sábado, 26 de abril de 2014

TEOSOFIA



A PALAVRA TEOSOFIA É DE ORIGEM GREGA, DE THEOS, "DEUS", e sophos, "sabedoria", significando literalmente "sabedoria divina", ou "conhecimento divino".

O termo ganhou notoriedade no mundo ocidental a partir de 1875, com a fundação da Sociedade Teosófica, por Helena Petrovna Blavatsky, e pela grande polêmica que seus estudos criaram no meio cultural da época.

A Teosofia é um corpo de conhecimento que responde a diversas questões que envolvem a vida:

- Quem sou eu?
- O que estou fazendo aqui?
- Qual a origem do universo?


A Sociedade Teosófica foi fundada por Helena Petrovna Blavatsky e pelo coronel Henry Steel Olcott, primeiro a presidir esta instituição, em Nova York, no dia 17 de novembro de 1875. 

Outros seguidores imediatos também deram contribuições volumosas, valiosíssimas e originais ao tesouro da Teosofia moderna, entre eles Annie Besant, Alfred Sinnett,  Charles Leadbeater e George Mead, e desde lá a literatura teosófica não cessou de crescer, com a produção mais recente de Radha Burnier, Geoffrey Farthing, Geoffrey Hodson e uma legião de pensadores modernos.

A Teosofia condensa elementos filosóficos, religiosos e científicos, inerentes às diversas religiões e culturas, desde o nascimento da Humanidade. Segundo Blavatsky, estas crenças estão presentes de uma forma ou de outra nas mais variadas civilizações ao longo do tempo, conquistando aqui e ali, de acordo com os costumes e hábitos culturais de cada povo, manifestações distintas. Portanto, a Teosofia seria uma nova forma de se exprimir estes conceitos, não uma religião ou uma profissão de fé.

A Teosofia teria surgido inicialmente na Índia, seria velha conhecida dos egípcios antes mesmo da Dinastia Ptolomaica, e ressurgiria no século III, em plena era do Neoplatonismo, através dos filósofos Plotino e Amônio Saccas, considerado o mentor deste movimento filosófico. No período medieval, Jacob Boehme era reputado igualmente como adepto da Teosofia, e há registros deste conhecimento em 1697, nos Anais Teosóficos da Sociedade de Philadelphia. Ela se tornou célebre, porém, com a inauguração da Sociedade Teosófica de Helena Blavatsky.

Os neoplatônicos eram chamados também de analogistas, porque a Sabedoria por eles procurada não estava presente apenas nos livros, mas inclusive na analogia entre objetos distintos, na associação da alma humana com o universo exterior e os eventos naturais. 

Assim, o que importa realmente é alcançar o Saber pela pesquisa direta da Verdade, expressa na Natureza e no Homem. Para Helena, a Teosofia tem a mesma significação de ‘Verdade Eterna’.


A teosofia é uma espécie de código moral divino que se encontra na raiz de todas as religiões ao longo da História, representada em cada cultura por meio de seus símbolos e arquétipos. Assim, ela esteve presente no Egito Antigo, na Grécia Clássica, na Babilônia, no Tibete, na América e na Europa, mesmo que esses povos não tenham estabelecido entre si nenhum contato, pois estes preceitos subsistem autonomamente. Blavatsky absorveu das tradições orientais diversos termos que, através de sua versão moderna da Teosofia, foram amplamente popularizados no Ocidente, tais como Maya – ilusão -; Dharma – caminho -; Mahatmas – grandes almas -; Reencarnação e o Karma.

Mas o movimento teosófico atual é influenciado também por elementos de outras doutrinas, como o Taoísmo, o Budismo, a Cabala, o Cristianismo, a Gnose e o Hermetismo. 

Os adeptos desta filosofia acreditam na vitória da fraternidade universal, na fonte espiritual de tudo que existe, na unidade da vida, em uma origem unicista e eterna do conhecimento, na conexão entre os principais mitos que marcam as culturas planetárias, esboçam a estrutura cósmica e a do ser humano, revelam a importância da reforma interior de cada um, demonstram que há dimensões ainda desconhecidas e invisíveis para o Homem, mas afirmam que a Humanidade estará um dia preparada para conhecer o que hoje está oculto, portanto defendem a evolução humana.

Para que se possa compreender satisfatoriamente a S.T. e o seu trabalho é necessário entender o significado da palavra Teosofia. Em primeiro lugar, cumpre esclarecer que a S.T. não é uma religião, e a Teosofia não é um credo. Este fato já está evidenciado no primeiro objetivo da S.T..

A origem da palavra Theosophia é grega e significa primária e literalmente Sabedoria Divina. Foi cunhada em Alexandria, no Egito, no século III d.C. por Amônio Saccas e seu discípulo Plotino que eram filósofos neo-platônicos.

Fundaram a Escola Teosófica Eclética e também eram chamados de Philaletheus (Amantes da Verdade) e Analogistas, porque não buscavam a Sabedoria apenas nos livros, mas através de analogias e correspondências da alma humana com o mundo externo e os fenômenos da Natureza. Assim, em conformidade com seu terceiro objetivo, a S.T., enquanto sucessora moderna daquela Escola antiga, almeja tal busca da Sabedoria não pela mera crença, mas pela investigação direta da Verdade manifesta na Natureza e no homem. 



Dizia Blavatsky: “o verdadeiro Ocultismo ou Teosofia é a ‘Grande Renúncia ao eu’, incondicional e absolutamente, tanto em pensamento como em ação – é Altruísmo”. “Teosofia é sinônimo de Verdade Eterna”, Divina, Absoluta, Paramarthika Satya ou Brahma-Vidya, que são seus equivalentes muito mais antigos na filosofia oriental. Teosofia, portanto, é uma Sabedoria Viva, o ideal que o verdadeiro teósofo busca alcançar e manifestar em sua vida diária como serviço à Humanidade.

A adjetivação teosófica na denominação da S.T. significa, desta forma, uma sociedade cujos objetivos refletem esta Sabedoria, ou que nesta têm sua inspiração. Isto não que dizer que todos os membros da S.T. possuam esta Sabedoria ao tentar realizar tais objetivos. Quer dizer, apenas, que uma sociedade “teosófica” é uma sociedade cujos objetivos podem trazer benefícios imensos ao mundo, desde que compreendidos e realizados apropriadamente.

Simbolo da Teosofia:

Os dois triângulos equiláteros entrelaçados simbolizam o Universo como dualidade Espírito - Matéria. O de vértice para cima é o do Fogo, Espírito ou Pai; o de vértice para baixo é o da Água, Matéria ou Mãe.
A cruz ansata simboliza o Espírito mergulhado na Matéria e nela está crucificado, porém que ressuscitou da morte permanecendo triunfante nos braços do vitimário já vencido e, por isso, é considerada a "Cruz da Vida", o símbolo da Imortalidade.

A cruz suástica (cruz alada ou cruz de fogo) é o símbolo da energia vertiginosa que cria um Universo. Ao contrário do que muitos acreditam, a suástica é usada há mais de três mil anos pelos chineses, tibetanos, antigas nações germânicas; encontrada também entre os bompas e budistas; usada como símbolo do budismo esotérico, figurando a frente de todos os símbolos religiosos de todas as nações antigas, sendo o mais sagrado e místico símbolo da Índia. Tem estreita relação e até identidade com a cruz cristã. Como diagrama místico de bom augúrio "svástika" (suástica), ou seja, signo de saúde.

A serpente que morde a própria cauda é o milenar símbolo da Eternidade, o círculo sem começo nem fim em que todos os universos crescem e declinam, nascem e morrem. Ao redor do símbolo o lema do Maharâja de Benares: Satyât nâsti paroDharma ("Não há Religião superior à Verdade").

Um dos pontos da Teosofia causou intensa polêmica e controvérsia, a de que haveriam seres perfeitos, zelando pelo Homem; entidades que um dia foram imperfeitas como nós, mas que evoluíram e se tornaram super-humanas. 

Seriam profetas, santos, mensageiros divinos que estariam sempre guiando a Humanidade em sua jornada. Embora Helena nunca tenha pregado algum tipo de limpeza étnica, seus escritos foram distorcidos e serviram como argumentos e inspirações para movimentos racistas e genocidas como o Nazismo. Alguns escritores afirmam que Hitler era profundo conhecedor da Teosofia.

A Teosofia moderna foi alvo de várias polêmicas, denúncias suspeitas, escândalos e depreciações.Por outro lado, eles nunca se autoafirmaram como seres perfeitos e incapazes de falir, nem pregaram que eram detentores da verdade absoluta. Eles se consideravam limitados no conhecimento que detinham, pois também estavam sujeitos às leis da evolução.



Compreendendo a Teosofia:
A Teosofia é um oceano de conhecimento que se estende de um extremo a outro da evolução dos seres sensíveis. Insondável nas suas partes mais profundas, ela exige das mentes mais poderosas o máximo de seu alcance, embora seja suficientemente rasa em suas margens para ser entendido por uma criança. 

A Teosofia é a sabedoria sobre Deus, para aqueles que acreditam que Ele está em tudo e em todas as coisas, e é sabedoria sobre a natureza, para o homem que aceita a afirmação encontrada na Bíblia Cristã de que Deus não pode ser medido ou descoberto, e que a escuridão cerca sua tenda. 

Embora contenha por derivação o nome Deus, e pareça a princípio abarcar apenas a religião, a Teosofia não nega a ciência, pois é a ciência das ciências e por conseguinte foi chamada de sabedoria das religiões. 



Porque nenhuma ciência é completa se deixar de fora qualquer aspecto da natureza, seja ele visível ou invisível; e a religião que se baseia apenas em uma revelação, deixando de lado as coisas e as leis que as governam, não é mais do que uma ilusão, um inimigo do progresso, um obstáculo no caminho do homem, em seu avanço rumo à felicidade. Englobando tanto o científico como o religioso, a Teosofia é uma religião científica e uma ciência religiosa.

Não é uma crença ou um dogma formulado ou inventado pelo homem, mas é o conhecimento das leis que governam a evolução dos fatores físicos, astrais, psíquicos e intelectuais na natureza e no ser humano. 

A religião de hoje é apenas uma série de dogmas fabricados pelo homem, sem nenhuma fundamentação científica para a ética que divulga; enquanto nossa ciência ainda ignora o invisível e não admite a existência de um conjunto completo de faculdades perceptivas internas no homem, ficando apartada do campo de experiência imenso e real que existe dentro do mundo visível e tangível. Mas a Teosofia sabe que o todo é constituído do visível e do invisível, e ao perceber que as coisas e objetos externos são transitórios, compreende os fatos da natureza, tanto interna quanto externa. 

Ela é, portanto, completa em si mesma e não vê mistério insolúvel em lugar algum; ela risca a palavra “coincidência” de seu vocabulário e saúda o reinado da lei em tudo e em todas as circunstâncias.

É crença comum à humanidade que o homem possui uma alma imortal. A isso, a Teosofia acrescenta que ele é uma alma, e mais ainda, que toda a natureza é sensível, que o vasto conjunto de objetos e homens não é um mero ajuntamento de átomos arranjados ao acaso e deste modo sem leis que produzem leis; mas que desde o menor dos átomos, tudo é alma e espírito sempre evoluindo sob o domínio da lei que é inerente ao todo. 

A Teosofia diz, tal como ensinaram os antigos, que o curso da evolução é o drama da alma e que a natureza não existe para outro propósito que não seja a experiência da alma. 


Conceitos Básicos:
Segundo os Teosofistas, este corpus de conhecimento, a Sabedoria Divina, com a ética a ele associada, é tão antigo quanto o mundo, e a rigor é o único conhecimento que vale a pena ser adquirido.

Sua realidade e importância são relembradas às pessoas periodicamente, sob diversas denominações e formalizações, adequadas ao espírito de cada época, local e povo para quem é apresentado, e é o tronco vivo e eterno de onde brotam as flores do ensinamento original todas as grandes religiões do mundo, do passado e do presente.

Três proposições fundamentais formam a base de toda a teoria Teosófica. A primeira destas é que há “um Princípio Imutável, Ilimitado, Eterno e Onipresente”, o qual é a “Realidade Una Absoluta”, abarcando todo o Ser manifestado e condicionado. Esta Causa Eterna e Infinita é a Raiz sem Raiz de “tudo o que foi, é ou sempre será”. Esta Realidade Una é a fonte de toda consciência, matéria e vida no universo.

A segunda proposição fundamental, que afirma a existência da ordem, leva naturalmente ao segundo objetivo da Sociedade Teosófica: “encorajar o estudo de Religião Comparada, Filosofia e Ciência”. Tal estudo deve ser comparado porque nenhuma única religião ou ramo único da filosofia ou da ciência tem um monopólio da verdade. Entre elas, entretanto, estas três disciplinas cobrem o todo do ser humano.

A terceira proposição fundamental é “a fundamental identidade de todas as Almas com a Super-Alma Universal, esta última sendo um aspecto da Raiz Desconhecida; e a peregrinação obrigatória para cada Alma através do Ciclo de Encarnação ou Necessidade, de acordo com a Lei Kármica e Cíclica”. 

A terceira proposição afirma a identidade de cada indivíduo com uma única Super-Alma. Esta Super-Alma, que nós chamamos Logos, é uma consciência que dá vida à matéria do universo. Basicamente, a terceira proposição afirma nossa identidade com a Realidade Una Absoluta. Ela diz, de fato, que o ser humano é um microcosmo (ou pequeno mundo) correspondendo ao macrocosmo (ou grande mundo), no qual nós vivemos. Ela mostra ser o propósito da existência uma peregrinação de volta à nossa fonte.


Esta é uma proposição importante porque ela significa que, nós somos da mesma natureza do próprio universo, nós podemos olhar para ele e tirar conclusões sobre nós mesmos e, inversamente, olhar dentro de nós mesmos para descobrir algo a respeito do universo.



Basicamente a Teosofia prega a fraternidade universal, a origem espiritual das formas e dos seres, e a unidade de toda a vida; defende uma fonte única e eterna para todo conhecimento, demonstra a identidade essencial entre os grandes mitos das culturas mundiais, traça o perfil da estrutura do cosmo e do homem e descreve seus mecanismos, suas potencialidades e suas transformações ao longo dos éons.

Outros conceitos fundamentais, conhecidos há milênios no oriente, mas que a Teosofia popularizou no ocidente, estão a Reencarnação, o Karma e o Dharma. Apesar de recomendar o esforço próprio em busca do crescimento pessoal e uma vigilância incessante contra o auto-engano e a fé cega, ainda assim defende a Revelação, uma vez que declara a existência de seres superiores imortais, normalmente invisíveis, que possuem um conhecimento virtualmente ilimitado e poderes sobre-humanos, e de mundos e estados de consciência presentemente inacessíveis à pessoa comum. 

Mas diz que todos seremos capazes de atingí-los um dia, se não nesta vida, numa vindoura. Defende com isso, também a Evolução da vida e do Homem, e a existência de Homens Perfeitos, os Mahatmas ou Mestres de Sabedoria. Estes Mestres, uma vez homens imperfeitos como nós, evoluíram para um estágio super-humano, de onde ora velam pela raça humana dando-lhe ensinamento, diretamente ou através de seus mensageiros os Profetas e Santos de todas as religiões, e auxílios inumeráveis como agentes da Providência e da Justiça Divinas, e mesmo aparecendo visivelmente entre seus irmãos menos evoluídos, quando os tempos o exigem, para dar-lhes conforto, direção e inspiração, e reacender nos corações humanos um amor mais intenso pelo divino.



A Teosofia diz que a fonte de todo mal é a ignorância. O conhecimento, segundo prega, é ilimitado, mas se bem que sua totalidade esteja além do alcance de qualquer ser individual, é em vasta medida acessível a todos através de um longo processo de evolução, aprendizado e aperfeiçoamento, que necessariamente exige múltiplas encarnações, e continua até mesmo para regiões e idades onde a encarnação deixa de ser compulsória e a vida progride de beatitude em beatitude. 

A Teosofia é uma doutrina essencialmente otimista, pois refuta qualquer condenação eterna e não nega o mundo, ainda que declare que este que vemos e tocamos não é o único nem o maior, mais feliz ou mais desejável, e prevê para todos os seres sem exceção um progresso constante e um destino glorioso e absolutamente feliz. Como todas as grandes doutrinas espirituais, a Teosofia exalta o bem, a paz, o amor, a dedicação altruísta, e promove a cessação da pobreza, da ignorância, da opressão, discórdias e desigualdades.

Apesar de reconhecer a importância das religiões em seu estado mais puro como disseminadoras de ensinamentos importantes, não é uma filosofia teísta, se bem que possa ser descrita como panteísta, já que como um dos Mahatmas declara com rigor cartesiano, a existência de Deus como uma entidade distinta do universo dificilmente pode ser provada, mas reconhece níveis diferentes de evolução entre os seres, numa escada graduada que se ergue a alturas insondáveis

O ser humano, os demais seres e tudo quanto existe, são constituídos de uma infinidade de combinações de matéria-energia, de todos os graus de densidade e complexidade. Cada uma dessas combinações ou graus de matéria-energia são representativos de um nível particular da Consciência-Energia em escala cósmica, presente em toda manifestação universal.

A tradição oriental fornece uma visão ordenada e simplificada deste fato, apresentando os diversos níveis de consciência-energia estratificados em camadas, e obedecendo à lei da diferenciação e densidades crescentes ou, reciprocamente, da unificação (identificação ao Uno) e sutilização crescentes. Dessa forma, situa-se o plano mais denso (o físico-sólido) em um extremo da escala, caracterizado pela máxima diferenciação de formas, densidade e Ignorância (imersão da Consciência na Matéria), e no outro extremo, o plano divino, o plano da unidade, caracterizado pela máxima sutilização da matéria-energia, indistinção de formas e máxima plenitude de Ser (emersão da Consciência na Matéria).

Embora todos os fenômenos cósmicos envolvam processos simultâneos nos diversos planos ou níveis de matéria-energia, cada plano pode ser visto como possuidor de um determinado conjunto de leis ou princípios de operação e envolvendo em "seu espaço" todas as realidades energéticas desse plano. 

Esta visão analítica, em separado, para cada plano, facilita uma abordagem "científica" dos processos e princípios característicos do plano, bastante útil no treinamento mágico ou ocultista. Diz-se, porém, que todos os planos estão submetidos a uma Lei de Manifestação única, modificando-se apenas seu aspecto externo em conformidade com o meio ou plano de manifestação. Este é o fundamento do Princípio da Analogia ou Correspondência, aplicável a todos os processos e em todos os planos da Manifestação.


O homem, seus Corpos e Chacras

O homem reproduz em escala microscópica o universo com seus planos e subplanos, realizando através das transformações e processos de sua própria vida, uma réplica ou paródia de acontecimentos planetários e cósmicos, e em sincronismo com estes. Eis o verdadeiro alcance da assertiva de que "...o homem foi feito à imagem e semelhança de Deus".

Diz-se, portanto, que o homem possui 7 corpos correspondentes aos respectivos planos de consciência-energia cósmicos. A Personalidade do homem ("eu inferior") é constituída pelas energias dos planos físico, vital (ou astral) e mental inferior. Os planos mental superior, intuicional (ou búdico) e espiritual (ou átmico) fornecem as energias e materiais constitutivos da Tríada Espiritual ("eu superior"). No plano monádico (Anupadaka) residem as mônadas individuais que são os reflexos individualizados dos três Aspectos do Logos: Vontade-Poder, Amor-Sabedoria e Inteligência Ativa.

A tradição oriental enfoca especial atenção à formação do Corpo Causal no plano mental superior, responsável pelo acúmulo das experiências vivenciais através das diversas encarnações, sendo esse corpo o veículo primário da alma reencarnante.

Cada corpo do homem possui - em analogia ao que ocorre no corpo físico - os órgãos e sistemas especializados necessários a sua vitalização e troca de energias com os demais corpos e espaço exterior.

No corpo físico, em seus níveis mais sutis (etéricos), existe uma complexa rede de canais (meridianos) e vórtices (chacras) de energia, responsáveis pela incessante troca e processamento das energias provenientes dos diversos planos de consciência-energia, através dos respectivos corpos ou planos do ser.

Dentre a enorme quantidade de vórtices existentes no complexo energético humano - responsáveis pela entrada (aferentes) ou saída (deferentes) de energia - destacam-se por seu tamanho e importância 7 chacras, conhecidos na tradição esotérica como Chacras Magnos. Esses vórtices se apresentam como "flores energéticas" ligadas à medula espinhal por um "talo" (conduto energético).


Cartas dos Mahatmas

As Cartas dos Mahatmas (Kot Hoomi e Morya) foram produzidas a partir de uma espécie de "canalização" derivada ou promovida pela Sociedade Teosófica (particularmente por influência de Helena Petrovna Blavatsky – 1831-1891 – que era discípula dos dois Missivistas que escreveram as Cartas), e endereçadas a Alfred Percy Sinnett .

É considerada uma das obras mais difíceis da literatura teosófica. Ela aborda muitas situações complexas e contém muitos conceitos profundos, que se tornam mais obscuros porque, na época em que elas foram escritas, não havia sido desenvolvida uma nomenclatura por meio da qual os Mahatmas pudessem comunicar a sua filosofia - profundamente oculta - a pessoas de idiomas ocidentais. 

Apesar disso, a obra tem um poder e uma percepção interna tremendos, e reflete o drama humano da aspiração, do êxito e do fracasso. Ela conta uma história ocorrida no tempo, mas a sua mensagem é eterna, quer a consideremos como narrativa, como filosofia oculta ou como revelação.



“Um Mahatma é um personagem que, por meio de educação e treinamento especiais, desenvolveu aquelas faculdades superiores e atingiu aquele conhecimento espiritual que a humanidade comum adquirirá depois de passar por séries inumeráveis de encarnações durante o processo de evolução cósmica, desde que, naturalmente, neste meio tempo, ela não vá contra os propósitos da Natureza...”. - Helena Petrovna Blavatsky

"Os autores das cartas são os Mahatmas Koot Hoomi e Morya, geralmente designados simplesmente pelas suas iniciais.
O Mahatma K.H. era um brâmane de Cachemira, mas na época em que nos deparamos com ele nas cartas, ele tinha relações estreitas com a corrente Guelupa ou “gorro amarelo” do Budismo tibetano. Ele se refere a si próprio nas cartas como um “morador de cavernas de aquém e além dos Himalaias”. 
O nome “Koot Hoomi” é um nome místico que ele usou em relação à correspondência com A.P. Sinnett. Ele falava e escrevia em francês e inglês fluentemente.
O Mahatma Morya era um príncipe rajput - os rajputs formavam a casta governante do norte da Índia na época. Ele era “um gigante, de quase dois metros de altura, e de um porte magnífico; um tipo esplêndido de beleza masculina”. - Helena Petrovna Blavatsky




Morava na Índia, na época, um inglês culto e muito refinado, chamado Alfred Percy Sinnett. Ele era editor de The Pioneer, o principal jornal inglês, publicado em Allahabad. Ele se interessou pela filosofia exposta pelos dois teosofistas e estava curioso a respeito dos acontecimentos notáveis que pareciam sempre ocorrer na presença de Helena Petrovna Blavatsky.

Foi em Simla que aconteceram os fatos que resultaram nas cartas publicadas na obra Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett. H.P.B. realizava alguns fenômenos surpreendentes e os atribuía aos Mahatmas, com quem ela estava em contato psíquico mais ou menos constante. Sinnett estava convencido da veracidade desses fenômenos, e em seu livro O Mundo Oculto fez um vasto trabalho para comprovar a sua autenticidade.

Ele tinha também uma mentalidade prática e científica, e desejava saber mais a respeito das leis que governavam essas manifestações. Queria, especificamente, saber mais sobre aqueles seres poderosos que H. P. B. chamava de “Mestres” e que, segundo ela, eram os responsáveis pelos fenômenos. Ele lhe perguntou se seria possível entrar em contato com eles e receber instruções.

H.P.B. disse-lhe que não era muito provável, mas que tentaria. De início, ela consultou o seu Mestre, o Mahatma Morya, com quem ela estava estreitamente ligada através do treinamento oculto a que se submetera anteriormente no Tibet, mas ele se recusou categoricamente a comprometer-se com essa tarefa. (Mais tarde, entretanto, chegou a assumir a correspondência durante alguns meses, devido a circunstâncias muito especiais.).

Aparentemente, H.P.B. tentou o mesmo com vários outros, sem sucesso. Finalmente, o Mahatma Koot Hoomi concordou em manter uma correspondência limitada com Sinnett.

O sr. Sinnett endereçou uma carta “ao Irmão Desconhecido” e entregou-a a H.P.B. para que a transmitisse. Na verdade, ele estava tão ansioso por defender o seu ponto de vista de modo convincente que escreveu uma segunda carta antes de receber uma resposta à primeira. Seguiu-se, então, uma série de cartas notáveis, e a correspondência continuou por vários anos, tendo como um dos seus vários resultados de longo prazo a publicação das cartas em forma de livro.

As respostas e explanações enviadas pelos Mahatmas a Alfred Percy Sinnett estão contidas em uma vasta correspondência que durou de 1880 até 1885 e foram publicadas em 1923 como as Cartas dos Mahatmas para A. P. Sinnett. 

As Cartas originais dos Mahatmas estão preservadas no Museu Britânico, em Londres. Elas podem ser consultadas com uma permissão especial do Departamento de Manuscritos Raros do Museu Britânico. 



Blavatsky disse que escreveu tanto Ísis Sem Véu quanto a Doutrina Secreta com a ajuda dos mahatmas, que muitas vezes transferiam suas consciências e conhecimento para o seu corpo físico, em um processo chamado tulku. 

Esse processo tem sido comumente confundido com a mediunidade de transe, mas tem várias diferenças importantes, embora seja muito semelhante em aparência. 

O médium comum usualmente possui um psiquismo passivo, já quem recebe o tulku deve ter passado por um treinamento especial onde a sua vontade própria é fortalecida e suas capacidades psíquicas disciplinadas; é um mediador voluntário, ativo e não passivo, e permanece consciente e colaborante, guardando a memória completa de tudo antes, durante e depois da transmissão da mensagem. 

Além disso, enquanto que a mediunidade comum é praticada com o auxílio de entidades desencarnadas, no tulku os agentes são pessoas vivas. Blavatsky reconheceu que em sua juventude fora uma médium típica, mas afirmou que o treinamento que recebera dos Mestres a transformara em uma clarividente com completo controle sobre suas faculdades. Não obstante, seus próprios relatos são ambíguos e evasivos, às vezes contraditórios, e parece que pelo menos em parte de seu trabalho os fenômenos mediúnicos tradicionais também desempenharam algum papel.

Os fenômenos paranormais que produziu ao longo de toda sua vida foram testemunhados por inúmeras pessoas, e se manifestavam em uma imensa variedade de formas. Perguntada por um repórter em Nova Iorque o motivo de ela produzi-los, disse que era uma das maneiras de provar a realidade do mundo espiritual e a existência dos espíritos.



Críticas:
A Teosofia recebeu muitas críticas em sua origem, numa polêmica que se estende aos dias de hoje, questionando tanto a doutrina como o caráter controverso de sua principal divulgadora, Helena Blavatsky, e do seu colaborador Charles Leadbeater.

Blavatsky Fumava sem parar cigarros de fumo turco que ela mesmo enrolava e oferecia a todas as suas visitas, gostava de haxixe, de café e de chá. Contrariada, tinha acessos de intensa cólera, quando proferia maldições e outros impropérios. Em certas épocas bebia brandy em quantidade "o suficiente para matar um iaque tibetano", como ela mesma dizia. 

Na fase de apogeu de sua carreira as excentricidades de seu comportamento e sua própria figura física eram o exato oposto de quem, de acordo com as expectativas da época, se apresentava como uma discípula de santos e sábios. Esteve durante toda sua carreira pública envolvida em polêmicas e deixou muitas declarações intencionalmente contraditórias sobre sua vida.


Charles Webster Leadbeater foi um membro influente da Sociedade Teosófica, autor ocultista e co-fundador, com J. I. Wedgwood, da Igreja Liberal Católica. Seu interesse no espiritualismo fez com que ele se desligasse da Igreja da Inglaterra em favor da Sociedade Teosófica, onde trabalhou com Annie Besant. Se tornou muito influente na S.T., mas afastou-se em 1906, após acusações envolvendo escândalos sexuais com seus alunos.

Leadbeater é sem dúvida uma figura controversa, e seu trabalho na Sociedade Teosófica divide opiniões. Leadbeater foi acusado de ter encorajado adolescentes colocados sob sua instrução a se masturbarem. 

Mas quando o caso veio à tona, os hábitos de Leadbeater junto aos jovens, que incluíam o banho nu em conjunto, e às vezes o uso de uma mesma cama para dormir, que eram coisas comuns e aceitáveis mesmo na rigorosa e pudica sociedade vitoriana, foram interpretados como evidências de perversão

Buscando evitar problemas para a Sociedade Teosófica, devido a grande intolerância sobre o assunto na época, Leadbeater abriu mão de seu cargo.

O casal Coulomb (Alexis e Emma Coulomb - dois membros do grupo de trabalho de Adyar), foi um dos primeiros detratores de Blavatsky, acusando-a de ser uma embusteira, esse fato teve rapidamente efeitos na vida e obra de Blavatsky. Também foi suspeita de ser uma agente do governo russo.  Os escritos de Blavatsky também foram acusados de racistas, denegrindo etnias como os árabes e aborígenes. 


A Sociedade para a Pesquisa Psíquica em Londres (London Society for Psychical Research) criou um comitê especial para investigar Madame Blavatsky. Em dezembro de 1884, Richard Hodgson foi enviado à Índia para investigar os fenômenos paranormais reportados no coração do movimento teosófico, especialmente os de Helena Petrovna Blavatsky e para investigar e preparar um relatório sobre as alegações dos Coulomb. 


Seu "Report on Phenomena Connected with Theosophy", publicado nas Atas da SPR em dezembro de 1885, acusou Blavatsky de fraude freqüente. 

Hodgson elaborou um relatório onde confirmava a fraude e a acusava de ser uma espiã russa e uma grande farçante, o que teve uma enorme repercussão, levando ao descrédito generalizado de Blavatsky entre os anglo-indianos e ao seu verdadeiro massacre pela imprensa européia, mas as réplicas que ela ofereceu em defesa própria foram ignoradas. 

Baseado no relatório Hodgson, o comitê da S.P.P., em um relatório final em 1885, acusou Madame Blavatsky como "uma das maiores impostoras da história”. Esse relatório foi utilizado durante anos como base para atacar Madame Blavatsky e tentar provar a inexistência dos Mestres ou Mahatmas.

O relatório criou um escândalo púbico para a Teosofia e assegurou o lugar de Hodgson na história da pesquisa psíquica. (O relatório continua a envergonhar Teósofos, e existiram tentativas fracassadas para desacreditá-lo até recentemente, por volta da década de 80).

Outro grave momento disruptivo ocorreu com o fracasso da instituição da Ordem da Estrela, quando Krishnamurti desautorizou o movimento, lançado pelo antigo preceptor Leadbeater e secundado por Annie Besant, para torná-lo o novo veículo do Instrutor do Mundo, e rompeu com a ST, declarando-se independente. 

Krishnamurti dissolveu a organização com o seguinte discurso:




“Eu insisto que a verdade é um terreno sem caminho. Você não pode se aproximar dela por nenhum caminho, seja seita ou religião. Esse é meu ponto de vista, que eu aderi absolutamente e incondicionalmente. A verdade, sendo ilimitada, incondicionada, inatingível através de qualquer caminho, não pode ser organizada. Nenhuma organização deveria ser fundada para induzir ou coagir as pessoas a um determinado caminho. Este não é nenhum fato magnífico, porque eu não quero seguidores. A partir do momento que você começa a seguir alguém, você deixa de seguir a verdade. Eu não estou preocupado se vocês prestam atenção ao que eu digo ou não. Eu quero fazer uma coisa neste mundo, e eu vou fazê-la com concentração imperturbável. Eu estou preocupado apenas com uma coisa essencial: Em liberar o Homem. Eu desejo liberá-lo de todas as jaulas, todos os medos. Não desejo fundar novas religiões, novas seitas, nem estabelecer novas teorias ou novas filosofias“



Estes eventos, mais outras dissidências internas, contribuíram para o descrédito da Teosofia e da Sociedade Teosófica, especialmente após a retirada de membros importantes como William Judge (considerado um dos fundadores) e George Mead.

Judge se tornou o Secretário Geral da Seção Americana da ST em 1884. Nesse período ele se envolveu em uma disputa com Olcott e Annie Besant sobre suas alegadas cartas forjadas dos Mahatmas. Como resultado, ele terminou a sua associação com Olcott e Besant em 1895 e levou a maioria da Seção Americana da ST com ele. Judge liderou por cerca de um ano a sua nova organização, até a sua morte, quando a liderança passou para Katherine Tingley.



George Robert Stowe Mead foi um influente membro da Teosofia. Após uma série de discórdias e inconformado com os rumos que a Sociedade Teosófica estava tomando sob a presidência de Annie Besant, veio a sair desta, assim como vários teósofos. Também foi um dos advogados de acusação no inquérito de Charles Leadbeater por pedofilia. Após a saída fundou a Quest Society e a revista The Quest para continuar seus estudos esotéricos.




Peter Washington em seu livro "O Babuíno de Madame Blavatsky" desmascara os bastidores do desenvolvimento das correntes místicas originadas nos Estados Unidos e na Europa em meados do século 19.

Em seu livro, Washington denuncia tramas relacionadas a sexo, dinheiro e fraude entre gurus que pregavam castidade, desapego e integridade. Mas também consegue penetrar com profundidade no universo conceitual de diversas correntes do pensamento místico do Ocidente, com um surpreendente talento para lidar com as ambiguidades humanas. 


Blavatsky Sedentária e glutona, pregava uma disciplina que não tinha



Peter Washington disseca, com precisão cirúrgica e habilidade literária, a vida de Blavatsky. A mulher pintada por Washington é cheia de nuances e extremamente convincente. O autor consegue ver o quão destemperada esta era, tanto na vida pessoal, como nas finanças.

As alegadas viagens de Blavatsky - cuja data de nascimento ainda é um mistério - ao Tibete e a outros lugares do Oriente são praticamente consideradas fatos improváveis por Washington. Além disso, a fundadora da Teosofia é apresentada como um ótimo contra-exemplo da ferrenha autodisciplina individual proposta por ela mesma, pois devorava diariamente ovos fritos boiando na manteiga e vários alimentos gordurosos. Extremamente sedentária e balofa, precisava às vezes ser içada por ganchos por não conseguir usar escadas.

Apesar de todas as polêmicas com a figura de Helena, Segundo o crítico britânico Willian Emmet Coleman, para poder escrever "Ísis sem Véu" seria necessário ter lido mais de 1400 obras raras e totalmente diferentes, o que seria impossível devido ao tempo em que Blawatsky ficou viajando e a limitada quantidade de livros que levava consigo nessas viagens. 



A Explicação dela é que os Livros por ela escritos, foram feitos graças a ajuda dos mestres ascensionados ou Mahatmas, que por vezes transferiram ao corpo de Helena suas consciências de Luz, outras vezes recebia todas as mensagens em sonhos e essas se materializavam no papel. 

Alguns severos críticos a acusaram de "racismo" quando em uma de suas obras, afirmou que, alguns grupos étnicos, como por exemplo os aborígenes, eram oriundos de uma raça inferior, uma vez que os identificava como um cruzamento Atlante-Lemuriano. 

Sobre os Semitas Judeus, particularmente os do povo árabe, acusou de serem raças "espiritualmente degeneradas". Dizia que os idiomas Árabe e Hebreu haviam se tornado materialistas e foram desenvolvidos com o objetivo de se "ocultar" as coisas, diferentemente do sânscrito que expressa facilmente a essência das coisas e de onde derivam. 

A doutrina em si é encarada de várias formas depreciativas, considerando em suma que não oferece provas suficientes para suas alegações, que conceitos básicos são interpretados de modo conflitante pelos vários autores, que tem uma psicologia duvidosa e se resume em um amontoado de superstições disseminadas por falsos místicos.


O que se deve lembrar é que nunca os teosofistas se declararam infalíveis, perfeitos ou imunes a ilusões e más-interpretações derivadas dos limites do entendimento humano. O próprio Mahatma K.H. disse a respeito de Blavatsky que " imperfeita como pode ser nossa agente visível - e frequentemente ela é muito imperfeita e insatisfatória - ela é ainda assim o melhor de que dispomos no momento", mas ao mesmo tempo reiterava suas magníficas capacidades, sem paralelo para o trabalho que havia de ser feito.



Além disso todas as grandes filosofias e religiões do mundo foram criticadas com base no mesmo tipo de argumentos, cabendo pois ao pesquisador tecer as suas próprias conclusões e reger o seu comportamento baseado em sua experiência pessoal, na análise imparcial das informações apresentadas e sobretudo no bom senso, um conselho reiteradamente expresso por todos os principais expoentes do movimento teosófico, cujo mote é Não há Religião superior à Verdade.




vídeo: TEOSOFIA E MADAME BLAVATSKY




FONTE:http://aumagic.blogspot.com.br/2012/08/o-que-e-teosofia.html
http://www.filosofiaesoterica.com/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Doutrina_teos%C3%B3fica



3 comentários:

  1. quanto entendermos todas as culturas do planeta terra e seus povos, sendo que o mais fácil de conhecer é o povo Hebreu, sendo o povo de Israel com suas tribos, onde uma se destacou a tribo de Juda, de onde surgiu o grande Tronco do povo, e tronco de Davi, que leva de volta a Adão e traz de volta até Jesus Cristo, teremos um mundo melhor em ninguém querer criar nenhuma base de poder para o seu próprio nome.. pois hoje todas as doutrinas e filosofias, nasceu porque alguém queria ser um lider criador... sendo assim.... o que mesmo queremos..... não sei.... eu quero somente Amar.....

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  2. Administrador do blog, tenho uma sugestão: Mude o layout, deixe clear, e mais organizada as informações, por favor, com seus devidas fontes (e que sejam confiáveis). Bem, aqui há uma publicação da Maria Madalena? Procuro alguma informação sensata sobre essa personalidade histórica. Agradeço!

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