quarta-feira, 1 de maio de 2013

VOCÊ É A VERDADE




VOCÊ É A VERDADE:
Não há senão uma Verdade, a sua, não há senão uma vida, a sua, sua Verdade é a única Verdade possível, você é Absoluto, Amor Absoluto...
O que poderia ser além disso?
Quem é você, essa pessoa? Esse indivíduo? Aquele que sobrevive, que sofre, que nasce, que morre? Sem interrupção?
Coloque-se a única questão: quem é você? Não no efêmero de eu sou tal nome, tal papel, tal vibração, não, bem mais amplamente, antes de viver nesse corpo, quem era você?
Você pode responder a essa questão, pois é a única questão válida.
Ultrapasse todo limite, todo confinamento, aceite a evidencia do que você nega, você é AMOR, nada mais poderia defini-lo.


Qual deus poderia imaginar ou criar uma consciência que se limitaria por ela mesma entre a vida e a morte?
Se um criador se observa através de experiências, ele só pode participar, ele não está em outro lugar a não ser aqui, bem presente, a cada sopro, você é o criador de sua presença, aqui como em qualquer lugar, somente o olhar que se coloca aqui, esqueceu.
A matéria não consciente é impossível, a matéria é o outro nome do Absoluto, a matéria procede de algum lugar, é certamente a única possibilidade. Esse outro lugar é nos confins do cosmos?
Esse outro lugar é apenas você mesmo.
Quando você adormece ou sonha, quem é você? Quem é o sonhador? Quem se desperta?


Tudo aqui neste mundo é alternância, ciclo, oscilação. Mas você é bem mais do que isso, você engloba isso, totalmente, você não exclui sua pessoa, sua experiência, mesmo o conjunto de suas experiências, você é o mundo. Pois, assim que você adormece, onde está o mundo?
Ele desaparece em totalidade.
Dar crédito ao mundo é tão estúpido ou tão válido quanto dar crédito ao sonhado, da mesma maneira que o sonho desaparece ao despertar, o mundo desaparece quando de sua morte, ainda que você retorne o mundo jamais será o mesmo.
O que é real? Essa coisa frágil e perecível que é o corpo? Seus pensamentos? Eles passam... Suas experiências? Elas passam....você se lembra de suas experiências de antes? O que há a recordar? A lembrança, a recordação é o que você vive? Aliás quem vive? Senão a própria Vida. Quem olha? Quem experimenta?


Se você é honesto, você é obrigado a reconhecer uma incoerência no que é consciente em meio a todos esses limites. Ora, a vida seria incoerência e caos? Obedecendo a uma lei de expansão ou a uma lei de entropia sem fim?
Somente a consciência limitada pode ela mesma se limitar em meio aos seus próprios limites, ela jamais viverá o infinito, o que quer que você faça, o que quer que você creia, o que quer que você negue, esse corpo desaparecerá, assim como suas lembranças. Suas emoções e seus pensamentos não desaparecem a cada dia? Você é o vaso? Ou o que ele contém? E porque então você não se vê como o conteúdo do vaso? O vaso apenas contém, literalmente. Ele contém o ar, ele contém a vida em um limite. O vaso se sabe perecível. Ele confina o conteúdo, mas o conteúdo está limitado a esse vaso?
O homem pensa sempre conhecer tudo ou ao menos que poderá melhorar seu conhecimento. E com qual objetivo, para se conhecer bem? Como o ar poderia se conhecer se ele supõe ser apenas o vaso?


A honestidade está em apreender a verdade, nada do que você crê ser aqui, pode ser apreendido, uma vez que é variável, mutável, limitado e sem outra consistência a não ser a forma limitada. Você é honesto com você mesmo, quem é você antes de ser esse limitado? Você tem a resposta? É claro que não e é claro que sim, e a única resposta válida é que você é absolutamente tudo, nada pode não ser você, uma vez que quando você morre o mundo morre, quando você dorme o mundo morre.
Tudo passa exceto a Eternidade que é, independente desta passagem na Terra. E você, onde você estava antes? Ontem em seu sonho, qual era sua emoção, seus pensamentos? Há um ano, como era sua mente de um ano atrás? Você não se recorda? É claro, este mundo é esquecimento permanente, e no entanto nós todos aí
estamos......Fazer sua própria mente o conduzirá inexoravelmente à única conclusão honesta: você é o Amor, eu sou o Amor, é nossa natureza, nossa substância.
Qual é a diferença entre a sua substância e qualquer outra substância? Nenhuma !
Somente o limitado coloca uma barreira, pois ele não reconhece sua substância, nós somos a Absoluta Verdade do Amor.
Desfrute !

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