domingo, 16 de março de 2014

LUZES DO MUNDO - OS ANIMAIS




"Chegará um dia no qual os homens conhecerão o íntimo dos animais; e nesse dia, um crime contra um animal será considerado crime contra a humanidade." ( Leonardo da Vinci)



Escrito por Diogo Costa.

Animais sofrem, mas não como humanos.
Animais choram, mas não da mesma forma que nós.
Animais não têm consciência, tem algo melhor que isso.

Têm uma imensa pureza, cada um deles. Que se sente a uma distância interminável.
Têm uma gigante inocência que se transmite naturalmente pela forma como agem e como reagem. Quando se pensa em irracional, o termo correto deveria ser inocente.


Eles são fonte de felicidade. Não precisam de fazer nada. Só a sua existência já faz brilhar muitas vidas. Vidas essas que sabem apreciar o apreciável. Que dão importância a estas luzes do mundo.




Troca justa

Animais dão tudo sem pensar no que recebem. Bem, eles dão mais do que tudo, porque no seu vocabulário não existem limites, mínimo ou máximo. Existe uma devoção infinita que se estende até ao seu dono.
E como com cada abraço recebido, é só saber retribuir. Porque por mais recusas que eles recebam, os abraços não vão parar, pelo contrário, vão aumentar sempre. Toda a diversão e alegria contida num abraço. É necessário agarrá-lo e prezá-lo, como algo único, como a peça que faltava para fincar aquela amizade.
Os abraços são muitos, mas apertar o primeiro é a melhor opção. Proteger desde o início e receber uma proteção eterna.




Amor Animal

Animais não sabem o que significa amizade ou amor, mas dão-lhe um significado extremamente especial. Eles não precisam de palavras, personificam com atitudes sinceras. Não necessitam de explicações ou termos difíceis. Nem de desculpas ou más intenções. Animais não são violentos. Violência é embutida de maldade e inconsciência. Logo isso contraria a existência de violência nos animais.

A crença no dono é imparável. Mesmo quando mais ninguém a tenha, qualquer animal vai acreditar. Seja essa pessoa a pior ou melhor possível, a crença estará lá. Algo assim é raro num ser humano, é muito difícil adorar as piores pessoas. Num animal é comum e natural.

Animais são família. Não é preciso haver sangue igual, afinidade, apelidos ou documentos. Não é preciso nada. Serão sempre parte da família a partir do momento que receberem um lar.



A Solidão não existe


Há demasiadas pessoas sós e demasiados animais abandonados. Era fácil resolver a situação com uma união. As consequências seriam apenas positivas, apesar de algum trabalho adicional valeria a pena sobre qualquer circunstância. Animais transportam felicidade nas costas, apagam a solidão ao longo do seu caminho, iluminam as vidas das quais fazem parte, o que mais falta? Eles representam o melhor, deveriam receber o mesmo.

Um lar, liberdade e carinho, uma receita simples, mas poderosa. Não precisam de muito, as pessoas precisam deles mais do que às vezes se imagina. Essa noção com o tempo terá de aparecer, pelo bem de todos.

A solidão não existe, porque os animais existem. As pessoas podem se afastar, eles aproximam-se. Elas mudam de ideias e voltam, eles mantêm-se lá. Elas expulsam, eles não desistem. Elas reclamam, atacam ou abandonam, eles permanecem de olhar fixo, com a mesma vontade de sempre.

Uma vida vale tudo.



Os Animais Não Choram

Escrito por Diogo Costa

Realmente é difícil de entender como é possível haver quem não respeite os animais. Um animal é um ser isento de energia negativa, isto é, a maldade não existe no seu corpo, na sua mente. A irracionalidade traça um limite entre instinto e inteligência. Contudo, uma questão levanta-se vezes sem conta. Afinal, quem é que é o ser irracional? Demasiadas pessoas fazem perdurar essa pergunta, isto porque parece que são isentas de consciência.

Como pode alguém sentir-se normal ou até bem, consigo próprio, depois de maltratar um animal. O interior deve ser tão oco que o eco é infinito. Não há voz nenhuma lá dentro? Se o há, por favor, que acorde.



Um amigo de longa data

Assim que o Homem entrou na época do sedentarismo, descobriu que alguns animais poderiam fazer parte da sua vida. Desta forma, enveredou pela criação dos mesmos. Numa ajuda mútua, formou-se um laço que perdurou até à atualidade.

Com o passar da história as tarefas foram determinadas. No poderoso cavalo, assistiu-se à sua devoção em tantas guerras, tantas vidas foram ceifadas, mas este símbolo manteve-se imperturbável. O cavalo foi um suporte máximo, carregando com segurança o desejo de muitos homens. Um desejo que ele não compreendia, mas que era do seu dono. E assim sendo, seria dele para toda a vida. Em épocas de paz, este animal grandioso não parava, virava-se para a agricultura e nela vingava.

Os cães também se fixaram aos seus donos, durante milhares de anos, dando tudo por eles. Muitos deles foram trabalhadores exemplares. Quando deviam estar lá, não faltavam à promessa de uma vida.
Outros animais mantiveram este laço marcado até à atualidade, estes foram grandes exemplos. Mas há tantos mais, como o gado bovino ou até os elefantes.



Um sofrimento injusto

Demasiados animais sofrerem nas mãos de quem, num Íntimo muito profundo, juraram proteger. Nas arenas da Antiga Roma o clamado rei da selva, isto é, o leão, foi levado à posição de escravo, perdendo toda e qualquer da sua imensa liberdade. Em combates ilegais, cães morreram ou ficaram gravemente feridos, depois de terem sido aplacadas duras feridas nos seus dorsos. Em guerras de outrora, os cavalos sofreram com a investida das lanças ou os profundos golpes das espadas. Ainda hoje, touros morrem lentamente em recintos de touradas.

E tudo isto para quê? Para suportar o prazer de uns tantos seres humanos. Os animais não podem falar, mas nós podemos dar-lhes voz. O sofrimento não é digno de qualquer ser vivo e qualquer ato fora deste facto, é correr fora da justiça, muito longe dela.



Uma amizade de sempre, para sempre.

Os animais podem não saber falar. Estão isentos da capacidade de expressar a sua vontade, os seus gostos ou os seus desejos. Mas a palavra não é necessária quando eles têm quem lhes forneça apoio. Podendo assim usufruir de uma liberdade natural, quando alguém lhes mostra um caminho.

Para eles, o passado não tem importância. Por isso, nada mais simples do que iluminar o futuro deles. Eles conhecem o seu sentido, contudo, o nosso toque pode fazer maravilhas. Os animais agradecem sempre, com a sua devoção. É assim que eles permitem a criação de uma amizade. 

Um exemplo disso podemos constatar nesta linda história de companheirismo e solidariedade...



Unger e Schoep



Um dos cães mais conhecidos do mundo faleceu aos 20 anos de idade em julho de 2013. Schoep tornou-se famoso não pela doença, mas pelos cuidados que o dono lhe prestava: como o animal não conseguia adormecer, todas as noites John mergulhava nas águas mornas de um lago para o embalar.

Schoep ficou conhecido, depois da fotógrafa Hannah Stonehouse Hudson, ter capturado o momento em que Unger e o animal aparecem abraçados num rio nos EUA.

Mais tarde Unger explicou que levava o seu cão para dentro de água porque essa era a única forma de aliviar as dores que Schoep tinha nas articulações, provocadas pela artrite de que sofria.


A fotografia circulou pela internet e foi partilhada nas redes sociais mais de 214 mil vezes, dando início a uma das campanhas que permitiu angariar fundos que cobriram as despesas em clínicas veterinárias e os medicamentos necessários a Schoep.



Mas qual é a história por trás da imagem?

Vinte anos atrás, um homem e sua noiva resgatam um cão bebê. O cachorrinho foi maltratado pelos antigos donos e agora não confia nos homens. O homem, John Unger, já teve várias crises de depressão e sabe bem o que significa não confiar mais na humanidade.


Ele se esforça para conquistar a confiança do bebê canino nas primeiras noites e muitas noites depois, ficando acordado até o pequeno dormir. John conta que às vezes ficava de quatro “para que Schoep me visse como outro cachorro, e não como um homem que tentaria machucá-lo de novo”.


Aos poucos o amor entre as duas espécies se fortalece. Ao mesmo tempo, o amor entre o homem e a mulher esvanece. John e sua noiva rompem e Shep fica sendo o único companheiro do homem. Algum tempo depois da separação, John cai em sua mais profunda crise de depressão.



Quando os cães falam a língua da compaixão


Arquivo pessoal John Unger


Com o coração cansado, John Unger não tem mais vontade nem de levar Schoep para seus passeios noturnos. Numa dessas noites sombrias, ele decide ir com o cão até o Lago Michigan, disposto a cometer suicídio: “Eu fiquei uma hora olhando para o lago, pensando na vida e cheguei a um ponto em que pensei: ‘ok, agora é a hora’. E olhei para baixo para o Schoep e eu não sei o que era... ele me olhou como nunca tinha me olhado antes. Eu penso nisso agora e sei que ele sabia que algo estava errado.”.
Talvez o homem tenha pensado: o amor não acabou! Ainda existe um ser que me ama incondicionalmente. Por causa das crises, John não conseguia manter-se num emprego ou sequer sair de casa, muitas vezes a comida era rala e os passeios, poucos. Mas nada disso importava para Shep, seu amigo estava sempre ao seu lado, demonstrando companheirismo e afeto.

Mas John estava prestes a abandonar o seu amigo. Se ele se fosse, será que Schoep iria sobreviver? Será que o cão nunca mais iria confiar em outro ser humano? John talvez tenha se lembrado do tempo da compaixão que teve por seu amigo, quando este ainda era filhote e indefeso. Talvez tenha pensado que ao envelhecer o seu parceiro de vida voltaria a ficar indefeso. Precisaria dele de novo.

Em frente ao lago, naquele momento, só com o olhar, era como se o cachorrinho demonstrasse o tanto que um amava o outro. O tanto que um amaria e precisaria do outro, até que a morte os separasse – mas não tão cedo. Os dois não se despediriam ainda...

O pequeno amigo canino trouxe John Unger de volta à vida! Eles andaram a noite toda e viram o sol nascer. No dia seguinte, John agradeceu ao cão por ter salvado a sua vida.

Retribuição

Muitos anos depois, o cão se entrega e deixa o seu corpo e a sua vida nos braços humanos amorosos e espera que os atos de companheirismo e compaixão tornem a dor da partida a menor possível.

John Unger não só resgatou a confiança do seu amigo de quatro patas no homem. Com a divulgação do seu momento de ternura captado pela sua amiga Hannah, John resgata a confiança das pessoas na humanidade.

Nos 32 mil comentários que a foto recebeu até agora há relatos de pessoas que se emocionam ao lembrar-se de cães, gatos, pássaros e tantos outros bichos de estimação queridos, e tantas outras pessoas, pais, mães, filhos, filhas e amores que foram amados durante toda a vida e amados até os últimos momentos, e sempre que possível, confortados para enfrentar a derradeira fronteira da vida.

Que Shep leve com ele todo o amor de John. Que carreguemos conosco todo o amor que nós, homens e mulheres, enquanto estivermos vivos, podemos dar a outros seres vivos.













Delfinoterapia 

A Delfinoterapia ou Terapia Assistida por Golfinhos é uma terapia complementar que utiliza o golfinho como animal co-terapeuta na intervenção com pessoas portadoras de doenças ou deficiências físicas ou psicológicas, quer seja em crianças, adultos ou idosos. Assim, esta técnica consiste em definir metas para o tratamento individual dos pacientes, melhorando a comunicação destes com o meio envolvente.
Esta técnica começou a ser desenvolvida no ano de 1960, em Miami, por John Lilly, um investigador norte-americano que estudou a comunicação entre os golfinhos e os seres humanos.
Desde então esta forma de terapia complementar na área da saúde é cada vez mais explorada, sendo que se tem espalhado um pouco por todo o mundo, nomeadamente, Austrália, Estados Unidos da América, Israel, México, Espanha, Panamá, … , sendo que, normalmente, são utilizados golfinhos nariz-de-garrafa.



Objectivos 


O objectivo da Delfinoterapia é motivacional, sendo que através do contacto com os golfinhos é possível auxiliar o processo de reabilitação de portadores de necessidades especiais, sendo que pretendem ajudar a aliviar os sintomas e não curar.
Deste modo, «consoante as características do paciente, o objectivo torna-se mais específico, podendo-se trabalhar modificações de comportamentos relativos à linguagem, discurso, desenvolvimento da motricidade fina ou grossa e pensamento concreto ou abstracto, entre outras» (Nathanson, 1980).

Destinatários

- Atraso no desenvolvimento
- Dificuldades de aprendizagem
- Síndromes genéticos (Síndrome de Down, de Rett, de Angelman, ...)
- Depressão
- Ansiedade ou stress
- Doenças auditivas
- Transtornos de comunicação e de atenção
- Autismo
- Problemas de saúde mental
- Cancro
- Anorexia
- Paralisia Cerebral
-Pessoas debilitadas pelo alcoolismo e pela dependência de drogas




Também se pode utilizar esta terapia em grávidas, dado que os ultra-sons emitidos pelos golfinhos têm efeitos nos bebés, pois normalizam o ritmo cardíaco e ajudam a desenvolver o canal auditivo. Além disso, é provável que a mãe do bebé tenha um período de gestação mais calmo e saudável.
Apesar de esta terapia se poder aplicar em qualquer idade, as crianças são o principal alvo,pois além de ser um método de tratamento funciona como uma brincadeira. Existem mesmo tratamentos que apenas garantem resultados em crianças que iniciem a terapia entre os quatro e os seis anos de idade.

Porquê o golfinho?

Estes cetáceos são criaturas afáveis, brincalhonas e inteligentes com grande afinidade com os seres humanos e com uma enorme capacidade para o jogo, pelo que constituem um elemento motivacional essencial no tratamento dos pacientes.
O facto de serem animais curiosos e de possuírem uma grande sensibilidade acústica (ecolocalização) e de terem a capacidade de emitirem ultra-sons permite estimular o sistema imunitário, identificando condições físicas anómalas e provocando melhorias neurológicas e fisiológicas nos pacientes, nomeadamente mudanças na actividade das ondas cerebrais, regeneração dos tecidos danificados e melhorias no metabolismo celular.
Para além do mais os golfinhos têm a capacidade de comunicar com indivíduos que não são capazes de reagir ao discurso.



Como é que são as sessões de Delfinoterapia?

As sessões desta prática são acompanhadas por terapeutas e baseiam-se em programas específicos consoante as dificuldades e as características de cada indivíduo.
«Geralmente as actividades da Terapia Assistida por Golfinhos envolvem crianças que participam de sessões lúdicas especializadas, em grupo ou individualizadas, com profissionais da área da saúde (por exemplo, fonoaudiólogos, médicos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, psicólogos dependendo da deficiência da criança e do 
tipo e objectivo do tratamento), as crianças interagem com golfinhos previamente treinados, seguidas ou antecipados por sessões de estimulação cognitiva,
 física, emocional ou social» (Lukina, 1999; Servais, 1999). Assim, «as sessões de Terapia Assistida por Golfinhos são direccionadas para captar a atenção da criança e desta forma complementar ou reforçar outros tratamentos mais tradicionais» (Nathanson, 1998).


Durante as mesmas os pacientes nadam, brincam e interagem com os golfinhos, assim como realizam determinados exercícios que pretendem usar e incidir nas áreas onde os pacientes apresentam deficiências ou traumas.
«As crianças são estimuladas a entregar objectos para os animais e assistirem seu comportamento sendo estimuladas a se relacionar com o meio ambiente através da percepção dos movimentos destes encantadores animais (por exemplo, entregando um anel flutuante para os golfinhos para estes brincarem com o mesmo). Os materiais tipicamente presentes durante uma sessão de Terapia Assistida por Golfinhos são: anéis flutuantes, bolas de borracha, brinquedos aquáticos.» (Humphries, 2003; McKinney, A; Dustin, D; Wolff, R, 2001).



No entanto, devem-se ter em conta algumas precauções, nomeadamente o facto de o golfinho se apresentar saudável, de modo a não existir qualquer hipótese de transmissão para o paciente. Também se devem evitar possíveis acidentes e golpes. Para além do mais é necessário ter em consideração que nem todos os pacientes reagem da mesma forma, dependendo do seu estado mental e físico e do envolvimento familiar, e que existem indivíduos que têm medo e reagem negativamente ao contacto com golfinhos.




Cão Invisual Ajuda Vítimas de Abuso


Escrito por Carlos Gandra:

Este adorável Pug chama-se Xander. Tem quase dois anos de idade e é um cão terapeuta: ajuda vítimas de abuso infantil e de violência doméstica. Tem a particularidade de ser cego, mas isso não o impede de melhorar o mundo de todas as pessoas com quem se cruza.
O Xander foi adotado em Janeiro passado depois de ter sido colocado numa associação. O seu novo dono apercebeu-se logo que ele seria um cão terapeuta fantástico e acertou. Certificou-o oficialmente e desde então tem prestado um apoio imprescindível, na sua missão de lutar contra a violência.
Ah, e fica muito bem de fato.

Fotos















O Primeiro Gato Guia do Mundo 


Escrito por Carlos Gandra
FOTOGRAFIA: LORAN SMITH, © TIME INC

Convido-vos a recuar algumas décadas no tempo e conhecer a fabulosa história do primeiro gato guia do mundo.

Em 1947, uma senhora invisual chamada Carolyn Swanson, foi destacada na revista LIFE com o seu animal de estimação muito especial: um gato chamado Bebé que a levava com segurança para todos os lugares onde ela precisava de ir. É o primeiro gato guia de que há registo no mundo.
O felino ajudava a dona a sair de casa, atravessar estradas e fazer a sua vida normal, tarefas bastante invulgares num gato e onde os cães são claramente os maiores especialistas. Mais em baixo deixamos algumas fotos da senhora Carolyn e o seu gato Bebé.

Gatos podem ser guias de invisuais?

A forma como os gatos vêem o mundo é bastante diferente da nossa. Os olhos dos gatos estão mais adaptados para ver na escuridão, onde são melhores do que nós, mas a visão diurna é claramente inferior – uma espécie de versão desfocada e algo descolorida daquilo que nós vemos.
O alcance é também diferente: nós conseguimos distinguir objetos até cerca de 180 metros à nossa frente, enquanto que a visão do gato não supera os 60 metros.
Além disso, os cães tem uma história evolutiva mais próxima dos seres humanos e são os animais que estão mais sintonizados connosco, compreendem-nos melhor que qualquer outro animal e podem ser treinados para realizar tarefas que os gatos não estão preparados para desempenhar: como guias de pessoas invisuais.
Portanto, a resposta à pergunta terá de ser: (geralmente) não.
Contudo e em situações esporádicas, os gatos parecem desempenhar com relativo sucesso a função de guia.

Existiram mais gatos guias?

Para além desta história da senhora Carolyn e o seu Bebé, têm aparecido ocasionalmente histórias semelhantes.

Robert Sollars, um consultor de seguros do Arizona, ficou cego em 2003 devido a retinopatia diabética e o seu gato, chamado Admiral K’reme, tornou-se imediatamente seu ajudante nas tarefas do dia a dia.

O gato guiava o dono pela casa, antecipando os seus movimentos e miando pelo caminho que Robert queria seguir. Robert chegou a contar ao HALO Pets que o gato estava inclusive atento ás suas idas ao WC durante a noite e não parava de miar enquanto ele não encontrasse o caminho de regresso ao quarto.

Existem também pelo menos duas histórias de gatos guias, não de humanos mas de cães invisuais. Em 2008 surgiu uma história, relatada no Animal Intelligence, sobre uma gata chamada Libby que guiava a sua amiga canina, chamada Cashew, evitando que fosse contra obstáculos e acompanhando-a até ao prato da comida. Só se separavam quando a Cashew ia passear à rua com os donos.


Fotos do Bebé, o primeiro gato guia da história

Voltando a 1947, aqui ficam algumas fotos da senhora Carolyn e o seu pequeno felino.




Cavalos que tocam os corações dos pacientes

A égua Rochelle usada na teraria 'coaching sistêmico com cavalos', em Jacareí - Foto: Flavio Pereira

Cavalos têm sido utilizados, com sucesso, em uma modalidade nova de terapia comportamental chamada coaching sistêmico com cavalos. Na região, o método foi exibido pela primeira vez no  haras Lagoinha, em Jacareí, e contou com a participação de pelo menos 10 pessoas.

O método defende que a pessoa olhe para si mesma de modo diferente e, a partir daí, encontre uma nova compreensão sobre ela própria e seus traumas.
Para isso, ela deve encarar um cavalo que atuaria como um espelho capaz de refletir seu estado interior. 

A importância do animal no tratamento se dá em três frentes, segundo a corrente: comportamental, intrapsíquica e sistêmica. Na primeira, o condutor da experiência, o coach, observa o comportamento do participante e do animal.

Na segunda, o cavalo atua como espelho da pessoa que o encara. Na última, o cavalo representa algo ou alguém do sistema familiar ou organizacional do participante.


Em Jacareí, o coach que conduziu a experiência foi o psicólogo holandês Ruud Knaapen, fundador do método na Holanda. Nesse país, esse método já é utilizado nas empresas há pelo menos 15 anos.

“O cavalo mostra para o coach quem está excluído do grupo familiar ou outro e o coach ajuda a incluir”, disse. “Tem uma troca forte de energia entre a pessoa e o animal. Você só conhece essa troca se abrir espaço no coração para o cavalo”, disse o participante Márcio Varella, 33 anos. 

“A essência do cavalo é sentir que a pessoa está incluída. Quando o cavalo encontra a pessoa, ele vê o que está escondido”
Do holandês Ruud Knaapen, psicólogo e coach sistêmico.



A Luz Maternal Incondicional de uma Gorila Fêmea



Uma criança de 5 anos caiu em uma jaula de gorilas no Zoológico de Chicago e ficou inconsciente.
Ao contrário do que as pessoas esperavam, Bintui Jua, uma gorila fêmea, não atacou a criança,
a gorila tomou a criança inconsciente nos braços e levou para a entrada da jaula esperando ao lado do menino que os tratadores fossem buscá-lo, o caso aconteceu em 1996.  vale a pena  ver o vídeo!







ELES NÃO PENSAM ???

Essa é mais um prova da capacidade de raciocinar dos animais. Essa fêmea de hipopótamo certamente viu que os filhotes de outra espécies não iam conseguir atravessar o rio e acabariam se afogando. Mais incrível que isso só as pessoas que ainda dizem que os animais só agem por estinto....


Hipopótamo ajuda filhotes de gnu e zebra a atravessar rio

Uma fêmea de hipopótamo chamou atenção ao ajudar dois filhotes, um gnu e uma zebra, a atravessar um rio na Reserva Nacional Masai Mara, no Quênia, depois que eles se perderam do restante de seus grupos, segundo reportagem da revista "Africa Geographic".
Os dois resgates ocorreram em um intervalo de dez minutos. A cena foi fotografada e filmada por uma equipe liderada por Michael Yule. Eles estavam registrando a travessia da manada de gnus quando a hipopótamo ajudou a salvar os dois filhotes em perigo.

Turistas em um safári na África ficaram boquiabertos ao testemunhar um hipopótamo resgatando outros animais durante a travessia de um rio infestado de crocodilos.

Os visitantes tinham ido ver a migração de um grupo com milhares de gnus, que viaja entre o Quênia e a Tanzânia em busca de novos pastos.
Durante a dramática travessia do rio Mara, uma mãe gnu foi separada de seu filho, que foi levado pela correnteza. Um hipopótamo fêmea que observava tudo perto dali foi em direção ao bebê gnu e o empurrou gentilmente até à margem.
Apenas dez minutos depois, o mesmo hipopótamo viu uma pequena zebra lutando para cruzar o rio e, novamente, a ajudou a atravessar a forte torrente.
Episódio raro
Os hipopótamos não são geralmente descritos como agressivos, a não ser quando acham que seu território está sob ameaça.



"Esta situação em particular é muito rara, mas essa parte do rio Mara é conhecida pela ocorrência de episódios incomuns, já que é ali que os gnus cruzam o rio cheio de crocodilos", disse o vice-presidente do Santuário Olonana, David Spooner.
"No início, nosso guia Abdul Karim e os hóspedes acharam que o hipopótamo iria atacar, mas aí eles perceberam que eram os instintos maternos surgindo no hipopótamo fêmea quando ele viu o bebê gnu e o perigo representado pelos crocodilos", conta Spooner.
"O amor maternal é tão forte que pode até ultrapassar a barreira da espécie", disse o guia Abdul Karim.


Guias do Lemala Camps também registraram o episódio e descreveram os resgates realizados pelo hipopótamo como "milagrosos" em seu website.



Animais ajudam a manter a saúde dos homens


Alegria, como se sabe, aumenta os níveis de endorfina no organismo. Essa substância, que é nosso calmante natural, influi no sistema de defesa do corpo, deixando o paciente mais fortalecido. Dessa maneira, reage-se melhor às doenças. E os especialistas garantem que o cachorro também ajuda, de uma maneira indireta.

A prova de que os animais são benéficos à saúde está numa pesquisa encomendada por uma companhia de seguro australiana. Os empresários queriam saber se, de fato, os donos de cachorros tinham uma saúde melhor. Constatou-se que os pacientes que cuidavam de um cão gastavam 16% a menos de medicamentos e saíam dois dias antes dos hospitais do que doentes que não mantinham contato com bichos.


Ter um bicho pode não ser apenas uma questão de lazer ou de companhia. A medicina está descobrindo que eles também podem ser benéficos para a saúde humana. Estudos do American Journal of Cardiology mostram que pessoas, ao interagirem com animais, constantemente tendem a apresentar níveis controlados de estresse e de pressão arterial, como também estão menos propensas a desenvolver problemas cardíacos.


Em termos psicológicos, os cães, através de sua pureza e espontaneidade instintiva, resgatam a criança interior da pessoa e aumentam a capacidade de amar da mesma, conforme aponta Kassis.



Para as crianças, brincar com bichos também é positivo, até mesmo quando são animais de fazenda. Uma pesquisa realizada na Áustria mostrou que os pequenos que brincam com vacas, galinhas, porcos e ovelhas têm menos chance de desenvolver alergias e problemas respiratórios, como a asma. A explicação? O contato aumenta as células de defesa e deixa o corpo mais tolerante a bactérias e ácaros.






Declaração Universal dos Direitos dos Animais


Por causa dos animais serem tão maltratados decidiu-se criar, a 27 de Janeiro de 1978 a «Declaração Universal dos Direitos dos Animais».


Serve para defender os seus direitos, que mesmo assim muitas vezes são esquecidos.



1 - Todos os animais têm o mesmo direito à vida. 
2 - Todos os animais têm direito ao respeito e à proteção do homem.
3 - Nenhum animal deve ser maltratado.
4 - Todos os animais selvagens têm o direito de viver livres no seu habitat.
5 - O animal que o homem escolher para companheiro não deve ser nunca ser abandonado. 
6 - Nenhum animal deve ser usado em experiências que lhe causem dor.
7 - Todo ato que põe em risco a vida de um animal é um crime contra a vida.
8 - A poluição e a destruição do meio ambiente são considerados crimescontra os animais.
9 - Os diretos dos animais devem ser defendidos por lei.
10 - O homem deve ser educado desde a infância para observar, respeitar e compreender os animais.

Preâmbulo:

Considerando que todo o animal possui direitos;
Considerando que o desconhecimento e o desprezo desses direitos têm levado e continuam a levar o homem a cometer crimes contra os animais e contra a natureza;
Considerando que o reconhecimento pela espécie humana do direito à existência das outras espécies animais constitui o fundamento da coexistência das outras espécies no mundo;
Considerando que os genocídios são perpetrados pelo homem e há o perigo de continuar a perpetrar outros;
Considerando que o respeito dos homens pelos animais está ligado ao respeito dos homens pelo seu semelhante;
Considerando que a educação deve ensinar desde a infância a observar, a compreender, a respeitar e a amar os animais.


Proclama-se o seguinte:


Artigo 1º 
Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência
Artigo 2º 


1.Todo o animal tem o direito a ser respeitado.
2.O homem, como espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando esse direito; tem o dever de pôr os seus conhecimentos ao serviço dos animais
3.Todo o animal tem o direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem. 
Artigo 3º 
1.Nenhum animal será submetido nem a maus tratos nem a atos cruéis. 2.Se for necessário matar um animal, ele deve de ser morto instantaneamente, sem dor e de modo a não provocar-lhe angústia.
Artigo 4º 
1.Todo o animal pertencente a uma espécie selvagem tem o direito de viver livre no seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático e tem o direito de se reproduzir.
2.toda a privação de liberdade, mesmo que tenha fins educativos, é contrária a este direito. 
Artigo 5º 
1.Todo o animal pertencente a uma espécie que viva tradicionalmente no meio ambiente do homem tem o direito de viver e de crescer ao ritmo e nas condições de vida e de liberdade que são próprias da sua espécie.
2.Toda a modificação deste ritmo ou destas condições que forem impostas pelo homem com fins mercantis é contrária a este direito. 
Artigo 6º 
1.Todo o animal que o homem escolheu para seu companheiro tem direito a uma duração de vida conforme a sua longevidade natural. 
2.O abandono de um animal é um ato cruel e degradante. 
Artigo 7º 
Todo o animal de trabalho tem direito a uma limitação razoável de duração e de intensidade de trabalho, a uma alimentação reparadora e ao repouso.
Artigo 8º 
1.A experimentação animal que implique sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de uma experiência médica, científica, comercial ou qualquer que seja a forma de experimentação.
2.As técnicas de substituição devem de ser utilizadas e desenvolvidas. 
Artigo 9º 
Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.
Artigo 10º 
1.Nenhum animal deve de ser explorado para divertimento do homem. 
2.As exibições de animais e os espetáculos que utilizem animais são incompatíveis com a dignidade do animal. 
Artigo 11º 
Todo o ato que implique a morte de um animal sem necessidade é um biocídio, isto é um crime contra a vida.
Artigo 12º 
1.Todo o ato que implique a morte de grande um número de animais selvagens é um genocídio, isto é, um crime contra a espécie.
2.A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio. 
Artigo 13º 
1.O animal morto deve de ser tratado com respeito.
2.As cenas de violência de que os animais são vítimas devem de ser interditas no cinema e na televisão, salvo se elas tiverem por fim demonstrar um atentado aos direitos do animal. 
Artigo 14º 
1.Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem estar representados a nível governamental.
2.Os direitos do animal devem ser defendidos pela lei como os direitos do homem.







Estamos longe de acabar com o sofrimento dos animais ao redor do mundo mas, podemos fazer nossa parte, resolvendo "problemas" que estão ao nosso redor, denunciando maus tratos de animais próximos a nós, No nosso trabalho, no nosso bairro, no caminho para a escola. O Ibama disponibiliza em seu site uma ficha de ocorrência, muito simples de ser preenchida, onde os dados pessoais do denunciante são mantidos em sigilo. Existe também o telefone gratuito através do qual é possível esclarecer dúvidas e registrar a ocorrência.

Não tolere, não permita!
Denuncie Agora! IBAMA

FICHA DE OCORRÊNCIA  ou ligue :0800-618080




Uma outra realidade TRISTE E CRIMINOSA  onde nossos irmãos Golfinhos  são alvos fáceis da barbárie humana, que pela ignorância e ganância da "Máfia da carne"  continuam "as  escondidas"  cometendo os seus CRIMES !!
A cena repete-se anualmente, sempre com os mesmos protagonistas: centenas de golfinhos são encurralados pelos pescadores na baía de Taiji, na costa oeste do Japão, apesar do protesto de várias organizações ambientalistas. Depois de alguns dias presos, os golfinhos têm três destinos possíveis: ou são libertados no mar, ou são enviados para cativeiro, ou acabam esquartejados para consumo.
Em Janeiro desse ano na baía de Taiji, pelo menos 30 golfinhos terão sido mortos para consumo. Outras dezenas são enviados para parques aquáticos.






MATANÇA DE GOLFINHOS EM TAIJI - JAPÃO

NOTA: Vídeo partilhado no G+ pelo amigo  Matheus Felipe , proprietário da Comunidade :INSTIUTO GUARDIANS OF ANIMALS


Vejam como um cachorro consegue interagir com uma criança portadora da Síndrome de Down












3 comentários:

  1. É só lições e mais lições de amor e humildade.
    A humanidade ainda é uma criança

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  2. Animais,uns racionais outros irracionais!

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  3. Digitar um comentário não é difícil.
    Poremmmm, como expressar em palavras o óbvio para quem tem a mente espiritual sempre sintonizada com a vida em seu todo ????????????
    TODOS SOMOS ANIMAIS.
    Só é preciso compreendermos nossa situação como humanoides animais.

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