domingo, 30 de junho de 2013

LUZES DO MUNDO - GANGAJI


GANGAJI - PLENITUDE E AMOR

Antoinette Roberson, conhecida como Toni, nasceu em 11 de junho 1942, no Texas. Na década de 50, foi morar no Mississipi com sua família. Depois de se formar pela Universidade de Mississippi, em 1964, ela se casou e teve uma filha. Em 1972, ela se mudou para San Francisco, onde ela começou
a explorar os níveis mais profundos do seu ser. Depois do divorcio ela tentou mudar a sua vida através de ativismo político e prática espiritual.

Como muitos de seus contemporâneos, ela levou uma vida longa em busca da felicidade e realização pessoal. Buscando satisfazer os anseios que sentia, Gangaji trilhou vários caminhos para mudar sua vida, incluindo relacionamento, maternidade, ativismo político, carreira e prática espiritual.

Nessa época “Toni” (Gangaji) fez os votos Bodhisattva , aderiu a praticada Zen e meditação Vipassana, ajudou a administrar um Centro de Meditação Budista Tibetano. Entre 1981 e 1987, exerceu a profissão de acupunturista, e trabalhou em uma clínica em San Francisco. 


Apesar de seu sucesso, ela ainda tinha um profundo desejo de realização. Sua inquietação só aumentava, levando-a a um profundo sofrimento. Insatisfeita com sua vida aparentemente bem-sucedida, em 1989, ela e Eli Jaxon-Bear , seu segundo marido, mudaram-se para o Havaí.
Nessa época, ela conheceu Andrew Cohen, um professor espiritual e estudante de Sri HWL Poonja , também conhecido como Papaji. Impressionada com os ensinamentos de Cohen, ela voltou para a Califórnia para ficar com ele por dois meses.
Em 1990, seu marido, Eli Jaxon-Bear , viajou para Lucknow, na Índia para atender Sri HWL Poonja, ou "Papaji," a conselho de um amigo. Seis semanas mais tarde, encantada com as cartas que recebia do marido, Gangaji viajou para Lucknow, para finalmente conhecer Papaji.
Segundo ela, esse encontro foi um marco divisor em sua vida. Às margens do Rio Ganges , Papaji lhe abriu as comportas do autoconhecimento. Naquele momento, toda sua história pessoal de sofrimentos acabou e a promessa de uma verdadeira vida começou a florescer e se desdobrar. Nesse encontro, a verdadeira realização que ela havia buscado durante a sua vida foi-lhe revelada.


Em sua autobiografia "Just Like You" (Assim como você), ela escreveu: "O evento mais extraordinário em minha vida foi quando eu conheci Papaji. Até então eu olhei para todos os lugares, para o transcendental ou o extraordinário, mas depois de conhecer Papaji comecei a encontrar o extraordinário em cada momento."

Papaji deu-lhe o nome de "Gangaji", em função do Rio Ganges, e mandou-a de volta para a América para compartilhar o que ela tinha realizado diretamente com os outros. Ela conta, que por essa ocasião, enquanto estava da Índia, contraiu uma doença e febre alta, que precedeu a sua experiência de realização.

"Papaji" como é chamado por seus alunos, lhe permitiu investigar profundamente dentro de si mesma. Através desta pesquisa, ela descobriu a consciência desperta no silêncio, e finalmente percebeu a unidade com o todo.


Atualmente ela vive com o marido Eli Jaxon-Bear em Oregon e viaja pelo mundo dando palestras e fazendo retiros, nos EUA, Canadá, Europa, Austrália e Nova Zelândia. Uma mestra e autora de vários livros, ela compartilha sua experiência direta com a mensagem essencial que recebeu de Papaji e oferece a todos os que querem descobrir a verdadeira e duradoura satisfação. Através de sua vida e palavras, ela poderosamente demonstra como é realmente possível descobrir a verdade sobre quem você é e ser fiel a essa descoberta.

“O presente que meu mestre me deu e me pediu que passasse a vocês, é a possibilidade de parar onde você está, e não chegar a lugar nenhum. E se abrir. Abrir sua mente para o que está aqui. E isso é muito simples! O que o torna complicado é a própria natureza da nossa sobrevivência, que é ir pra frente, e conseguir, e descobrir como será na segunda-feira, e entender quais foram os erros da sexta-feira, e consolidar isso tudo, pra que esta forma possa sobreviver.”

Fundação Gangaji:

O objetivo da Fundação Gangaji é simples - colocar os ensinamentos de Gangaji disponíveis a todos os interessados. Fundada como uma organização sem fins lucrativos em 1993, a Fundação Gangaji começou com um pequeno grupo de voluntários. Hoje, a Fundação é composta por uma equipe pequena e uma rede global de voluntários. A cada ano, centenas de voluntários e doadores doam tempo, experiência e recursos para apoiar a Fundação e seus programas. A Fundação não só produz eventos e publica livros e fitas, mas também tem uma série de programas especiais de assistência.




Para além da noite escura da alma- Gangaji

"Há um determinado nó na investigação espiritual que precisa ser desfeito, que necessita ser desemaranhado. Ele não é novo. Você certamente já ouviu falar dele. 
Trata-se da tendência e o hábito de buscar a verdade, a perfeição ou a realização fora de si mesmo. É importante compreender como isso acontece. 
talvez esta compreensão possa ser o meio de desatar este nó tão apertado. 
No decorrer de uma vida, pode ocorrer um momento precioso e importante, no qual se reconhecem os maus hábitos, os vícios, o horror, a violência e a imundície que temos chamado de "eu". 
É um grande choque, um grande abalo; isso é muito importante, caso contrário, o horror e a imundície simplesmente continuam a ser acumulados, em nome e a serviço da exultação de "mim" e da "minha história". 
Este reconhecimento é um choque espiritual, e pode haver (e geralmente há) um grande estremecimento, seguido de um desejo de descobrir o que é verdadeiro, o que é real, o que é puro, o que é sagrado, o que é livre. 
Portanto, a busca começa "lá fora".
Temos muitos exemplos primorosos de "lá fora". 
Em todas as épocas, houve sábios, santos, messias, homens e mulheres para quem podemos apontar e dizer: "Está presente neles. Por que não consigo chegar lá?" 
Então, há muitas tentativas de consertar o que se percebe como revoltante e limitado, para que possa ser mais como o que se imagina que é puro e sagrado. 
Todos vocês já tentaram isso. Isso não é nenhuma novidade, certo? 
Há esforço e trabalho, um sentido de estar ganhando terreno, e uma sensação de estar perdendo terreno, até que, finalmente, ocorre um outro grande choque espiritual. 
Eu o chamo de "a grande desilusão". 
Quando se reconhece que toda tentativa de consertar o caráter, a personalidade, os hábitos ou os vícios nem sequer toca aquele o abismo de separação entre quem você é e a própria perfeição, há uma grande desilusão. Um abismo enorme aparece então. 
Este é o anseio da alma por Deus. 
E você vê claramente que todo o esforço, a luta, a áspera escalada, com todos os seus ganhos, ainda não tocaram a profundeza deste anseio. Isto é crucial. Esta é a noite escura da alma. É o reconhecimento de que "Eu nunca conseguirei fazer isso. Eu tentei, trabalhei duro, mas jamais conseguirei fazê-lo."
Há muitos caminhos que podem desviá-lo deste momento. Você pode encorajar a si mesmo com pensamentos como este: "Sim, você pode fazer isso. Espere e Deus virá até você. Esforce-se mais. Não desanime." 
Mas, em vez de seguir qualquer um destes atalhos, eu o convido a deixar-se cair no fio desta espada de dois gumes: a desilusão e o anseio. Caia bem no meio, para que a espada dilacere este sentido de um abismo de separação. Caia direto dentro do abismo. 
Recuse-se a seguir qualquer caminho que possa lhe trazer conforto ou esperança ou, a estas alturas, até uma crença. 
Na verdade, disponha-se a encarar a espada, e deixe que ela dilacere o seu coração. Este é o verdadeiro convite do satsang. 
É um convite radical: aceitar não se mover diante do anseio, da desilusão, para descobrir: Quem sou eu, realmente? O que está aqui realmente? É aceitar ver o que existe em um nível mais profundo do que a percepção; o que é mais profundo do que se percebe com os sentidos. É aceitar morrer. 
Todo o condicionamento é para não morrer. 
Todo o apoio, a esperança e a crença são de que "Eu não vou morrer", ou "Se eu morrer, irei para o céu, onde me encontrarei com minha avó, ou meus amigos que já foram antes de mim". 
Por debaixo de todas estas esperanças e crenças está este anseio. Convido você a mergulhar neste anseio. Não na história do anseio, mas no próprio anseio. Ele não está separado da desilusão. 
verdadeira desilusão é sagrada: a ilusão é destruída. 
E o que não pode ser imaginado, o que não se sujeita à estimulação da mente é revelado.
É maravilhoso encontrar alguém, ou viver um momento que abala a ilusão e, embora isto mereça ser reverenciado, é muito importante ver como a mente individual cria um abismo de separação. 
Todos os grandes mestres disseram que "Você e eu somos um", "Eu e meu pai somos um" ou "Tudo é o mesmo Ser." 
É irônico como a mente transforma isto em uma ilusão de separação: "Ele e seu pai são um", "Ela e eles são o mesmo", ou "Tudo é um, menos eu; eu fui
excluído." 
Isso soa familiar, não é? Esses hábitos do pensamento são fortes e são reforçados mais ainda, mesmo com as melhores intenções. Com a disposição de parar de alimentar estes hábitos de pensamento, o anseio e a desilusão são encarados diretamente, assim como Cristo na cruz encarou o aparente abandono de Deus. 
Isto é oferecido a todos. 
De alguma maneira, você aceitou o convite até um certo ponto. 
Mas há sempre mais. Vá mais fundo, penetre mais profundamente, até você, finalmente, não conseguir encontrar distinção entre dentro e fora, entre pai e filho, entre Deus e alma, entre mim e você. 
Esta é a possibilidade revelada pelo convite ao satsang. 
Isto é possível para você também. 
Não se limita ao Buda ou a Cristo. Não se limita a Ramana. Não se limita a Gangaji. 
Não se limita a nada, e este é o maior ensinamento. Ela é ilimitada. 
A presença de Deus é onipresente; está em toda parte, o tempo todo. Esta é a promessa de todos os grandes ensinamentos. É a mensagem que o guru do meu guru transmitiu a ele. É a mensagem que meu guru transmitiu a mim. É a mensagem que é livremente transmitida a você. É a mensagem que vem do mais íntimo do seu ser. 
A disposição de entrar está em simplesmente receber o que já existe no mais íntimo do seu ser. Não um outro dia, mas agora mesmo: sempre agora. 
E eu lhe dou as boas-vindas. 
Dou-lhe as boas-vindas ao entrar. 
O que parece estar fora também está dentro. 

"Duas semanas atrás eu não sabia o que era satsang nem quem era Gangaji. Mas quando vi o seu vídeo e olhei em seus olhos, o anseio foi preenchido. Não vi uma forma, vi meu coração."

Que sorte que o anseio estava tão perto, que já não estava mais escondido. De alguma maneira, ele eclodiu para encontrar a si mesmo.

"Quarenta e tantos anos de anseio..."

Quarenta milhões de anos! Muito mais do que esta vida, na verdade. Você nem precisa acreditar em reencarnação. 
Nossos genes são codificados pelas vidas de nossos ancestrais e os desejos, realizações e decepções de, pelo menos, quarenta milhões de anos.

"O que você acaba de dizer foi perfeito. Descreveu esta jornada. Há duas semanas, fiquei apavorada quando tive que encarar completamente o terror de cair sobre aquela espada... E foi... Todo o terror passou. A ideia de que somos este pequeno conceito imaginado é uma grande mentira. Até aquele momento, o terror era apenas um pensamento, apenas uma história, algo pelo que eu tinha que passar. Estou tão contente."

 Eu estou tão contente! Que boas novas!

"Aquela profundeza me aterrorizava, porque eu não sabia quem eu era; estava com tanto medo de vivenciar o que estava do outro lado. Isto aconteceu em conseqüência de um ajuste de contas com o fato de ter sido abandonada. Eu tinha imaginado que morreria e, num certo sentido, morri. Mas o jeito é passar por isso. Estou tão grata por ter confiado o suficiente, e ter visto que o convite era para receber, para render-me àquilo que somos. Até aquele momento de entrega, doce rendição, eu nunca tinha vivido a entrega em minha vida. Por isso estou tão agradecida, porque ouvi o seu chamado. Eu não percebo você na forma. Vejo meu coração em você."

Sim, seu coração aí e seu coração aqui. Estas são boas novas para todo o planeta. As reverberações destas boas novas são imensas. O cosmos inteiro participa deste despertar. 

"Então, agora eu caminho como amante, em vez de tentar ser amada e o meu anseio mais profundo (porque ele se aprofunda cada vez mais) é que aqueles que tiverem contato comigo também perceberão você em mim."

Aleluia! Isso mesmo. 
Que todos os seres despertem para si mesmos. 
O repouso é profundo.
Sim. 
Eu te amo


Atalho Espiritual - GANGAJI

"Estou convidando você a parar de imaginar o que é que você precisa para se fixar, ou qual obstáculo precisa de estar livre, ou como você precisa se aprofundar, ou como você precisa estar acordado cem por cento do tempo. 
Tudo isso ainda está dentro do reino de imaginar um problema, imaginando que há certas medições. 
Os problemas aparecem na vida e há medições. 
Mas eu estou convidando você a participar de um experimento e investigação de realmente, imediatamente estar em casa. 
Hoje isso é heresia. 
Ela é chamada de "atalho espiritual", e isso é heresia. No nosso dogma secular/espiritual atual, você não tem permissão para tomar o atalho. 
Você tem que ir para o depósito de lixo, e você tem que cavar, passar por todos os seus antepassados. Mas eu estou aqui para dizer-lhe que você está autorizado a tomar esse atalho. 
Você está livre para ir onde quer que você gostaria de ir, mas você não é obrigado. 
Você pode ir imediatamente para casa, porque casa é onde você está. 
É o que está sempre aqui. 
Se o que é chamado de atalho espiritual de fato leva a uma imitação de casa, isso não é estar em casa. 
Não é um atalho espiritual. É apenas fingimento. 
E você está autorizado a fingir! Eu não recomendo, mas você tem permissão para isso. 
Em outras palavras, você está livre, livre para cavar em seu processo psicológico, e livre para estar imediatamente em casa. 
Agora mesmo eu o convido a estar em casa. 
Se houver um obstáculo que aparece, eu convido você para investigar, é real ... ou é imaginário? 
É algo que eu disse a mim mesmo, e me coloquei em alguma espécie de transe? 
Se você investigar o que está aqui você vai ver que é grande o suficiente para incluir todos os transes, e é livre de todos os transes. 
Esse é o ponto desta reunião. 
Você não está aqui para aprender a consertar algo, ou como superar obstáculos. 
Você está aqui para descobrir o que está sempre aqui. Você está aqui para descobrir a si mesmo. 
Há, na verdade, nenhum obstáculo entre você e você mesmo. 
Os obstáculos são apenas na imaginação, e imaginação como sabemos, é realmente poderosa, terrível e bela. 
Mas quando nós queremos a verdade, temos de estar dispostos a não imaginar nada. Pelo menos para investigação. 
Não como dogma, não porque Ramana, disse ele, ou Papaji disse que, ou Gangaji disse. Não é isso. 
É para a sua própria investigação.. 
Você pode descobrir o que está aqui, na raiz, inimaginável, impensável e inegável. 
Para que a sua descoberta tenha potência de verdade tem que ser inegável, sem dúvida, óbvio. 
Caso contrário, a maré e o impulso da imaginação trata de recuperá-la, reformulá-la e refazê-la, como um passado e um futuro. 
Não há nada que você precisa fazer para ser livre. Isso é chocante, se você permitir que seja. 
Todos os nossos condicionamentos é que temos que fazer algo para conseguir alguma coisa. Para obter a liberdade política relativa, há muito o que tem de ser feito. 
Mas a liberdade de si mesmo, da verdade ... ela já está aqui."
Gangaji.


Agrupamos esses Maravilhosos vídeos de Gangaji com mensagens maravilhosas para ativar nosso despertar interior , do Nosso Verdadeiro Ser em sua total pureza ,perfeição de toda a Eternidade e Além !
Comunguemos o nosso sentir , por trás de todas essas camadas de histórias , experiências, alegrias e tristezas, a centelha infinita que existe em Nós, além do tempo, espaço e qualquer limitação.


O Momento atual nos propicia a deixar nossa Luz brilhar , e assim vislumbraremos quem realmente Somos !

Simplesmente pare de olhar 

Gangaji fala sobre liberdade 

Pensamento, Silêncio e Verdade 

Disposto a morrer 

 Pare!

Dádiva inimaginável 


Oração 

Descobrindo o que já é perfeito 

Superando o auto-ódio 

 O diálogo interno 

The Diamond In Your Pocket



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