domingo, 4 de maio de 2014

LUZES DO MUNDO - AYRTON SENNA




Ayrton Senna (1960-1994) foi piloto brasileiro de Fórmula 1. Conquistou três vezes o campeonato mundial correndo pela McLaren.

Em 10 anos de Fórmula 1, disputou 116 corridas, conquistou 65 pole positions e venceu 41 competições. Venceu seis vezes o GP de Mônaco. Era chamado "O Rei de Mônaco".

Ayrton Senna é um dos nomes mais vitoriosos da história do esporte. Ele é um mito, uma lenda conhecida em todos os cantos do planeta. Considerado um dos melhores pilotos de Fórmula 1 de todos os tempos, é motivo de orgulho para os brasileiros. Origem que ele fazia questão de realçar, mostrando a bandeira do Brasil em suas vitórias.

Ayrton Senna nasceu em São Paulo, no dia 21 de março de 1960. Filho de empresário do ramo metalúrgico, Ayrton Senna da Silva desde cedo interessou-se por carros de corrida.    Com quatro anos de idade ganhou um pequeno kart de 1 HP, com o qual começou a brincar no pátio da empresa de seu pai. 

Com sete anos começou a treinar no kartódromo de Interlagos, em São Paulo. Conquistou diversos títulos correndo no Kart. Com oito anos, Ayrton Senna correu pela primeira vez num kart profissional, competindo com adultos. 

Em 1974, foi campeão paulista na categoria júnior, campeão brasileiro e campeão sul-americano, além de conquistar o vice-campeonato mundial em 1979 e 1980.

Em novembro desse ano, Ayrton Senna fez testes para ingressar na equipe Van Dieman, de Fórmula 1600, na Inglaterra. 

Participou de diversas competições, obtendo várias vitórias. No ano seguinte, por um breve intervalo, voltou ao Brasil, disposto a assumir os negócios na empresa de seu pai, mas logo retornou à Inglaterra.

Em 1881 começa no automobilismo, na Fórmula Ford, e conquista seu primeiro título. Em 1982 ingressa na Fórmula 2000, é campeão Inglês e europeu. Entra para a Fórmula 3 Inglesa, em 1883, e ganha o campeonato.

A entrada de Ayrton Senna na Fórmula 1 começou em 1983, quando disputou a Fórmula 3 na Inglaterra. 

Bem-sucedido nessa temporada, obteve propostas para competir na McLaren e na Williams. Acabou escolhendo uma equipe pequena, a Toleman.
   
Em 1984, sobe ao pódio no GP da Inglaterra e no GP de Portugal. Chegou nos pontos logo em sua segunda corrida, mas foi no principado de Mônaco, palco de muitos espetáculos em sua carreira, que deu seu maior show na temporada. A corrida iniciou em baixo de chuva, Senna largou em 13º, mas logo foi ultrapassando um á um, passou por Lauda e passou a perseguir Prost.



Chegou no francês e passou, mas os organizadores resolveram encerrar a prova no exato momento em que Ayrton ultrapassava o francês. O regulamento mandava que se contasse a penúltima volta, sendo assim Senna foi segundo. Foi o suficiente para chamar a atenção das grandes equipes.

Em 1985, Senna passou a competir pela Lotus, uma equipe de tamanho médio com a qual preparou o salto que daria em sua carreira.  Logo em sua segunda corrida fez barba, cabelo e bigode; debaixo de chuva cravou a pole, fez a volta mais rápida e ganhou de ponta a ponta. Entre os anos de 1985 e 1987 participa de 48 grandes prêmios e vence seis.

Com apenas cinco anos de F-1, Senna mostrou ao mundo que em situações adversas e arriscadas seu talento transbordava.

Conforme colecionava vitórias nas pistas, a vida pessoal de Senna começava a chamar atenção. Apesar da curiosidade, Senna sempre cuidou de revestir a vida e a carreira de muita publicidade, mas sempre uma publicidade que ele mantinha sob estrito controle. 


Passou a competir com pilotos consagrados, como Alain Prost, Nigel Mansell e Nelson Piquet. Senna acertou sua entrada na McLaren Honda em 1987. Com tecnologia de ponta, a McLaren associava aerodinâmica e potência. Com ela, Ayrton Senna foi campeão mundial de Fórmula 1 em 1988, no GP do Japão, em Suzuka. Combinando técnica e audácia, o piloto acelerou na chuva e chegou ao seu primeiro título.

Em 1989 foi o vice campeão mundial. Em 1990 conquista seu segundo campeonato mundial e em 1991, mais uma vez, é o campeão do mundo.  Senna queria mais, sempre mais. Não apenas vitórias – conquistou 41 – mas algo muito maior: a incessante superação do próprio limite. 


Com problemas de câmbio e só com a sexta marcha nas últimas sete voltas, Ayrton Senna conseguiu sua primeira vitória em um GP do Brasil em Interlagos em 1991. Após a chegada, o choro do tricampeão era um misto de alegria e muita dor, pelo esforço de guiar o carro com apenas uma marcha.



Mais uma incrível vitória do eterno ídolo Ayrton Senna, dessa vez no GP do Brasil de 1993 realizado em Interlagos.




O temperamento difícil de Ayrton também passou ser conhecido. Ao longo dos anos, acumulou desafetos, como o rival Nelson Piquet – acusado de espalhar o boato de que Senna era homossexual. 

Nas pistas, obsessão. “Ele trabalha 24 horas por dia. Alain Prost só perde para ele porque trabalha 17 e dorme outras 7″, resumiu um jornalista português.

Nessa época, a inimizade entre Senna e o também piloto da McLaren Alain Prost tornou-se pública. Os acidentes entre Senna e Prost em 1989 e 90 estão entre os mais famosos da Fórmula 1. Se no primeiro o francês fechou o brasileiro para garantir o título, no segundo Senna também não pensou duas vezes antes de bater no rival para conquistar o seu bicampeonato.

A agressividade do brasileiro sempre incomodou diversos adversários. E esta característica vinha de longe. Outro acidente forçado por Senna ocorreu na decisão da F3 Inglesa, quando o carro do brasileiro acabou subindo sobre o carro de seu rival, Martin Brundle, que por pouco não foi acertado na cabeça. Durante a carreira, não foram poucas as críticas que o brasileiro recebeu pelo seu estilo. 


Senna teve problemas em várias provas e acabou a temporada em quarto lugar. No ano seguinte, Senna despediu-se da McLaren, completando uma prova pela última vez, em Adelaide, na Austrália. 

Em 1994 é contratado pela equipe Williams, numa transação de 20 milhões de dólares. A primeira corrida da temporada de 1994 foi em Interlagos, no Brasil, onde conquistou a pole position, mas se envolve numa colisão e abandona a corrida.

O campeonato começou com Schumacher com um carro bem mais equilibrado e fora das regras, mas com consentimento da FIA, pois não queria o domínio de um só piloto; Senna acabou levando a melhor nas duas primeiras corridas. Rodou a seis voltas do final no Brasil, e bateu na largada no Japão.

Eis que chegou Imola. No dia 30 de Abril Barrichello, com quem Senna tinha passado uns dias de férias na Disney do Japão, sofreu um grave acidente, que abalou Senna. No sábado dia 31 de Abril foi a vez do austríaco Roland Ratzenberg  sofrer um acidente grave, que dessa vez foi fatal.


Ao ver o acidente, Senna foi até o local e decidiu abandonar o treino. Ele não queria mais correr, sabia que o carro era problemático e a pista estava perigosa. Na noite de véspera da corrida procurou Frank Williams pedindo para não correr. Frank o alertou sobre as punições de não correr.

Ao vivo da Itália, o repórter Pedro Bial mostrou imagens exclusivas feitas no box da Williams, antes da corrida. Ayrton Senna aparecia contemplando o carro com fisionomia grave durante um longo período. 


Senna sabia que para voar em direção ao infinito precisava assumir um risco. E esse risco se chamava morte.  Em 1º de maio de 1994, na sétima volta do GP de San Marino, na Itália, Senna passou direto pela curva Tamburello, a 300 quilômetros por hora, e chocou-se contra o muro de concreto. Foi socorrido na pista. Quando a equipe médica chegou, porém, o piloto já estava em coma. Pouco depois, o tricampeão mundial foi declarado morto. 




“Como todo piloto, Ayrton Senna sempre cumpria um ritual de concentração antes da corrida. Hoje, Ayrton ficou mais tempo do que de costume contemplando o carro. Mãos espalmadas sobre o aerofólio. Fisionomia grave. Foram cinco longos minutos em que Ayrton parecia infinitamente sozinho. Ele veste o capuz pela última vez. Ele põe o capacete pela última vez. Olha de novo para o carro. Não mexe um músculo. Sai dos boxes para entrar na história do esporte. E crivar de dor um país, nesse fim de semana feito de tragédia”. - Pedro Bial

Naquele momento, ninguém simbolizava melhor a comoção que tomou conta do mundo do que a imagem de Prost chorando em um dos boxes de Ímola.

No dia 4 de maio de 1994, seu corpo chegou ao Brasil. Consternada, a população de São Paulo assistiu ao cortejo fúnebre que foi do aeroporto à Assembléia Legislativa. Coberto com uma bandeira do Brasil, o corpo do campeão foi velado por milhares de pessoas, recebendo honras de Chefe de Estado. 






Em dez anos de Fórmula 1, Ayrton Senna disputou 161 corridas, venceu 41 e conquistou 62 pole positions (primeira posição de largada). O impacto de sua morte ainda hoje entristece os brasileiros.

Ayrton Senna dizia que era difícil ter amizades num ambiente tão competitivo como o da Fórmula 1. Mas tinha bons amigos, dentro e fora das pistas. Durante os seus 10 anos na categoria máxima do automobilismo, Ayrton viveu histórias emocionantes nas pistas e nos bastidores. Mas, assim como a família, seus mais próximos companheiros de trabalho têm como recordação o bom humor do piloto brasileiro.

O Brasil teve três campeões mundiais de Fórmula 1. Todos foram heróis nacionais, mas nenhum conquistou tamanha idolatria quanto Ayrton Senna. Estrategistas frios, Emerson Fittipaldi e Nelson Piquet não se incomodavam em chegar em segundo, terceiro ou quarto lugar porque sabiam que a regularidade era o mais importante para vencer um campeonato. 

Senna era diferente – queria ser sempre o primeiro, correr sempre na frente, quebrar todos os recordes. 




A morte de Ayrton Senna solidificou-o no imaginário popular brasileiro como um herói especial. Talvez seja por isso que somente dez anos depois da tragédia na Itália, tenha sido publicada uma biografia à altura do personagem: Ayrton, o Herói Revelado. Escrito por Ernesto Rodrigues, o livro mostrava pela primeira vez um Senna humano, contraditório e, portanto, mais real do que o mito voador das pistas. 

A parte mais surpreendente do livro é a que esmiúça a vida amorosa de Ayrton. De acordo com o livro, pelo menos cinco mulheres tiveram relevância para ele: Lilian de Vasconcellos, Adriane Yamin, Xuxa, Cristine Ferracciu e Adriane Galisteu. Ayrton Senna casou-se com a decoradora Lillian de Vasconcellos em fevereiro de 1981. Os dois se conheceram quando tinham 2 anos e cresceram juntos. O casamento terminou oito meses depois e os dois nunca mais se viram. 
Ayrton Senna e Xuxa namoraram de dezembro de 1988 a maio de 1990.
Adriane Galisteu foi a última namorada de Senna. Ela escreveu o livro "O caminho das borboletas" sobre os 405 dias de namoro. 

Longe das pistas, Ayrton Senna era uma pessoa comum, rodeado pela família, pelos amigos e por outras atividades fora do automobilismo.

Depois de cumprir os compromissos com equipe, imprensa, patrocinadores e fãs, saía o mais rápido que pudesse dos autódromos e voava para São Paulo.

Mas não era apenas o automobilismo a principal preocupação do piloto. O homem simples, sincero e amigo virava o empresário perfeccionista, objetivo e exigente quando tratava dos seus assuntos profissionais.


E foi apoiado nessas qualidades naturais de empresário que Ayrton Senna participou, diretamente, no desenvolvimento e concretização de dois sonhos que viu realizar: a marca Senna, que é um referencial em produtos de alta tecnologia, e o personagem infantil Senninha, inspirado em seus valores pessoais.



Tinha, acima de qualquer outra coisa, grande amor pelas crianças. Rodeado por elas, sempre abria um sorriso puro de satisfação. Fazer algo que aumentasse a oportunidade dos jovens era um sonhos e uma meta a ser cumprida depois que conquistou as pistas do mundo inteiro.

Mais do que tudo, Ayrton Senna tinha orgulho de ser brasileiro e queria fazer mais pelo país. Sempre teve em mente que um futuro melhor passava pela educação, pensamento que é a semente para o Instituto Ayrton Senna, que atende a milhares de crianças e jovens em todo o Brasil.

Beco, como era conhecido pela família e pelos amigos mais próximos, também tinha os seus momentos de lazer.

As férias eram sagradas: Ayrton Senna dava-se ao luxo de se afastar das pistas e curtir o mar de Angra dos Reis, refúgio que adorava. Além disso, adorava praticar esportes. Era um esportista que também mostrava muita habilidade para as corridas a pé, o tênis, a bicicleta, o jet sky e muitos outros.




Instituto Ayrton Senna:

Viviane Senna teve uma conversa com o irmão Ayrton em março de 1994, na qual o piloto lhe dizia que queria fazer algo para o futuro do Brasil, ajudar as crianças que não tiveram as mesmas oportunidades que ele. Eles nunca puderam retomar o assunto, já que o tricampeão de Fórmula 1 morreu dois meses depois em Imola, no dia 1º de maio de 1994, aos 34 anos de idade.



O Instituto Ayrton Senna é uma ONG brasileira criada pela família Senna em 1994 e presidida por Viviane Senna, empresária e irmã do tricampeão de Fórmula 1. 
"Acho que Ayrton não pertence ao âmbito das celebridades, ele superou isso. Está numa categoria mítica que transcende tempo e espaço." Viviane Senna

O Instituto concretiza o sonho de Ayrton Senna de ajudar o Brasil a diminuir as desigualdades sociais, criando oportunidades de desenvolvimento humano a crianças e jovens por meio da educação. Anualmente a organização capacita 60 mil educadores e seus programas beneficiam diretamente cerca de 2 milhões de alunos em mais de 1.300 municípios nas diversas regiões do Brasil.

Fundado em 1994, por desejo do tricampeão de Fórmula 1 Ayrton Senna, o Instituto trabalha para desenvolver o potencial das novas gerações, ajudando estudantes a ter sucesso na escola e a ser cidadãos capazes de responder às exigências profissionais, econômicas, culturais e políticas do século 21.

Anualmente o Instituto Ayrton Senna capacita 75 mil educadores e seus programas beneficiam diretamente cerca de 2 milhões de alunos em mais de 1.300 municípios nas diversas regiões do Brasil.



Financiado com recursos próprios, de doações e de parcerias com a iniciativa privada, o Instituto dispõe às administrações públicas, gratuitamente, serviços de gestão do processo educacional que incluem diagnóstico e planejamento, formação de gestores e educadores, desenvolvimento de soluções pedagógicas e tecnológicas inovadoras, tudo articulado de forma a promover uma educação integral para o pleno desenvolvimento de crianças e jovens em suas múltiplas competências.

Os resultados impactantes de suas tecnologias e práticas bem sucedidas fazem do Instituto uma referência para a elaboração de políticas públicas.


Pela reconhecida produção e disseminação de conhecimentos e soluções para o desenvolvimento humano, o Instituto Ayrton Senna integra, desde 2004, a rede de Cátedras UNESCO no mundo, e colabora diretamente para que o Brasil possa atingir as metas propostas pela ONU para prover educação básica de qualidade a todas as crianças e a todos os jovens até 2015.

Para marcar os 20 anos do legado de Ayrton Senna, celebrados em 2014, o Instituto Ayrton Senna lançou nesta semana o novo site oficial do tricampeão mundial de Fórmula 1. De acordo com os organizadores, o portal é um presente para fãs do piloto em todo o planeta. Com imagens inéditas, o espaço conta toda a trajetória do piloto, desde seu nascimento, passando pelo início no kart, o auge no automobilismo, até a fundação da organização que leva seu nome.

O novo site ainda traz como novidade uma linha do tempo detalhada, dividida em “Dentro das pistas”, com tudo o que aconteceu do kart à F1, e “Fora das pistas”, que relata a sua infância, quem eram seus amigos, qual o seu legado, memórias e curiosidades.

No seção “Ídolo”, o internauta encontra a “Galeria”, com objetos pessoais e de corrida usados pelo piloto, como cuvas e carros emblemáticos, e “Herói”, com frases do piloto, capacetes, depoimentos, além de publicações que contam sua história.

Na seção “Ayrton Senna Sempre” estão todas as ações e os produtos que celebram os 20 anos do legado do piloto para que os fãs acompanhem de perto as inúmeras homenagens.

O site é o maior e mais completo espaço virtual que trata, detalhadamente, da vida de conquistas de um dos maiores pilotos de todos os tempos, e abre a possibilidade para fãs e seguidores não só conhecerem e relembrarem sua trajetória, mas também deixarem seus comentários e homenagens ao tricampeão.
http://www.ayrtonsenna.com.br/


Kinda a Grande Amiga de Ayrton Senna


Todos os dias, no fim da tarde, a schnauzer preta corre veloz para a beira do píer na casa de Angra dos Reis, onde o campeão Ayrton Senna costumava passar seus momentos de folga. Ela para com o olhar desolado, fixo no mar, e fica ali abanando o rabo, gemendo impaciente, como se esperasse alguém que não chega. Kinda, a cachorra de estimação do piloto, parece estar de prontidão ainda hoje, na esperança de reencontrar seu dono. 


Grande companheira de Ayrton, ela nasceu no Algarve, em Portugal, onde deixou uma irmã, a fêmea Mouse, e veio para o Brasil tomar conta da casa de Angra. Sempre foi fanática por calcanhares e não deixava o piloto sozinho um minuto sequer em suas temporadas na ilha, dividindo com ele qualquer cantinho e qualquer aventura.


Ela esperou por seu dono todos os dias, num ritual de espera inútil.


Documentário Senna:


Senna é um documentário lançado em 2010 que conta a trajetória de Ayrton Senna na Fórmula 1. É uma co-produção de França, Brasil, Reino Unido e Estados Unidos. O longa foi produzido pela Working Title em parceria com a ESPN Films e foi distribuído pela Universal Pictures.

Durante vários anos inúmeros diretores de renome internacional tiveram a intenção de realizar um filme sobre Ayrton Senna, entre eles, Ridley Scott, Walter Salles, Michael Mann, Antonio Banderas e Oliver Stone. Porém, como a objetivo deles era que algum ator fizesse o papel de Ayrton Senna, a família não autorizou a sua realização. Até que o diretor Asif Kapadia aceitou fazer um documentário sobre o piloto brasileiro, conseguindo assim autorização da família para a realização do projeto.

Produzido com o apoio da família de Senna, o documentário mostra os três campeonatos mundiais conquistados pelo piloto, a rivalidade com Alain Prost, a saída da McLaren e outros momentos importantes da carreira do atleta.


Recebeu aclamação tanto da crítica quanto do público, tornando-se um dos maiores de seu gênero em todos os tempos e um dos maiores da atualidade.

A intenção do diretor Asif Kapadia e do roteirista Manish Pandey era contar a história do tricampeão sem focar demais no fim de semana de sua morte, em Imola, 1994. O objetivo é cumprido com louvor; é um documentário que narra os feitos do piloto, eleito até hoje, em pesquisas internacionais, como o melhor da história. O filme conta a história do piloto a partir de imagens e declarações de arquivo do próprio ídolo, e inclui entrevistas com personalidades que fizeram parte de sua vida, como o rival Alain Prost e seus ex-chefes Ron Dennis e Frank Williams.
Abaixo algumas cenas do Documentário:












2 comentários:

  1. Um Brasileiro de Verdade.. agora temos que continuar e fazer a nossa parte. pois queremos o Brasil melhor, queremos um mundo melhor.. ele fez sua parte. nós vamos recomeçar.... chegou 2014.0002 e cabe a todos nós sermos Brasileiros de verdade....

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  2. ACELERA BRASIL !!!!!!!!

    Senna, o mito. a lenda que será lembrado enquanto houver mundo...

    Abraços Velozes à todos !!! \0/ \0/ \0/ \0/ \0/

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