepara a alimentação do filho diariamente, já que tudo precisa ser fresquinho e não se pode ser armazenado na geladeira. A casa também necessita de limpeza todos os dias, assim como os lençóis da cama, que são trocados frequentemente. “São muitos cuidados porque a imunidade dele ainda é baixa. Não podemos bobear”, diz.

Apesar de tanta cautela, Victor comemora uma fase mais tranquila. Embora ainda não tenha finalizado o tratamento, hoje ele vive a rotina normal de uma criança de quatro anos. 

Com a recuperação caminhando bem, Andréa se lançou a um novo desafio: ajudar outras mulheres com filhos doentes. “Uso as redes sociais para dar força a outras mães que estão passando pelo o que passei. Elas se espelham na minha história, e procuro mostrar que é preciso ter esperança, que as coisas podem dar certo, como está sendo comigo e com o meu filho”, finaliza.

Mariana Hart


Mariana Hart é fotógrafa e autora do blog Diário de uma Mãe Polvo. Ao conhecermos sua história e sua rotina, fica fácil entender por que ela escolheu o molusco de oito tentáculos para se autodefinir na web. Mariana é mãe de três crianças: Stella, de 11 anos, Pedro e Leo, gêmeos de 5 anos idênticos, mas diferentes. Leo é tetraplégico por conta de uma paralisia cerebral.

"Por uma cesárea de emergência, Leo veio ao mundo primeiro. Lindo, rosado, chorão, com um ótimo peso para um prematuro, 2,3 kg, e com apgar 9. Pedro nasceu 1 minuto depois, bem pequenino, com pouco mais de 1 kg, apgar 7 e 9. A princípio, todos se preocuparam com Pedro, e a notícia foi de que somente ele precisaria ficar na UTI neonatal. Alguns minutos depois, enquanto finalizavam a cirurgia, uma enfermeira veio até mim dizendo que Leo também precisaria ficar internado junto com o irmão, pois havia ficado "cansadinho e roxo" na hora do banho. Para mim, aquele momento foi crucial. Em minha mente, foi ali que tudo aconteceu, falta de oxigenação cerebral, gerada por incompetência médica, descaso e uma pitada de negligência. "


Mariana e Leo

A partir dali, Mariana buscou estimulação precoce, foi a vários neurologistas e a resposta era sempre a mesma: só o tempo dirá. 

E realmente, o tempo foi lhe mostrando como seria a vida de Leo. Pedro balbuciou as primeiras palavras, firmou o pescoço, aprendeu a se sentar sozinho aos 5 meses, e Leo continuava com o motor de um recém-nascido. NUNCA nenhum médico lhe disse "seu filho tem paralisia cerebral", mas ela já sabia. Se informava, pesquisava, devorava tudo sobre o assunto, e fui descobrindo aos poucos, por ela mesma, talvez por isso, sem choque, sem dor. 




Daí para frente, sua vida se resume na luta pelo filho.

"E, então, realizei dentro de mim que, sim, eu tinha um filho com necessidades especiais, mas que eu o amava de qualquer jeito. Filho é filho. Com ou sem paralisia cerebral. 



Acredito sinceramente que o grande pulo do gato é a aceitação. Aceitar do jeito que é. Amar do jeito que é. Se vai andar, falar, sentar, é apenas um detalhe. Não me preocupa nem um pouco, por que ao acordar, olho para ele e recebo um lindo sorriso e tudo fica perfeito."


Rosana reis



Rosana reis, brasileira, Nascida na cidade de Guarujá, 
tem um filho chamado Allan.Profissão diarista.

Rosana ficou grávida com 15 anos, mas teve uma gravidez normal, fazia planos e desejava ter um bebê com saúde e perfeito como é o desejo de toda mãe!
Mas o destino estava lhe reservando algo que ainda não conhecia, no dia 15/12/1989 deu a luz um lindo menino, que na hora de nascer não teve o atendimento correto.

Por falta de oxigênio no cérebro ele sofreu várias sequelas, e para seu desespero, os médicos informaram a sua família, que o bebê seria semi-vegetativo e não enxergaria.



"Quando peguei em meus braços percebi que Deus havia me dado um anjo em minha vida!
E que eu tinha que cuidar e me esforçar para ver aquele anjo chamado Allan crescer e ser um filho amado e aceito perante a sociedade."

Rosana dedicou todos os seus dias na reabilitação de Allan.Começou a fisioterapia quando ele ainda tinha meses. Fez todos os tratamentos e exames que os médicos lhe pediam. Lutou bravamente todas as horas e nunca desistiu. 

"Meu coração de mãe não se enganava, meu filho não iria ser semi vegetativo  e enxergaria!"

Colocou música em sua vida, e obteve excelentes resultados com toques e carinho.

Procurou todos os tipos de oftalmo e neurologista, determinada a mudar a condição de vida de seu filho.

Até que um dia, um deles lhes disse: "mãe tenho duas notícias para lhe dar: A primeira é que com 06 meses as pupilas (menina dos olhos) voltaram ao normal e a segunda é que seu filho vai enxergar todas as meninas de biquíni na praia"

Mas ela ainda outros objetivos, porque quando ele completou 03 ano de idade ainda não sentava e não andava!

Então ele começou a progredir e ter uma recuperação muito surpreendente e aos 03 e 06 meses ele começou a engatinhar e logo deu seus primeiro passos. 

Hoje o Allan é rapaz com 24 anos com idade cronológica á 06 anos, que frequenta escola especial, pratica esporte, é um rapaz comunicativo, faz amizade com facilidade, prestativo, gosta ajudar seus amigos nas tarefas e é muito conversador. Amado por aqueles que a conhece. Adora ouvir músicas, sai passear, curtir festas e assistir desenhos.





"E hoje eu te falo que prevaleceu a minha FÉ, a força de vontade de lutar pelo meu filho e eu agradeço a DEUS por nunca eu ter desistido de nenhuma luta!"




Mãe salva filho de afogamento mesmo sem saber nadar



Essa história aconteceu em Franca, interior de SP, e causou verdadeira comoção nacional devido a demonstração de amor e doação dessa mãe que, mesmo sem saber nadar, joga-se num poço de 4 metros de profundidade para salvar seu filho que tinha caído e estava se afogando.

O instinto de proteção materna superou os limites da sapateira Maria Jerônima Campos, 36 anos. Ela evitou uma tragédia ao pular, mesmo sem saber nadar, em um poço de um prédio abandonado e resgatar um de seus três filhos, de 7 anos, que havia caído no local e se afogava. 

Maria enchia vasilhames em uma bica existente no local quando Gabriel, que brincava com seu gêmeo, Daniel Marcos, e o outro irmão, Pedro Henrique, escorregou e caiu no poço, que na verdade era para ser o estacionamento de um prédio. 

Daniel Marcos foi quem gritou à mãe. "Ela nem acreditou na hora, mas quando se virou pulou lá dentro", contou Daniel. Nesse momento, pelo menos mais três pessoas estavam na bica. 



Além da sujeira e da profundidade, no poço há barras de ferros enferrujadas. Todas as dificuldades, contudo, não impediram Maria de pular. "Tinha que pular, era o único jeito de salvar meu filho."

Após agarrar o garoto pela cintura, ela tentava se segurar, mas os ferros retorcidos estavam escorregadios. "Ela ficava na superfície por um tempo, depois afundava", comentou um motorista que estava no local antes de acontecer o acidente.

"Eu pedia para ela soltar o filho porque eu o segurava, mas ela parece que não acreditava e permanecia agarrada ao garoto, mesmo afundando", afirmou o motorista. 










MÃES DRIBLAM DEFICIÊNCIAS PARA PODER CUIDAR DOS FILHOS

Rosemary Siggins a mãe que vive com apenas metade do corpo



Rosemary Siggins nasceu com uma doença rara, chamada agenesia sacral, que provoca anomalias na coluna vertebral, desta forma, suas pernas, que não se desenvolveram da forma correta, foram removidas quando ela tinha dois anos e a mulher passou a ter apenas metade do corpo. Agora ela se locomovem em cima de um skate e, ao contrário do que previam os médicos, ela deu à luz dois filhos totalmente saudáveis.


Aos 39 anos, Rose vive em Pueblo, no Colorado, EUA, e chegou a receber pernas protéticas aos seis anos, mas era muito doloroso para ela usá-las, então, preferiu usar o skate. “Meu skate é muito importante para mim, ele me faz sentir livre. As crianças acham ele legal”, disse Rose à revista “Closer”. A mãe de Luke, de 13 anos e Shelby, de 6, também dirige seu próprio carro adaptado e os leva para a escola todos os dias.


Durante toda a adolescência, Rose sofreu achando que nunca encontraria alguém para se casar e constituir uma família. Até que em 1997, aos 24 anos, quando trabalhava como mecânica, ela conheceu Dave Siggins, que trabalhava em uma loja de auto-peças frequentada pela moça. A atracão entre os dois foi imediata, logo veio o namoro e o primeiro filho.

“Ele me tratou como a qualquer outra mulher e me disse que eu era bonita. Oito meses depois começamos a namorar”, contou. O casal (que tem uma vida sexual normal), acreditava não ser capaz de gerar filhos, pois a doença de Rose provoca danos no sistema reprodutivo, no entanto, um ano depois do inicio do relacionamento, estavam esperando Luke.


“Quando fui ao meu especialista, eles disseram que ninguém com agenesia sacral tinha tido um bebê e que a gravidez poderia esmagar meus órgãos internos. Um médico me aconselhou fazer um aborto, mas eu recusei. Por sorte foi uma gravidez fácil e Luke nasceu saudável em Janeiro de 1999”, disse.

Em 2005 ela engravidou novamente, mas desta vez as coisas não foram tão simples. Rose teve sangramentos, problemas respiratórios, dores abdominais e precisou fazer uma cirurgia de apêndice e retirada da vesícula.  Depois do nascimento da menina, a saúde da mãe não foi mais a mesma e ela não pôde mais trabalhar e, eventualmente, precisa andar em uma cadeira de rodas.


“Eu tenho uma vida toda de desafios e sou muito grata pelos dois filhos fantásticos e o marido amoroso que tenho. Mas eu finalmente percebi que não sou uma Super Mulher”, admitiu. Apesar das dificuldades todas, ela não desiste, e tenta ter uma vida mais normal possível. Segundo Rose, seus filhos gostam muito de ter a menor (e melhor) mãe do mundo.



Jucilene Braga, deficiente visual,em 1985, aos 5 anos, Jucilene Braga perdeu a visão depois de um incidente com uma arma de chumbinho disparada por um amigo.

Por Jucilene Braga,

Aos 23 anos de idade, no dia 15/03/2004, às 15h54, no hospital São Luiz, em São Paulo, eu dava à luz a um menino que pesava 3 kg e media 48 cm. Gianluca era o nome da ferinha infiltrada que viria para transformar a minha vida.  

Desde o começo, cuidei dele. Imagino que os temores que tive foram os mesmos dos que o de qualquer mãe de primeira viagem: tinha aflição em mexer em seu umbigo, medo de não ser suficientemente boa, enfim, tudo o que passa pela cabeça de uma mãe que tem seu primeiro filho.


Antes de o meu filho nascer, fiz um curso de gestante, mas um pouco diferentes dos tradicionais. A professora me deu aulas individuais e era acostumada a lidar com malacabados. Aprendi desde trocar fralda, a fazer curativos quando o pimpolho achar que é um super herói e tentar voar. Comecei a cuidar dele sem nenhum receio assim que seu umbigo caiu. Trocava suas fraldas, tive noites mal dormidas, fazia mamadeiras. É... como meu leite secou cedo (prova de que tamanho não é documento), passei várias horas na cozinha preparando mamadeiras.


Acho que fazer parte da Matrix e ter um filho infiltrado ajuda bastante no entendimento dele sobre as diferenças. Hoje, meu filho tem seis anos e vivemos muitas coisas juntos. Quando ele tinha um ano, pegava sua fralda de pano, colocava na frente do rosto e andava com as mãozinhas na frente para se proteger. Sem saber que tipo de brincadeira era aquela, imitava seus pais e, à sua maneira, compreendia que dentro de casa tinham pessoas diferentes. Desde muito cedo, lhe ensinamos que os seus brinquedos deveriam ficar no lugar e, se por acaso estivessem espalhados, teria que nos avisar.

Procuro não impor ao meu filho qualquer responsabilidade extra , pois quero que ele seja apenas uma criança e que tenha preocupações de criança.  Sempre digo pra ele que se alguém disser que ele tem que cuidar de mim, para ele responder que quem cuida dele sou eu, e não o contrário. 

O que posso dizer, tranquilamente é que, quando estou com ele minha visão fica bem apurada. Vejo além de todas as visões, através de sua pureza de criança, que me faz perceber muito mais ao meu redor. Aprendo muito com ele a cada dia



Leoa se arrisca para resgatar seu filhote:




O instinto materno de uma leoa foi registrado pelo fotógrafo Jean-François Largot, na Reserva Nacional Masai Mara, do Quénia,  quando um de seus filhotes escorregou em um barranco, na borda de um precipício. Ele fotografou uma seqüência incrível de imagens mostrando o forte amor maternal desses grandes felinos pelos seus filhotes. 



Lutando pela vida, o filhote mal consegue manter o equilíbrio no lado do penhasco vertical. Seus gritos de socorro foram ouvidos por sua mãe e por outras leoas do grupo.


A sequência de fotos mostra a obstinação da leoa no resgate de seu filhote. Outros membros do grupo observam de longe, apreensivos, embora só a mãe efetivamente se arrisque.



Lutando pela vida, o filhote mal consegue manter o equilíbrio no lado do penhasco vertical. Seus gritos de socorro foram ouvidos por sua mãe e por outras leoas do grupo.



Três outras leoas chegam à beira do precipício tentando ajudar. Elas tentam descer, mas, ao olhar para baixo, recuam assustadas com medo da queda fatal. Eventualmente, o único fator que determina qual delas vai arriscar a vida para salvar o jovem é o amor maternal que os felinos tem por seus filhos. 



Lentamente, dolorosamente, a mãe vai em direção do filho apavorado, usando suas poderosas garras para se agarrar na encosta do penhasco. Um deslize dela e os dois animais podem acabar mortos no fundo da ravina. O filhote esgotado, prestes a cair, é capturado por sua forte mandíbula e, então, começa a viagem de volta igualmente perigosa. 



Observe a inclinação do barranco, a contração dos poderosos músculos da leoa e o esforço e concentração na tarefa.



Amor maternal: minutos depois, eles chegam e ela dá a seu filho assustado uma consoladora lambida para dizer que está tudo bem. 








No rosto de uma mulher que assume a maternidade inteiramente,mesmo diante de tudo o que há de vir, há a presença iluminada de um lado vivo, esquecido por todos, homens e mulheres : O AMOR !!





Um Vídeo Especial em Homenagem à todas as Mães , editado e compartilhado por nossa querida amiga Rogéria  Callado.
Valeu Calladinha ! gratas pelo lindo trabalho que nos enviou . PARABÉNS E FELIZ DIA DAS MÃES !!

Abraços Maternais  \0/  \0/ \0/  \0/  \0/





4 comentários:

  1. ..Que coragem por parte das mães!!!!!

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  2. Nossa, que publicação maravilhosa! Amei, parabéns pelo seu trabalho aqui divulgando o amor neste espaço tão aconchegante. Vou fazer um banner e divulgar o seu blog no www.serenaluz.com. Abraços e fica com Deus!

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  3. Somos extremamente gratos pela participação de todos vocês!!
    Abraços a rollinmaquinas, Michel BENGARROUH (sempre presente) e em especial a divulgação de Igor Abrahão de Carvalho!! Sempre seremos gratos pelo carinho de vocês!!

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