domingo, 19 de janeiro de 2014

LUZES DO MUNDO - CHARLIE CHAPLIN



CHARLIE CHAPLIN - A ARTE DA VIDA


Existe uma palavra que os japoneses utilizam com muito respeito denominada “kimochi” (quimotí = pronúncia), que numa tradução mais próxima, pode estar ligada ao “humor e a sensação” e poderia ser também compreendida ocidentalmente, até talvez como “sentimento”, que é a essência de todas as coisas, essência essa que não fala somente do lado bom, do ruim, dos grandes momentos ou dos piores, mas que diz respeito ao todo, e essa, talvez seja a verdadeira porção mágica que move a humanidade.

Essa imagem, remete indubitavelmente a Chaplin, o velho Carlitos, com suas roupas surradas, um chapéu que vivia sendo amassado, a bengala e algumas vezes até o cachorrinho.  

A figura do vagabundo que ele imortalizou, representava de um tipo comum a todas as épocas, em um mundo sempre girando por uma grande opressão, onde alguns poucos vivem bem, e a maioria esmagadora passa por grandes dificuldades, e onde até a esperança é muitas vezes matéria escassa.

Mas o que fazia dele um ser tão especial, não era o fato de ser engraçado, atlético, malabarístico, mas um homem que sabia como ninguém contar “sentimentos”, sem nem mesmo precisar das palavras. 
Aliás, Chaplin não contava histórias, expressava “sentimentos”, e isso fez dele um humanista, não apenas um homem que tentava ser o melhor em sua arte, mas aquele que procurava dentro dele e em outras pessoas a verdadeira essência das coisas, e talvez seja um dos poucos que tenha realmente encontrado.


Sir Charlie Spencer Chaplin foi ator, diretor, produtor e autor cinematográfico. Considerado o maior ator da história do cinema, Chaplin é aclamado por muitos como o maior artista que já existiu. Chaplin inspirou a vida de muitas pessoas com suas comédias e personagens criativos, atingindo fama mundial através do cinema mudo.

SUA VIDA

Chalie Chaplin nasceu em Londres, no dia 16 de abril de 1889. Sua família era pobre e Chaplin passou grande parte de sua infância em um orfanato. Chaplin nunca soube a identidade de seu pai verdadeiro. Sua mãe, Hannah, era uma atriz mal sucedida que passou a infância de Chaplin em institutos psiquiátricos. Chaplin e seu irmão cresceram como órfãos. Seu padrasto era alcoólatra, tendo abandonado sua mãe quando Chaplin ainda era criança.
Desde os cinco anos, Chaplin e seu meio-irmão Sidney faziam apresentações pelas ruas. Chaplin deixou a escola aos 10 anos e foi trabalhar como mímico. Em 1910, ele viajou para os Estados Unidos com seu grupo de mímica, os Comediantes Silenciosos de Fred Karno, permanecendo no país.

Em 1913, Chaplin juntou-se aos Estúdios Keystone, na Cidade de Nova Iorque. Sua primeira aparição no cinema foi em 1914, no filme "Carlitos Repórter", que lhe trouxe fama nacional. Ainda em 1914, com o filme "Corridas de Automóveis para Meninos", surgiu o personagem do Vagabundo, representado pelo próprio Chaplin. O Vagabundo se tornaria um marco na carreira de Chaplin.


Em 1918 Chaplin criou seu próprio estúdio, o United Artists, juntamente com Douglas Fairbanks, Mary Pickford e D. W. Griffith. Permaneceu sócio do estúdio até 1952. Na United Artists, Chaplin tornou-se a primeira, e provavelmente a única pessoa a controlar todos os setores da produção cinematográfica, incluindo seleção de elenco, direção, produção, edição e atuação.

Em 1927, na industria cinematográfica, o som foi o introduzido à produção de filmes. Chaplin se recusou a adicionar voz aos seus personagens, continuando a trabalhar com a mímica. Chaplin apenas veio a mudar de linha em 1940, com seu primeiro filme falado, em um de seus melhores filmes, O Grande Ditador.

Apesar de ter vivido décadas nos Estados Unidos, Chaplin nunca se tornou um cidadão americano. Ele se considerava um cidadão do mundo, rejeitando e ridicularizando qualquer tipo de patriotismo. 
Durante a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria, Chaplin fez trabalhos com mensagens políticas: na Segunda Guerra Mundial, ele criticou Hitler e os Nazistas, e na Guerra Fria ele expressou sua simpatia em relação aos pacifistas e comunistas. Por causa de alguns de seus filmes politizados, Chaplin acabou vítima da campanha anticomunista de Joseph McCarthy, conhecida como Macartismo ou "a caça às bruxas". O FBI criou um dossiê contendo 2.000 páginas sobre o artista, sem nenhuma prova de que ele era comunista.

Chaplin sempre teve em mente que a sua permanência nos Estados Unidos fora negada, não somente pela perseguição Macarthista, mas também pelos seus últimos filmes em que ele criticava abertamente o modo de vida capitalista.



Em 1952, dois dias após partir para a Inglaterra para promover seu novo filme, Chaplin teve seu visto de entrada para os Estados Unidos removido. Ele então foi morar na Suíça, onde viveu até o fim de sua vida com sua esposa Oona e sua família.
Em 1972, 20 anos após ter tido seu visto americano confiscado, Chaplin foi convidado a voltar aos Estados Unidos para receber um Prêmio Honorário, na cerimônia de entrega do Oscar, por suas contribuições à indústria cinematográfica. 
Na premiação, Chaplin recebeu a maior ovação de toda a história do Oscar. 
Três anos depois, em 1975, Chaplin recebeu uma das maiores honrarias que um artista pode receber: foi condecorado Cavaleiro do Império Britânico pela rainha Elizabeth II, obtendo assim seu título de Sir.


Apesar de muito admirado por seu trabalho, Chaplin era frequentemente criticado em sua vida pessoal. Casou quatro vezes, sempre com mulheres bem mais jovens, e estas uniões não duravam muitos anos. Com sua segunda esposa, Lita Grey, Chaplin teve 2 filhos, e com a quarta esposa, Oona O´Neil, teve oito filhos. Oona tinha apenas 18 anos quando se casaram em 1943. O casal permaneceu junto até a morte de Chaplin, em 25 de dezembro de 1977. 

Apesar de ser batizado pela Igreja da Inglaterra, Chaplin sempre se declarou agnóstico e ateu. Entretanto, algumas de suas frases e pensamentos citam "Deus", embora pelo conceito hermético admitem-se as citações como uma metáfora aludindo à potencialidade divina de cada indivíduo, sobretudo por ter declarado publicamente em diversos momentos não acreditar na existência de Deus.

SUA OBRA

Charlie Chaplin foi sem dúvida um dos verdadeiros gênios da história da sétima arte. Em toda sua obra, o Vagabundo permanece como sendo o seu personagem mais famoso e adorado, aparecendo em mais de 70 filmes.
O Vagabundo usava um fraque, sapatos grandes, um chapéu e uma bengala. O personagem foi inspirado na infância pobre do próprio Chaplin, O Vagabundo tornou-se uma figura humana, adorada em todo o mundo. Embora a First National esperasse receber comédias de curta-metragem, Chaplin foi mais ambicioso e expandiu alguns de seus projetos em longa-metragens, como Shoulder Arms (1918), The Pilgrim (1923).

O quinto filme para First National, foi o primeiro longa-metragem em que Chaplin escreveu o roteiro, dirigiu e produziu e se transformou num enorme sucesso, e foi a segunda maior bilheteria daquela época. O clássico The Kid (1921), que levou fama a Jackie Coogan, que foi condecorado até pelo papa, sendo considerado também a primeira celebridade infantil da história, e também o primeiro filme de comédia dramática. O filme foi lançado sem trilha sonora em meados de 1921 e teve a trilha sonora inserida em 1971, pelo próprio Chaplin em uma nova versão do longa. 


Durante o avanço dos filmes sonoros, Chaplin produziu Luzes da Cidade (1931) e Tempos Modernos antes de se converter ao cinema "falado". 
Esses filmes foram essencialmente mudos, porém possuíam música sincronizada e efeitos sonoros. Indiscutivelmente, Luzes da Cidade contém o mais perfeito equilíbrio entre comédia e sentimentalismo. Tempos Modernos foi o primeiro filme em que a voz de Chaplin é ouvida (no final do filme, a canção "Smile", composta e cantada pelo próprio Chaplin num dueto com Paulette Goddard).

Chaplin hesitou em adicionar o som a seus filmes até 1931, com Luzes da Ribalta. Nele, o Vagabundo continuou se expressando através de mímica, vivendo um amor platônico por uma vendedora de flores cega. Chaplin adicionou trilha e efeitos sonoros ao filme, mas nenhum dialogo. A partir de então ele passou a compor trilhas sonoras para seus filmes e adicionou música a alguns de seus antigos clássicos.


Em seguida, Chaplin abandonou o papel do Vagabundo e passou a representar personagens diversificados. Esta transição é marcada por O Grande Ditador (1940).


O Grande Ditador (1940) foi o primeiro filme de Chaplin inteiramente falado, uma mescla de comédia com uma afiada e irônica crítica política. Chaplin representa dois papéis no filme, o de um barbeiro judeu e o de um ditador, um "Hitler" do país da Tomania. Outro personagem da obra, Benzino Napaloni de Bactéria, é uma caricatura fiel de Benito Mussolini.

Em 1947, Chaplin lançou o filme Monsieur Verdoux, um trabalho brilhante com uma distinta visão do pós-guerra e pós-Holocausto.

Em 1972, Chaplin ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora pelo filme Luzes da Ribalta, de 1952, que também foi um grande sucesso. O filme foi co-estrelado por Claire Bloom e também conta com a participação de Buster Keaton, sendo esta a única vez em que os dois grandes comediantes apareceram juntos.

Devido as perseguições políticas contra Chaplin, o filme não chegou a ser exibido durante uma única semana em Los Angeles quando foi originalmente lançado. Este critério de nomeação era desconsiderado até 1972.
Chaplin também foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original e Melhor Ator em O Grande Ditador em 1940, e novamente por Melhor Roteiro Original em Monsieur Verdoux em 1948.


Durante seus anos ativos como cineasta, Chaplin expressava desprezo pelos Oscars; seu filho descreve que ele provocou a ira da Academia ao deixar seu Oscar de 1929 ao lado da porta, para não deixá-la bater. Isto talvez explique porque Luzes da Cidade eTempos Modernos, considerados por várias enquetes como dois dos melhores filmes de todos os tempos, nunca foram indicados a um único Oscar.

Entre as mais importantes obras de Charlie Chaplin estão: O Garoto (1921), Pastor de Almas (1923), Em Busca do Ouro (1925), O Circo (1928), Luzes da Cidade (1931),Tempos Modernos (1936), O Grande Ditador (1940), Monsieur Verdoux (1947), Luzes da Ribalta (1952) e Um Rei em Nova Iorque (1957).

PREMIOS

Na 1ª Entrega dos Prêmios da Academia em 16 de maio de 1929, os procedimentos de votação da auditoria ainda não tinham sido postos em prática, e as categorias eram ainda muito fluidas. Chaplin havia sido originalmente indicado ao Oscar de Melhor Ator e de Melhor Diretor de um Filme de Comédia pelo seu filme O Circo, mas seu nome foi retirado quando a Academia decidiu dar-lhe um prêmio especial "pela versatilidade e genialidade em atuar, escrever, dirigir e produzir O Circo". O outro filme que recebeu um prêmio especial naquele ano foi The Jazz Singer.



O segundo Oscar Honorário de Chaplin veio quarenta e quatro anos mais tarde, em 1972, e foi pelo "efeito incalculável que ele teve em tornar os filmes a forma de arte deste século". Ele saiu de seu exílio para receber esse prêmio, e recebeu a mais longa ovação em pé da história do Oscar, com uma duração total de dez minutos. Chaplin também aproveitou seu breve e triunfante retorno aos Estados Unidos para discutir como seus filmes seriam relançados e comercializados.


A MORTE

A saúde de Chaplin começou a declinar lentamente no final da década de 1960, após a conclusão do filme A Countess from Hong Kong, e mais rapidamente após receber seu Oscar Honorário em 1972. Por volta de 1977, já tinha dificuldade para falar, e começou a usar uma cadeira de rodas. Chaplin morreu dormindo aos 88 anos de idade em consequência de um derrame cerebral, no Dia de Natal de 1977 em Corsier-sur-Vevey, Vaud, Suíça, e foi enterrado no cemitério comunal.
No dia 1 de março de 1978, seu cadáver foi roubado da sepultura por um pequeno grupo de mecânicos suíços, na tentativa de extorquir dinheiro de sua família. O plano falhou, os ladrões foram capturados e condenados, o corpo foi recuperado onze semanas depois, perto
do Lago Léman, e novamente enterrado em Corsier-sur-Vevey, mas desta vez a família mandou fazer um tampão de concreto de 6 pés (1,80 metro) de espessura protegendo o caixão do cineasta, para evitar novos problemas. No mesmo cemitério, há uma estátua de Chaplin em sua homenagem. 


Chaplin não foi só mundialmente conhecido por sua arte. Sua luta por um mundo igualitário, contra as injustiças e discriminação, faziam dele único em sua paixão pela humanidade. 
A cena final de O Grande Ditador, quando o barbeiro que havia sido confundido com o governante “Adenoyd Hinkel”, faz um emocionado discurso em prol da paz, figura entre os textos mais famosos e belos já escritos para o cinema. Charles Chaplin falou por si e pela humanidade. 
Era o seu protesto contra o nazi-fascismo e toda e qualquer forma de dominação ou desrespeito aos direitos humanos. Um recado direto para Adolf Hitler – Adenoyd Hinkel, não custa nada acrescentar, é uma paródia ao ditador de origem austríaca que mergulhou a Alemanha e o mundo na II Guerra. 
O que mais chama a atenção é a atualidade do discurso. Ainda hoje, tudo o que foi levantado é reiterado por todos aqueles que buscam e acreditam em um mundo mais pacífico, equilibrado, justo e igualitário.






“Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela.

A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloqüente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano.

Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos!

Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!

Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, ms dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade!

Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência.

Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, vamos todos nos unir!”


9 comentários:

  1. Bom dia!!! Como é bom participar deste blog...não sei como explicar, mas de repente bate uma felicidade que nem sei de onde vem! Talvez seja a certeza de que estou no caminho certo...talvez a certeza de que não estou sozinha...talvez seja só a Luz que aprendemos a ver em nós e nas pessoas que nos cercam. E como agradecer e devolver tudo isso? Ainda não sei ao certo, mas sei que conseguirei devolver esta energia recebida. Muita luz a todos deste grupo tão querido. Sejam Luz!!! ♥
    Mara Deise

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  2. Que história brilhante!! De uma certa forma ele sabia da Unidade!!
    GRANDE CHAPLIN!!!
    Obrigada pela partilha meninas!!
    BEIJOCAS!

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  3. Um grande homem , com grandes ideias e uma Enorme Luz que iluminou à muitos .

    Obrigado por mais essa Riqueza de Luzes do Mundo.

    bjs nos corações.

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  4. Grande Chaplin! Velho e bom Carlitos!
    Prova inconteste que palavras são desnescessárias quando o Coração fala!
    E, ao seu modo, ele, também, acolheu o desconhecido. O indizível.
    Grata pela Belíssima Partilha!
    Coração Sorrí!!! ((<3)) :-)

    AVE LUZES DO MUNDO!

    Cecy!

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  5. O Homem que não falava,mas dizia tudo!

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  6. Indizível o que achamos de CC.Adoro-o desde meu tempo onde assistia as matinês, era inperdiveis.Um gênio que não foi compreendido na sua trajetória de pregar o bem estar da humanidade quando brilhava nos EUA.Serás sempre lembrado por gerações futuras como o eterno palhaço que nos fez rir e deu esperanças para um mundo melhor.

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  7. Indizível o que achamos de CC.Adoro-o desde meu tempo onde assistia as matinês, era inperdiveis.Um gênio que não foi compreendido na sua trajetória de pregar o bem estar da humanidade quando brilhava nos EUA.Serás sempre lembrado por gerações futuras como o eterno palhaço que nos fez rir e deu esperanças para um mundo melhor.

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