quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

VIBRAÇÃO NATUREZA - O BELÍSSIMO LEÃO BRANCO



O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão-sul-africano (Panthera leo krugeri), devida a uma particularidade genética chamada leucismo. O leucismo caracteriza-se pela falta de pigmentação na pelagem do animal, o que faz com que o mesmo possua pelagem branca. Não constitui uma subespécie. Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara, quase branca, causada por anomalias em seus genes. Os seus olhos são dourados ou azuis.



Esta característica não acarreta problemas fisiológicos – ao contrário do albinismo, o leucismo não confere maior sensibilidade ao sol. No entanto constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de se camuflar na caça às suas presas.

Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza. O gene que confere esta característica é recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante. Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos por já não existirem mais na natureza por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos. Apareciam também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul, mas desde 1993 não são avistados, praticamente extintos da natureza.

Leões brancos não são albinos. Sua cor branca é causada por um gene inibidor recessivo, diferente do gene do albinismo. Eles variam de loiro por quase branco.
Existem também leões brancos por albinismo; esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol. São raros e ameaçados de extinção.

Acredita-se na existência de apenas 70 animais desta espécie. Informações, dão conta que não existam mais em seu habitat natural, mas somente em cativeiros, circos e zoológicos.



A sua estrutura física e seu comportamento não diferem em nada de seus irmãos Leões, podendo chegar a medir de 2 a 3m de comprimento e a pesar mais de 115 kg, vivendo cerca de 18 anos em seu habitat natural, e quase 30 anos em cativeiro. Sendo que os cientistas afirmam que seus hábitos alimentares são iguais (na natureza em liberdade), mas na realidade há uma diferença: na natureza a sua alimentação é natural (sendo caça), em cativeiro: é uma dieta preparada pelos humanos, com isso restringindo sua habilidade para a caça. Se solto na natureza o leão-branco não consegue caçar, e acaba por morrer.     



vídeo: ClimatologiaGeo

vídeos - helena rego


Nenhum comentário:

Postar um comentário