quinta-feira, 28 de novembro de 2013

RECOMENDAMOS: LIVRO CORAGEM PARA EVOLUIR

CORAGEM PARA EVOLUIR - Luciano Vicenzi

Livro: Coragem Para Evoluir
Autor:Luciano Vicenzi
Editora:EDITARES 

Nosso presente-futuro será construído a partir dos nosso próprios esforços. Entretanto, a falta de coragem para assumir as rédeas da evolução faz a maioria preferir sonhar com um acontecimento favorável do destino para mudar sua vida.

A estagnação evolutiva de uma consciência começa quando suas posturas e comportamentos se tornam excessivamente rígidos para enfrentar os desafios da mudança.


A coragem de desafiar paradigmas em busca de soluções mais abrangentes, quando assentada no raciocínio aberto e lógico, é a essência do espírito cientifico. Sem inteligência e coragem não há desrepressão.

Este livro, voltado tanto para o público leigo quanto para os pesquisadores, trata da coragem evolutiva. O autor faz uma análise dos fatores humanos e extrafísicos que influenciam na tomada de decisões pessoais.



Com uma abordagem acessível, mostra que as rédeas de nosso destino estão em nossas mãos, com coragem e consciência, alcançaremos um novo patamar evolutivo.


Você acredita em espíritos? O autor propõe que você deixe de acreditar e passe a experimentar por si mesmo a realidade espiritual. Não se limite a crer na existência do mundo espiritual. Experimente a espiritualidade diretamente sem intermediários mediúnicos.

Você é espírita kardecista ou espiritualista e mesmo assim tem medo de desenvolver suas habilidades espirituais adormecidas? O livro Coragem para evoluir fala sobre a questão dos medos infundados e das repressões religiosas que tendem a bloquear o individuo espiritualmente.


Diferente de outras obras o autor desse livro grátis não endossa nenhum misticismo. Seja você quem for poderá tirar algum proveito desta leitura espiritualista. Importante para quem quer aprofundar o próprio auto-conhecimento e desenvolver a coragem necessária para ampliar a própria vivência espiritual.

Evoluir exige constantes decisões e posicionamentos pessoais e optar por alguma coisa muitas vezes significa a renúncia de outra. 


Luciano Vicenzi mostra que a vontade para sustentar essas decisões evolutivas é a coragem consciencial.
No texto claro e coerente, com excelente embasamento teórico e enfoque prático, o autor apresenta os conceitos básicos para qualquer pessoa interessada em catalisar a própria evolução pessoal através da coragem consciencial.

A partir da abrangência do paradigma consciencial são apresentadas valiosas informações para a identificação dos fatores intervenientes na manifestação pessoal, tanto aqueles relativos ao ambiente físico, quanto aqueles relacionados às bioenergias e às consciências extrafísicas.

Para auxiliar aos interessados na autossuperacão e na conquista da coragem evolutiva, analisa minuciosamente diferentes atitudes estagnadoras da autoevolução, por exemplo, a falta de senso crítico, a passividade, a busca de ganhos secundários e o descomprometimento evolutivo.

O autor nos mostra que a coragem para evoluir é a coragem consciencial, exercida pela pessoa que já dominada razoavelmente as próprias emoções, pauta as atitudes pessoais na lógica e no discernimento do melhor para todos.
“A evolução consciente corajosa é um convite irrecusável para promover viradas de rumo, correções de rota e ajustes evolutivos…”



"Pesquisar e escrever sobre a consciência, a alma, o espírito ou a essência de cada um de nós —, em movimento de evolução, mostra-se um aprendizado incomparável. É, antes de tudo, uma imersão na própria intimidade, uma viagem dentro do microuniverso individual em busca de pistas para me-lhor identificar o rumo de nossas manifestações. Este livro é resultado de uma autopesquisa que me permitiu compreender melhor as dificuldades encontradas no meu desenvolvi-mento pessoal, e me colocar de modo mais incisivo na trilha provável da tarefa que vim executar nesta existência humana, minha  programação existencial". Vicenzi



Entrevista com Luciano Vicenzi - autor do livro "Coragem para Evoluir"

O que motivou sua pesquisa a respeito da coragem ?

Quando comecei a perceber grande influência do meio em que vivemos exercida sobre minhas escolhas e as escolhas das pessoas. Há uma imagem que se cria de acordo com os moldes sociais que não corresponde à realidade da consciência. Com isso, o fator coragem torna-se fundamental para a reconquista da nossa liberdade de manifestação rumo a realização da programação existencial.

Quais as pessoas podem ser beneficiar deste estudo ?

todas as pessoas que percebem a pressão e a influência do meio sobre suas escolhas e que estão buscando canalizar suas energias para objetivos mais produtivos quanto à sua evolutividade. É preciso coragem para admitir-se livre e mais importante ainda é aplicar o discernimento nessa coragem, para obter resultados evolutivos mais satisfatórios.



O que pode ser feito para a superação do quadro da falta da coragem ?

A autopesquisa é essencial para descobrir quais os tipos de perdas lhe causam mais medo e trabalhar num processo de reeducação pessoal. O problema maior do medo é quando ele se torna grande o suficiente para comprometer nossas ações pró-evolutivas. Nesse ponto caracteriza-se a covardia. Por isso, conhecer-se e conhecer os fatores que interferem na sua segurança pessoal é importante. Somente quando identificamos esses fatores adquirimos lucidez suficiente para discernir sobre o que é melhor para o nosso autodesenvolvimento.

Como é possível caracterizar a evolução da pessoa que tem a coragem sadia daquela que sofre de falta de coragem ?


Quando prepondera na pessoa o uso da coragem sadia, apresenta-se um ritmo de renovação pessoal mais dinâmico e coerente ao longo do tempo. Não se passa tanto por altos e baixos pois a pessoa sente-se motivada com suas conquistas. As crises de crescimento são mais positivas, pois desdramatizam-se os problemas e coloca-se o foco de ação prioritariamente nas soluções. Assim, desenvolve-se a criatividade e a conexão com os amparadores extrafísicos interessados na questão.
Quando a coragem não é sadia apresentam-se dois extremos : no primeiro, a pessoa apresenta ações intempestivas e de baixa qualidade evolutiva. É a coragem burra, mal direcionada e que não raro cria interprisões para consciência. No segundo ponto extremo, a pessoa sofre com suas realizações inexpressivas, comprometendo a autoconfiança e ficando sujeita aos direcionamento dos outros. Nessa vida, se não pensarmos, alguém faz isso por nós. Não raro, transita-se de um extremo ao outro, vivendo constantes altos e baixos na motivação pessoal.

Como diferenciar a coragem daquelas pessoas que procuram esportes radicais ou atividade de busca de adrenalina, daquelas que buscam sair do "ponto morto" em atividades sadias ?

Nos esportes radicais, a pessoa comporta-se como um suicida em potencial e tem que arcar com as consequências de seus atos. Estes esportistas tentam preencher seu vazio existencial apenas com adrenalina, sem maior lucidez quanto a evolução pessoal. Já a pessoa que tem a ousadia e a coragem sadia, é utilizado o autodiscernimento para priorizar o aprendizado, o amadurecimento pessoal e grupal e as ações construtivas. essas ações apresentam repercussões positivas, tornando a pessoa mais segura e serne quanto aos seus desafios.





O Senhor vê alguma relação entre o uso da coragem e a qualidade das prioridades escolhidas ?

A relação é direta. Os maiores desafios são aqueles em que a pessoa passa pelo processo de auto-enfrentamento em busca da superação dos próprios limites, sob a ótica da reciclagem intraconsciencial. A coragem mentalsomática (inteligente) é a conciliação da coragem com o discernimento , a base das escolhas lúcidas e do maior aproveitamento da vida humana.

Qual a técnica ou procedimento que a pessoa pode aplicar ou ter em mente sempre para superar a dificuldade de enfrentar os desafios necessários ?

A técnica é a pessoa identificar quais seus valores principais , o que ela terá de abrir mão com sua decisão. Toda decisão implica numa ruptura com um estado de coisas e uma conciliação com uma nova condição. Ela deve procurar ter clareza sobre as variáveis em jogo e correlacionar com os seus objetivos existenciais.







Luciano Vicenzi nasceu em Recife (PE). Mestre em Estratégia e Análise Organizacional pela UFPR, MBA em Gestão Estratégica de Pessoas pela FGV, empresário. Pesquisador da Consciencia desde 1990, voluntário do IIPC desde 1993 e professor-conferencista desde 1994, reside hoje em Foz do Iguaçu/PR.






(entrevista realizada pela equipe IIPC/ Editares - na época do lançamento da 1a Edição)



video - Consciência Lúcida


terça-feira, 26 de novembro de 2013

O universo a todo o instante nos chama para celebrar


"O universo a todo o instante nos chama 
para celebrar e dançar o milagre da vida.
Fica a nosso critério dançar ou não... 
Agradecer ou não essa oportunidade." 

(Rama)

sábado, 23 de novembro de 2013

Agharta – Um Reino Intra-terreno em nosso Planeta


É possível que a cada dia, sob a nossa existência diária, exista um mundo novo e desconhecido para nós. 

É espantoso, que, apesar de as coisas que foram ensinadas como verdadeiras, mais cedo ou mais tarde, revelarem-se falsas e alguns de nós continuam "presos" na velha ideia. A maioria de nós aceitou como verdadeiras as coisas que nós aprendemos em nossa formação, apenas porque todo mundo acredita nelas. 


Em 2.300 milhas para além do Pólo Norte, haveria uma entrada para o interior da Terra. Aqui, de acordo com o almirante Richard E. Byrd, o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, viveria uma civilização mais evoluída do Homem. Aqueles que povoaram a Terra 100.000 anos atrás passaram a viver em subterrâneos, depois de uma guerra que aconteceu e incorreu na destruição da superfície da Terra, criando seus desertos.
  


Segredos do subterrâneo da cidade de Agartha.

No início de 1970, a Administração do Serviço de Ciência e Meio Ambiente (ESSA), que pertence ao Departamento de Comércio dos Estados Unidos, divulgou para a imprensa fotografias do Pólo Norte tiradas pelo satélite ESSA-7 em 23 de novembro de 1968. ma das fotografias mostrava o Pólo Norte coberto pela conhecida camada de nuvens; a outra, que mostrava a mesma zona sem nuvens, revelava um imenso buraco, onde deveria estar o Pólo.

A ESSA estava longe de suspeitar que suas fotos rotineiras de reconhecimento atmosférico fosse contribuir e despertar uma das controvérsias mais sensacionais a respeito da Terra Oca e dos Ovins. 


Estas fotos reforçaram a crença do ufólogo  Ray Palmer e outros pesquisadores na Terra Oca, supostamente habitada por uma civilização superior desconhecida. Agora eles acreditavam ter realmente encontrado a porta de entrada para este universo. Estas especulações provocaram o renascimento de antigo debate sobre as viagens do famoso vice-almirante Richard E. Byrd aos pólos Norte e Sul. 

Segundo o pesquisador Amadeo Giannini, este aventureiro não teria sobrevoado os Pólos, em 1926 e em 1929, e sim viajado pelo interior destes imensos buracos que conduziriam ao centro da Terra. 

Ray Palmer, fundamentando-se nestas pesquisas, afirma que Byrd teria transmitido pelo rádio do avião em que se encontrava, a mensagem de que estava vislumbrando não a neve usual, mas sim trechos de terra com montanhas, bosques, vegetais, lagos e rios, entre outros elementos. Pouco antes de morrer, ele teria dito que o planeta, na região do Pólo, era um universo encantado e celestial, repleto de mistérios. De acordo com algumas teses, ele estaria se referindo à mitológica Cidade de Agharta, centro de uma fantástica civilização.

Na revista Flying Saucers, de Junho de 1970, o editor e ufólogo Ray Palmer reproduziu as fotos do satélite ESSA-7 junto com um artigo em que ele abordava a questão dos Intraterrenos ou de uma civilização mais avançada do que a nossa desde há milhares de anos, bem conhecida  pelos lamas ou monges tibetanos.

O vice-almirante Richard E. Byrd da US NAVY foi um destemido aviador, pioneiro e explorador polar, que sobrevoou o Pólo Norte em 9 de maio de 1926, e dirigiu numerosas expedições à Antártida, incluindo um voo sobre o Pólo Sul em 29 de novembro de 1929. 
Entre 1946 e 1947, levou adiante a operação em grande escala chamada High Jump (Pulo Alto), durante a qual descobriu e cartografou 1390000 km2 de território antártico. 

As famosas expedições de Byrd entraram pela primeira vez na controvérsia da Terra Oca quando vários artigos e livros, especialmente Worlds Beyond The Poles (Mundos Além dos Pólos), de Amadeo Giannini, afirmavam que Byrd na realidade não voou por cima do pólo, mas sim dentro dos grandes buracos que levam ao interior da Terra.


Virgil Armstrong, ex-agente da CIA, descreve o universo subterrâneo fascinante, habitado por  seres humanos como nós só que lá são imortais, a atmosfera controlada, velocidades de deslocação de 3.000 quilômetros por hora, atlantes e lemuriens, voando sobre aeronaves que superam nossa tecnologia humana.

Uma foto recente do Pólo Norte, que a NASA tem sob custódia, e enviada por um dos satélites da Terra ressuscitaram muito o interesse dos geofísicos, e não apenas para eles. Nesta imagem, podemos ver facilmente na área do Pólo Norte magnético, uma área que não é coberta por gelo glacial, como seria normal. Num raio de cerca de 300 milhas, podemos ver a terra - e ainda bem fértil.

A imagem, se você não está falando de uma ilusão cósmica, seria louca o suficiente para ensandecer um cientista. E isto, porque até mesmo um estudante de ensino fundamental sabe que sob o gelo do Pólo Norte não existe nada mais do que a água, como foi confirmado por rotas de submarinos, que passam por essa área freqüentemente. 

À esquerda, foto de satélite ESSA-7 de 1968 mostrando uma abertura no Pólo Norte, à direita foto da nave Apolo 11 de 1969 também mostra a mesma abertura.


E então, o que poderia ser a pegada de "terra" no coração de gelo no Ártico? A NASA perguntou. Para resolver o mistério, eles mandaram fazer uma nova bateria de fotografias de satélite, feitas desta vez após a outra rotação da Terra e de outro ângulo. Novamente, o buraco no polo e as manchas são teimosas em aparecer em frente ao Pólo Norte magnético. O primeiro pensamento foi de que se trata de um fenômeno magnético da natureza, como pode haver uma perturbação atmosférica devido a este mesmo campo eletromagnético.


Mas a hipótese era para afastar os pesquisadores da NASA no domínio dos campos electromagnéticos: “O efeito mais importante, as luzes do norte, manifestam-se em um jogo completamente diferente e luzes celestes aparecem de outra forma em uma foto via satélite. Claramente, a pista esta na terra,no solo e não no ar “, disse Robert Fishermann, chefe do Laboratório de Estudo do campo eletromagnético terrestre." 

A hipótese Halley.   

Como era de se esperar, a imagem tinha revelado uma série de velhas e surpreendentes teorias. A primeira das teorias revelada foi a hipótese de Halley, o cientista que descobriu o cometa com o mesmo nome. Segundo esta teoria, em áreas do Pólo Norte e Pólo Sul há aberturas grandes que levam para dentro da Terra. Por outro lado, que a Terra estaria vazia por dentro e que seria possível para uma nova civilização humana se desenvolver naquele ambiente, talvez mais avançada do que a civilização da superfície superior.

A variante Byrd.  

Mas os geofísicos pareciam estar mais interessados em outra versão, cujas raízes estão em algum lugar em 1926. Precisamente, em maio desse ano, o almirante Richard E. Byrd se tornou o primeiro homem a voar sobre o Pólo Norte. Em uma entrevista que ele concedeu em 1947, Byrd afirmou que em 2.300 milhas (3.680 quilômetros) através e adentro do Pólo Norte encontrou uma área de clima muito quente, com vegetação e montanhas, lagos e rios. 

Richard E. Byrd, um famoso explorador, acima de qualquer suspeita, anotou muito precisamente suas impressões sobre o que ele achou nessa área em seu diário:

“As pessoas que vivem aqui se comunicam através de telepatia. Na verdade, eles não vivem na superfície. Debaixo da terra, alguns quilômetros de profundidade existe uma grande cidade com milhões de habitantes, uma cidade que é chamada de Agartha“.

Em janeiro de 1956, após dirigir outra expedição à Antártida, o vice-almirante Byrd manifestou que sua expedição havia explorado 3700 km além do Pólo Sul e, além disso, justo antes de sua morte, Byrd disse que a Terra além do Pólo era um continente encantado no céu, terra de mistério permanente. Essa terra, segundo outras teorias, era a legendária Cidade de Agartha, berço de uma fabulosa civilização perdida.


Para o ufólogo Ray Palmer e Amadeo Giannini, os comentários atribuídos ao vice-almirante Byrd confirmaria o que eles sempre suspeitaram: que a Terra tem uma forma estranha no Pólos, algo parecido a um "donut", com uma depressão que forma um buraco gigante que passa através do eixo da Terra, de um pólo a outro. Dado que, por razões geográficas, é impossível voar 2750 km além do Pólo Norte e 3700 km além do Pólo Sul sem ver água. Parece lógico pensar que o vice-almirante Byrd deve ter voado dentro de enormes cavidades convexas dos pólos, dentro do Grande Enigma do interior da Terra e que, se tivesse seguido adiante, teria chegado na base secreta dos OVNI's que pertencem à super-raça oculta, quem sabe a lendária Cidade de Agharta, que Byrd teria visto refletida no céu.



Um antigo agente da CIA confirma.

Estes arquivos de registro do diário de Byrd, foram publicados por Virgil Armstrong, ex-agente da CIA. Armstrong afirma que Byrd viveu em Agartha quase um mês e que ele descreve a civilização subterrânea como "sendo superior a nossa".  


O ex-agente da CIA, acrescentou ainda que, imediatamente após a descoberta do seu Diário, as rotas sobre Agartha foram declaradas secretas pelos serviços norte-americanos que criaram bases militares a fim de não deixar quaisquer invasores descobrirem como chegar lá. Armstrong revelou também que o Governo dos E.U.A. estabeleceu relações com o Grande Conselho de Agartha. 

 Mais, que as aeronaves em vôo que aparecem no céu são meios de transporte para as pessoas de Agartha e outras cidades intraterrenas, e que uma parte da tecnologia de produção tem sido dada ao Pentágono, "o avião invisível, o Stealth, sendo um resultado desses saberes".  



O almirante Byrd recebeu a gratidão do Governo dos EUA.  

Almirante Richard E. Byrd nasceu em 25 de outubro de 1888 em Winchester, na Virgínia. Ele aprendeu a voar em aviões entre 1916-1917, em Pensacola. Em maio de 1926 ele se tornou o primeiro homem a sobrevoar o Pólo Norte, e em novembro de 1929, o primeiro homem a voar sobre o pólo sul. Entre 1928-1955 fez 11 expedições aos pólos geográficos. Em 19 de fevereiro de 1947 ele foi para o Pólo Norte para fotografar a aurora boreal. Vendo que ele não retornava à base, foi dado como desaparecido. Byrd voltou em 11 de março de 1947, vinte dias após sua partida,  e descreveu a “terra além do Pólo Norte-Agartha”.

Como uma coincidência, o Almirante Richard E. Byrd morreu exatamente 10 anos depois, em 11 de Março de 1957. Foi elevado ao posto de Almirante em 1950 e em 1952 recebeu a Medalha de Honra do Governo E.U.A. Além disso, um dos cruzadores encouraçado da marinha dos  E.U.A. foi batizado com seu nome. Portanto, não era possível que Byrd  fosse apenas um louco que tinha alucinações no Pólo Norte. 


O segredo da imortalidade 
Segundo o ex-agente da CIA, Virgil Amstrong, ele também revelou alguns elementos do diário secreto de Byrd: 

"O almirante descreve em detalhes que, nas cidades subterrâneas vivem as pessoas com traços delicados, que têm milhares de anos de vida, mas a idade não marca as suas características. Os habitantes de Agartha saberiam o segredo da imortalidade. Depois de considerar que elas tinham vivido o suficiente, eles são também aqueles que escolhem quando se aposentar da vida. As mulheres dão à luz apenas uma ou duas vezes durante sua vida, e a gestação dura apenas três meses. Dão nascimento em templos, nas bacias de água particulares. Os Partos ocorrem sem dor ".   

Guerras entre Lemúria (MU) e Atlântida. 

O diário de Byrd sobre Agartha não é o único relato que menciona sobre as cidades subterrâneas. Na época, havia muitos testemunhos sobre a vida sob a crosta terrestre. Existem outros documentos, gravuras, esculturas e até mesmo muito antigos descrevendo Agartha. Diz-se que, debaixo da terra, de todo o mundo existem cerca de 100 cidades, das quais a maior é Agartha. O Mundo subterrâneo seria conhecido como Shamballa. Os habitantes deste mundo, como sabemos a partir dos documentos, deixaram a superfície do mundo, 100.000 anos atrás, depois da catastrófica guerra entre atlantes e lemurianos, as duas grandes civilizações que dominaram a Terra naquele tempo. 

A Guerra estaria descrita em dois épicos da cultura hindu, o RAMAYANA e o MAHABHARATA. Após a guerra, graças às poderosas armas utilizadas, resultaria áreas como o deserto do Saara, Gobi, terrenos inóspitos da Austrália e E.U.A, lugares onde eram aglomerações de atlantes e lemurianos. 

A atmosfera na superfície era irrespirável, para os sobreviventes do conflito, então eles foram se retirando para o interior da terra e quem ficou na superfície do planeta começou a viver um processo de degeneração genética involutiva.

Segundo esta teoria, os povos da região seriam descendentes daqueles que se recusaram a se aposentar em cidades subterrâneas e, entretanto, ao ficarem na superfície tornaram-se selvagens.

Uma mandala tibetana representando o reino subterrâneo de Agartha


A teoria atual da terra oca, defende o seguinte:


Leornard Euler, um gênio matemático do século 18 deduziu que a Terra era oca, que continha um sol central e que estava habitada. A Terra possui um "Sol" interno, três pontos onde a gravidade é zero e duas enormes aberturas nos pólos que interligam a superfície interna e externa.

A explicação para esses fenômenos é relativamente simples de se entender: o movimento de rotação do planeta arremessa a sua  massa para longe do centro, da mesma forma que o giro de uma máquina de lavar arremessa as roupas para os lados deixando o seu centro oco.

Uma comparação melhor é a de um motociclista em um "globo da morte": a rotação impede que ele caia mesmo quando está de cabeça para baixo. A única diferença é que no globo da morte o motociclista é quem está girando e não o globo.

Quando a Terra estava sendo formada, e os seus componentes estavam em estado líquido, os materiais mais pesados foram se concentrando no centro, enquanto que a rotação manteve os materiais mais leves distantes do mesmo. A medida em que o planeta foi se solidificando, criou-se um perfeito equilíbrio entre o movimento de rotação e a gravidade.

OS TRÊS PONTOS DE GRAVIDADE ZERO


Ao contrário do que se acredita, a Terra não possui apenas um ponto onde a gravidade é zero, mas sim três: o oficial, que fica no centro do planeta; o que localiza-se a aproximadamente 640 Km abaixo da superfície; e o que localiza-se a aproximadamente 2.000 Km. Isso se deve ao fato de que a enorme velocidade de rotação da Terra, que no equador é de 465 m/s, atua na direção oposta da atração gravitacional, algo que a maioria dos cientistas têm simplesmente ignorado até hoje.

As aberturas nos pólos se devem ao fato de a velocidade de rotação nesses locais ser muito baixa. Sem rotação, a ação da gravidade é muito mais forte e, dessa forma, qualquer massa colocada nesses pontos seria atraída para baixo e para os lados (veja a figura 1). À latitude de 70º a Terra começa a se curvar para formar as enormes aberturas polares que medem aproximadamente 2.000 Km. Se houvesse apenas a rotação da Terra em torno do seu eixo, as aberturas se localizariam à 90º, exatamente nos pólos geográficos. Contudo, outros movimentos de rotação, como o da elipse em torno do Sol, fizeram com que elas se formassem 20º mais distante. É por isso que os pólos geográficos e magnéticos não coincidem. Quando exploradores que estão buscando o pólo Norte ou o pólo Sul chegam à latitude de 70º e a bússola deles aponta pra baixo, ele pensam que estão no pólo magnético, mas não estão. Na verdade, as bússolas estão sob o efeito do anel magnético que cerca as entradas polares, veja a figura abaixo.  
  


Cidades subterrâneas. 

Mas, de acordo com documentos secretos, estas seriam as cidades mais poderosas do mundo intraterreno: Poseid - o primeiro refúgio dos Atlântes, com a entrada no estado brasileiro do Mato Grosso, com população de 1,3 milhões de habitantes; SHONSHE refúgio dos uigures, um ramo da raça lemurina, com a entrada através dos Himalayas, 3,5 milhão de habitantes; RAMA - perto de Jaipur, na Índia, 1 milhão de habitantes; SHINGWA - a fronteira entre a China e Mongólia, com 1,5 milhões de habitantes; Telos - perto de Monte Shasta, na Califórnia, com 1,5 milhões de habitantes. 

Monte SHASTA, na Califórnia, EUA, com uma enorme Cloudship pairando sobre seu cume.

As cidades estão colocadas em profundidades variando entre 1,5 e 2 milhas abaixo da crosta terrestre. 

O que Armstrong diz: "Atlantes entendemos por telepatia e lemurianos falam uma língua - Maru - que é uma raiz comum do hebraico e do idioma sânscrito. Agora, as duas civilizações vivam em paz e harmonia. Eles são liderados por um Conselho Superior composto de 12 pessoas , 6 homens e 6 mulheres. As cidades são artificialmente iluminadas e tem uma atmosfera controlada, mais pura do que a da superfície. As aglomerações urbanas estão estruturada em vários níveis. Os moradores  se movem entre as cidades subterrâneas por meio de veículos de alta velocidade ( cerca de 3000 milhas por hora), que flutuam ". 



PRINCIPAIS AUTORES QUE FALARAM 
 DOS REINOS SUBTERRÂNEOS


Francis Bacon,  na Nova Atlântida  fala-nos da Ilha Branca, Morada dos Bem-Aventurados, que teria existido na superfície terrestre mas cujo povo se transferiu para o Interior da Terra aquando da grande catástrofe diluviana há milhares de anos.

Francis Bacon





Thomas Moore,  no seu livro Utopia  faz menção a uma região desconhecida com uma Sociedade altamente organizada e liderada pelo Rei Utopos, que bem pode ser o “Rei do Mundo” cuja morada é Shamballah;


Thomas Moore

Tommaso Campanella, no seu livro a Cidade do Sol aborda temas muito semelhantes aos referidos na Utopia de Thomas Moore;


Júlio Verne, o conhecido autor da Viagem ao Centro da Terra  também  fala-nos duma aventura vivida através de uma rede de túneis que levam a lugares desconhecidos no interior do Planeta onde existem espécies vegetais e animais que se julgavam extintos.


Bulwer Lytton, escreve em  “A Raça futura”  um romance entre um homem da superfície com uma entidade feminina dos mundos subterrâneos que lhe mostra como está organizada a sua Sociedade onde vive com um nível social, tecnológico e espiritual bastante avançada em relação a nós;

James Hilton, no livro Horizonte Perdido, fala-nos de uma região inóspita nos Himalaias que se denomina Shangri-Lá onde impera a harmonia dos seus habitantes que supostamente teriam descoberto há muito o “elixir da longa vida”...


Helena P. Blavatsky, a grande teosofista , escreve inúmeras obras nas quais   Ísis Sem Véu  e A Doutrina Secreta,  que falam de um lugar onde se encontram os Santos Sábios no Governo Oculto do Mundo.

Helena P. Blavatsky




Saint-Yves d´Alveydre,  na sua obra Missão da Índia  fala-nos minuciosamente de um reino de Agharta e todos os seus aspectos  hierárquicos, filosóficos, sociológicos, políticos e tecnológicos, duma grande Sociedade que se localiza no interior da Terra;


Ferdinand Ossendowski, na sua obra sobre Animais, Homens e Deuses,  fala-nos das suas viagens pelo Oriente e dos relatos antigos relacionadas com os Mundos Subterrâneos e o enigma do Rei do Mundo e das suas profecias;


Ferdinand Ossendowski



Alice Bailey, fala-nos de Shamballah, Lugar Sagrado no Centro do Mundo onde se situa um “Sol Central” (com 960 Km de diâmetro),  cuja luz origina as chamadas Auroras Boreais e Austrais através dos Polos, e não o Sol a 150 milhões de Km da Terra;





René Guénon, em o Rei do Mundo, fala-nos das inúmeras tradições em todo o planeta que descrevem a existência de Agharta e de Shamballah, assim como das cavernas e túneis subterrâneos que se perdem nas profundezas da Terra, Gaia ou Urântia, como também é conhecida;



Mas foi Raymond Bernard, Nicholas Roerich e Alexandra David-Neel,  que deram o melhor contributo em prol da divulgação dos Mundos Subterrâneos e bem assim Henrique José de Souza (JHS), no seu livro O Verdadeiro Caminho da Iniciação, onde fala abertamente de um País Maravilhoso com suas 7 cidades no interior da Terra, conhecido por Agharta (AG – Fogo; HARTA - Coração) havendo outros dois reinos mais à superfície conhecidos por  Badagas e Duat.





Estes debates em torno das impressões de Byrd garantem a munição necessária à sobrevivência das teorias de Giannini e Palmer, que acreditam haver nos Pólos uma redução de nível, a qual constitui uma imensa fenda que atravessa o eixo da Terra, de um pólo a outro. De uma forma ou de outra, este enigma tem fascinado a mente do Homem desde tempos imemoriais, nas antigas crenças, mundos ocultos sob a superfície da Terra sempre tiveram destaque. 

Budistas da Ásia central acreditavam num Reino Intra Terreno, um labirinto subterrâneo que abrigava populações de continentes extintos. Ali, seu líder sagrado, o "Rei do Mundo", comandava esse centro de progresso intelectual, de razão desenvolvida e conhecia todas as forças da Terra, lia todas as almas, conhecia todos os destinos. 
Platão também abordou o tema , assim como os criadores do herói babilônico Gilgamesh, passando pelo mito de Orfeu, pelos faraós egípcios. Mitos, teorias e clássicos da literatura mantêm vivo até hoje o interesse por este tema sedutor.



Vídeo: ennis39

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A História do Mundo em Duas Horas



Documentário: A História do Mundo em Duas Horas
Autor: History Channel
Duração:  01:30min

Contar a História do Mundo em duas horas pode parecer uma missão impossível, mas o “History Channel” procurou alcançar essa proeza. O canal emitiu um documentário que resume em apenas 90 minutos a História dos 13,7 mil milhões de anos do Universo.

Desde o Big Bang até aos nossos dias, são transmitidos os principais marcos que importa conhecer sobre a História de tudo o quanto existiu e existe nos dias de hoje.


Ainda assim, "A História do Mundo em Duas Horas" traz um bom apanhado de acontecimentos.

Do Big Bang, a grande explosão que deu origem ao espaço-tempo, aos dias atuais, o programa passeia pelos momentos decisivos do mundo.

Não apresenta muita profundidade, mas dedica atenção o suficiente para que o espectador se informe minimamente e consiga posicionar cada acontecimento nesse quebra-cabeça que forjou a humanidade.

Com boas referências científicas, o documentário deixa bem claro como cada um dos eventos mostrados contribuiu para que os seres humanos dominassem a Terra.

E, se o contexto deixar alguma dúvida, a seleção das entrevistas mina qualquer problema de interpretação.


Com frases tão diretas quanto "para os humanos, a melhor coisa que os dinossauros fizeram foi morrer", a produção do canal History escalou um time de cientistas que vão direto ao ponto.

Este é um filme que parte do macro para o micro, dando a conhecer, em primeiro lugar, as condições de formação do Universo, das Galáxias, dos Sistemas Solares e dos planetas, para seguidamente se focar no surgimento da vida na Terra, realçando os aspetos geológicos, biológicos e civilizacionais que brotaram no planeta azul. 


Apesar da sequência cronológica, o narrador aproveita todas as oportunidades para mostrar a interligação entre a História do Universo e a evolução humana. Por exemplo, se o ferro não tivesse sido criado no seio das estrelas, os livros atuais não poderiam conter nas suas páginas a referência à Idade do Ferro.

“A História do Mundo em Duas horas” é um verdadeiro manual de conhecimento que cruza saberes de áreas aparentemente tão diferentes como a Astronomia, Biologia, Geologia e História. 


"Neste especial, contaremos 14 milhões de anos de história, através de uma viagem rápida de 120 minutos, desde o início dos tempos até a atualidade, fazendo escalas para explorar os pontos mais marcantes, os momentos históricos e as conexões extraordinárias entre o passado distante e nossa vida cotidiana.

Esta é uma nova forma de ver a história do universo, do planeta Terra e da humanidade: o surgimento da vida, os avanços do homem e o crescimento da civilização." History


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

INCRIVEL EXPERIMENTO COM FREQUÊNCIAS VIBRATORIAS



O que você está vendo é o experimento da placa Chladni. Quando o físico Ernst Chladni realizou este experimento no século 18, ele fez isso com farinha em vez de sal, e fez sua placa de metal vibrar com um arco em vez de um gerador de sons de violino, mas o resultado final é o mesmo: quando a placa vibra em uma freqüência constante, as partículas em sua superfície se organizam em um belo padrão.

As partículas (areia, neste caso) estão se organizando ao longo do que são chamadas de “linhas nodais” – curvas estreitas que cruzam a superfície de modo vibratório. Quanto mais altas são as frequências, mais complexa a forma fica.

"Se você quer descobrir os segredos do universo, tem que pensar em termos de energia, frequência e vibração".  - Nicola Tesla


Em 1680, Ernst Florens Friedrich Chladni, ou simplesmente Ernst Chladni, um físico e músico alemão, repetiu os experimentos de Robert Hooke, que, ao passar um arco de violino na borda de uma placa de vidro coberta de farinha, havia observado certos padrões se formarem na farinha.

Em seu experimento, Ernst Chladni usou uma placa metálica rígida com um pouco de areia, e novamente um arco de violino na borda da placa, fazendo-a vibrar. Todo objeto rígido tem uma frequência natural. Ao criar uma frequência harmônica sobre a placa, Chladni criou ondas estacionárias ressonantes sobre ela.

Ernst Chladni é chamado de “Pai da Acústica”. Por conta de seu estudo sobre a “placa Chladni”, ele percebeu a relação entre o som e as ondas. Também foi o primeiro a supor que os meteoritos eram de origem extraterrestres, o que era considerado um absurdo na época – por isto, também pode ser lembrado como o “pai da Meteorítica.”



As ondas estacionárias ressonantes têm um comprimento de onda semelhante ao comprimento de onda da placa, e uma fração inteira de alguma das dimensões da placa: diagonal, lado maior, lado menor. Com isto, se criam regiões onde a vibração é mais forte, e onde não há vibração alguma (esta última chamada de nodos, e é onde se acumulam os grãos de areia ou farinha sobre a placa).

Os padrões observados mostram, então, onde estão os nodos, as regiões da placa em que não há vibração alguma. Por outro lado, onde não há nenhum grão ficam as regiões em que a vibração é mais forte, expulsando-os.

O vídeo acima ilustra o experimento e foi feito com uma placa de metal, um gerador de tons e um punhado de sal. Conforme a frequência de vibração da placa aumenta, os grãos de sal jogados sobre ela começam a formar padrões cada vez mais complexos (como os abaixo).






Que tal dar uma olhada em uma obra de arte na qual é possível visualizar o som? As figuras que você acabou de ver no vídeo acima, conhecidas como Figuras Sonoras de Chladni, são formas que aparecem sobre as superfícies quando estas vibram em determinadas frequências.

Ernst Chladni, considerado o fundador da acústica, descobriu que quando tocamos uma chapa metálica com algum objeto, como um bastão ou um arco de violino, por exemplo, ela vibra. Ao espalhar areia sobre a superfície de metal, esta se agita sobre a chapa, se acumulando em alguns pontos, nos quais a chapa não está vibrando. Esse acúmulo produz os padrões observados nas figuras do vídeo.




As chapas possuem inúmeras possibilidades de vibração, sendo que cada uma corresponde a uma frequência específica do som, produzindo desenhos de maior complexidade. Esse aspecto também depende de onde a superfície se encontra afixada, seu tamanho, o material com o qual é composta e sua espessura.


Olhe as figuras abaixo, consegue ver alguma semelhança?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

UM MOMENTO DE POESIA COM OS GÊMEOS .





Vídeo mostra bebês gêmeos durante procedimento de banho chamado Baby Bath Spa.
Durante o procedimento de banho chamado Baby Bath Spa (spa do banho de bebê, em tradução livre), inventado pela enfermeira Sonia Rochel, alcançou quase 3 milhões de page views em uma semana.

Os bebês são banhados pela enfermeira e passam a se comportar como se ainda estivesse na barriga da mãe. 




O procedimento, segundo rede social da enfermeira, faz com que eles se conheçam e acordem lentamente para o mundo.

A enfermeira Sonia diz que o Baby Bath Spa não deve ser feito por leigos, porque requer profissional especializado para não haver riscos. Veja o vídeo:




FONTE:http://atarde.uol.com.br/cienciaevida/materias/1548766-bebes-gemeos-sao-acordados-com-novo-procedimento-veja

FOTOS DOS GÊMEOS DEPOIS DO BANHO